<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672</id><updated>2011-11-27T22:24:17.020-03:00</updated><category term='Empresas'/><category term='midia'/><category term='inglês'/><category term='Green Trade'/><category term='US'/><category term='clima'/><category term='tendências'/><category term='Energia'/><category term='UK'/><category term='orgânicos'/><category term='Pessoas'/><title type='text'>BiOnEconomy</title><subtitle type='html'>Uma nova economia é possivel? Uma que respeite as gerações futuras e ainda movimente mercados à manutenção econômica? Você acredita no poder dos consumidores, no desenvolvimento da humanidade e na harmonia entre espécies? Nós acreditamos. Aqui estão notícias, informações, comentários e sugestões de que mais e mais pessoas também acreditam.

Sejam Bem-vindos!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Gustavo Barreto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_HT9MC-9CAAQ/STAm7VyuTiI/AAAAAAAAAuE/mess0N6_dXs/s1600-R/carinha.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>128</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-3070688238005828193</id><published>2009-02-19T12:04:00.001-03:00</published><updated>2009-02-19T12:06:13.523-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tendências'/><title type='text'>Depois do capitalismo</title><content type='html'>Por Michelle Portela, de Manaus&lt;br /&gt;Agência FAPESP – “As organizações e governos precisam incorporar as experiências dos diversos movimentos sociais, em especial o indígena e o camponês, protagonistas nas lutas sociais na Amazônia, se quiserem contribuir efetivamente para a construção de um novo modelo de civilização. Isso envolve processar a fusão do pensamento marxista às características particulares dos povos, em uma cultura denominada ecossocialismo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta é de Michael Löwy, diretor de pesquisas em ciências sociais do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS). Filho de imigrantes judeus da Áustria, Löwy nasceu em São Paulo em 1938, onde se graduou em ciências sociais pela Universidade de São Paulo, em 1960. No ano seguinte, mudou-se para Paris.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra de Löwy abrange diversas questões, que vão do marxismo ao surrealismo, sendo marcada por um interesse constante pelo pensamento libertário. Seus livros e ensaios voltam-se principalmente para a sociologia do conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre seus livros estão Romantismo e Messianismo: ensaios sobre Lukács e Benjamin (publicado no Brasil em 1990), Revolta e Melancolia: o Romantismo na contramão da modernidade (1995), A Guerra dos Deuses: religião e política na América Latina (2000), Nacionalismo e Internacionalismos: da época de Marx até nossos dias (2000), A Estrela da Manhã: Surrealismo e Marxismo (2002) e Walter Benjamin: Aviso de Incêndio - Uma leitura das teses “Sobre o conceito de história" (2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Löwy concedeu entrevista à Agência FAPESP, em Manaus, pouco antes do Fórum Social Mundial, cuja nona edição foi realizada em Belém, de 27 de janeiro a 1° de fevereiro.&lt;br /&gt;Para o sociólogo, a esquerda precisa encontrar um ponto de convergência entre as mobilizações camponesas, indígenas e o movimento urbano. Se, porém, até agora, o socialismo fracassou nessa meta, tampouco o ambientalismo alcançou algo parecido, segundo afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência FAPESP – Como o senhor vê a conjugação dos movimentos sociais com as iniciativas ambientais para a construção política, particularmente na Amazônia brasileira? Michael Löwy – A experiência de Chico Mendes [1944-1988, líder seringueiro] e da Aliança dos Povos da Floresta [articulação entre índios, seringueiros e ribeirinhos] é apaixonante. São exemplos de como partir de uma questão concreta até conseguir articular uma aliança para defender a floresta contra a destruição promovida pelos interesses econômicos. Chico e seus companheiros tinham uma visão claramente socialista. Por isso, é importante compreender que o ecossocialismo não é uma visão de futuro, mas algo que reúne os desafios e iniciativas atuais, como a defesa da floresta a partir da união entre os povos indígenas e camponeses. Há uma relação entre a utopia socialista e as lutas concretas que se dão no campo e na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência FAPESP – A Amazônia seria o terreno mais fértil para a construção dessa nova experiência? Löwy – Nós, ecossocialistas, estamos entusiasmados com o Fórum Social Mundial. Viemos trazer nossa mensagem: as soluções capitalistas para o meio ambiente fracassaram. As respostas dos governos e das empresas são ineficazes para as questões ambientais mais dramáticas, como o aquecimento global. Nosso primeiro objetivo é elevar a consciência anticapitalista, fazer entender que o capitalismo é um sistema que leva à destruição do meio ambiente, promovendo catástrofes ambientais. Outro objetivo é mostrar que existem alternativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência FAPESP – Mas essa é uma questão que não pode ser abstrata. Löwy – Sim, ela tem que partir de movimentos e reivindicações concretas. Queremos dialogar com movimentos indígenas, campesinos e outros, para, de um lado, trazer a nossa visão, e, de outro, aprender com eles. Sobretudo, queremos escutar para aprender. A questão amazônica é fundamental para o Brasil e para a humanidade. É o que chamamos de poço de carbono. Se não fosse por ela, já teríamos entrado em um processo de aquecimento global catastrófico. A destruição da Amazônia coloca em perigo o conjunto da humanidade. É de interesse direto das populações que vivem na Amazônia, o problema é conjugar o interesse concreto com o universal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência FAPESP – Como o senhor avalia a situação atual na região? Löwy – O inimigo na Amazônia são os interesses do agronegócio, das multinacionais, para os quais a floresta é fonte de mercadoria ou, simplesmente, sinônimo de pasto para o gado ou terra para soja, o que seja. Há um enfrentamento fundamental e, infelizmente, o progresso destrutivo do capitalismo está ganhando. A destruição da floresta não apenas não se reduz como avança, e a avidez destruidora é muito mais agressiva e eficaz do que as tentativas limitadas de proteger e defender a região. Se continuar desse jeito, daqui a alguns anos, boa parte da floresta vai acabar e vamos ter de tirar o verde da bandeira e colocar cinzento, que é a cor da fumaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência FAPESP – Na Europa, os países tendem a parecer mais sensíveis à questão ecológica. Löwy – De certa maneira, os países europeus são mais sensíveis até que seus interesses sejam prejudicados. Isso mostra os limites da consciência ecológica das classes dominantes. No último encontro do G8 [os sete países mais ricos do mundo mais a Rússia], discutiu-se a questão ambiental. A Europa se propôs a colocar cifras concretas na redução de gás carbônico enquanto outros países, como os Estados Unidos, aceitaram apenas discutir a questão. O presidente da França incluiu a palavra “seriamente” e ficou por isso. A visão deles é determinada pela lógica do sistema.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-3070688238005828193?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/3070688238005828193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=3070688238005828193&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3070688238005828193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3070688238005828193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2009/02/depois-do-capitalismo.html' title='Depois do capitalismo'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-3236542221321244739</id><published>2008-04-10T11:46:00.000-03:00</published><updated>2008-04-10T11:47:42.694-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tendências'/><title type='text'>Varejo</title><content type='html'>&lt;a class="titulovermelho" href="http://www.gsmd.com.br/gouvea/PStruct/PController.aspx?CC=27423"&gt;Pesquisa e consultoria&lt;/a&gt;       &lt;span&gt;        &lt;br /&gt;        &lt;i&gt;por Luiz Goes, sócio-sênior e diretor da &lt;a href="http://www.mercadoeconsumo.com.br/"&gt;GS&amp;amp;MD&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;        &lt;br /&gt;Nos últimos anos a pesquisa de mercado vem se posicionando cada vez mais como uma ferramenta de inteligência, deixando de ser vista como mera provedora de informações. Há alguns anos, as empresas se contentavam em receber dos chamados institutos de pesquisa os resultados das investigações realizadas. Um monte de descrições do comportamento de consumidores em entrevistas em profundidade, em focus groups, várias tabelas, cadernos e cadernos com números para Pitágoras nenhum botar defeito. Não existiam conclusões, salvo aquelas que se limitavam a descrever o que havia sido encontrado. Não existiam, muito menos, recomendações. Era simplesmente comunicar ao cliente: "Lamento, mas o seu market share caiu neste mês em relação ao mês anterior. Desejo, profundamente, que as melhores alternativas sejam encontradas por vocês, com o intuito de solucionar esse problema que detectamos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;         &lt;img src="http://www.gsmd.com.br/gouvea/Images/Upload/Divisor_Pequeno.gif" /&gt;&lt;br /&gt;                &lt;a class="titulovermelho" href="http://cryo.plugin.com.br/gouvea/Archives/Fresh%20&amp;amp;%20Easy.pdf"&gt;Foco no Varejo  - Inovações em Lojas -  Fresh &amp;amp; Easy&lt;/a&gt;       &lt;span&gt;        &lt;br /&gt;Britânica Tesco entra no mercado americano com conceito inovador de lojas de vizinhança, mas ainda precisa da aprovação dos consumidores ao modelo&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-3236542221321244739?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/3236542221321244739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=3236542221321244739&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3236542221321244739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3236542221321244739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2008/04/varejo.html' title='Varejo'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-3307686423616922126</id><published>2008-04-08T21:25:00.002-03:00</published><updated>2008-04-08T23:01:45.611-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Not the same old drive-thru</title><content type='html'>&lt;p class="magazineDek"&gt;The meat is raised naturally; the packaging is recycled; the ovens use renewable power. New green fast-food chains are serving up burgers and fries to feel good about. &lt;/p&gt;  &lt;b&gt;&lt;nobr&gt;&lt;a href="http://www.odemagazine.com/people/Mary%20Desmond%20Pinkowish" class="sansBold"&gt;Mary Desmond Pinkowish&lt;/a&gt;&lt;/nobr&gt;&lt;span class="sansBold"&gt; | April 2008 issue&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;p&gt;It's really cold and windy in Manhattan. The Friday lunch crowds scurry in and out of delis and take-out places. But at one fast-food joint, the customers calmly form a line that spills out onto the sidewalk. This is Chipotle on East 44th Street, and I join the queue accompanied by two fast-food industry experts - my teenaged son and daughter.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Once inside, we decide among a burrito, fajita burrito, burrito bowl or tacos and a filling - chicken, steak, &lt;em&gt;carnitas&lt;/em&gt; or &lt;em&gt;barbacoa&lt;/em&gt; (spicy shredded beef). At the head of the line, we tell the lady behind the counter what we want, and she and her colleagues move the meals down the line in about a minute, letting us choose among pinto and black beans, roast chili-corn or several types of tomatillo-chili. We pay (about $8 each), then hunt for a table in the crowded dining room. It seems like a fairly typical fast-food experience, but we're tucking into a meal that Steve Ells, the founder of Chipotle, says embodies a philosophy of "food with integrity." Is he serious?&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;It's no joke. We knew we were in for a different kind of fast-food experience at Chipotle from the beginning. The customers lined up outside are nice to one another, making eye contact and smiling. The women behind the counter seem older than the typical fast-food worker, and there's something attentive and almost motherly in their manner. But once we unwrap our meals, we're focused on one fact: This food tastes really, really good - nothing at all like the fast food we've tasted before.&lt;/p&gt;Instead of sampling each other's selections (as we originally intended), we greedily eat our own meals - no sharing. I'd never share any food that tasted as good as these &lt;em&gt;carnitas&lt;/em&gt;. Fuggedaboutit. This is flavourful, succulent pork, with no hint of greasiness. The tomatillo green-chili salsa is fresh and couldn't have been made more than an hour ago. The subtly spiced pinto beans have a warm, homemade taste, and there's fluffy, soft rice underneath it all.    &lt;p&gt;My attempts to sample my kids' tacos and burritos are rebuffed, but they assure me this is the "best" fast food they've ever tasted. "It's way more satisfying than normal fast food, says my 19-year-old son, who's downed more than enough burgers and fries to know.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Chipotle is just one example of a new brand of green fast-food restaurant springing up across Europe and the U.S. faster than you can say, "Supersize my sprouts and tofu, please." These establishments provide the speed and convenience we've come to expect from conventional fast-food joints, but they're doing it while looking after the quality of the food and the health of the environment. &lt;/p&gt;     &lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;          &lt;span class="pagOn"&gt;1&lt;/span&gt;          &lt;span class="pag"&gt;&lt;a href="http://www.odemagazine.com/doc/52/not-the-same-old-drive-thru/2"&gt;2&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;          &lt;span class="pag"&gt;&lt;a href="http://www.odemagazine.com/doc/52/not-the-same-old-drive-thru/3"&gt;3&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;          &lt;span class="pag"&gt;&lt;a href="http://www.odemagazine.com/doc/52/not-the-same-old-drive-thru/4"&gt;4&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;          &lt;span class="pag"&gt;&lt;a href="http://www.odemagazine.com/doc/52/not-the-same-old-drive-thru/5"&gt;5&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;          &lt;span class="pag"&gt;&lt;a href="http://www.odemagazine.com/doc/52/not-the-same-old-drive-thru/6"&gt;6&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;          &lt;span class="pag"&gt;&lt;a href="http://www.odemagazine.com/doc/52/not-the-same-old-drive-thru/7"&gt;7&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;          &lt;span class="pag"&gt;&lt;a href="http://www.odemagazine.com/doc/52/not-the-same-old-drive-thru/8"&gt;8&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;          &lt;span class="pag"&gt;&lt;a href="http://www.odemagazine.com/doc/52/not-the-same-old-drive-thru/9"&gt;9&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;     &lt;a href="http://www.odemagazine.com/doc/52/not-the-same-old-drive-thru/2" class="sansBoldGrey"&gt;NEXT &gt;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.odemagazine.com/doc/52/not-the-same-old-drive-thru/all" class="sansBoldGrey"&gt;view as a single page&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-3307686423616922126?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/3307686423616922126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=3307686423616922126&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3307686423616922126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3307686423616922126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2008/04/not-same-old-drive-thru-via-ode-meat-is.html' title='Not the same old drive-thru'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-1817461076271218648</id><published>2008-01-20T08:49:00.001-03:00</published><updated>2008-04-08T23:02:20.096-03:00</updated><title type='text'>Pedalando pelo futuro</title><content type='html'>17 Jan 2008 19:01 para o Blogue Planeta Sustentável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um concurso organizado por três companhias apaixonadas por criatividade, inovação e meio ambiente, localizadas na baía de São Francisco, California (EUA) – no caso, o Google, a Specialized Bicycles e a agência Goodby, Silverstein &amp;amp; Partners – chamou a atenção de pessoas de todos os cantos do planeta, nos últimos três meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia era a de incentivar a criação de uma nova máquina movida a pedal – ou você acha que só bicicletas têm pedais? – que ajudasse a amenizar o impacto das mudanças climáticas, mas que respeitasse os critérios baseados em baixo impacto ambiental, criatividade e design.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de cem pessoas e grupos se inscreveram na competição. De "marinheiros de primeira viagem" a estudantes de grandes universidades, como o MIT  - Massachussets Institute of Technology.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vencedor da competição foi o Aquaduct, um veículo de filtragem móvel, prático e sustentável. Criado por um grupo de cinco estudantes de design da Califórnia, a máquina movida a pedal transporta e filtra água – é como um filtro que funciona com pedaladas que, por sua vez, movimentam o triciclo. Ele não emite gases tóxicos e ainda é extremamente funcional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-U-mvfjyiao&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-U-mvfjyiao&amp;amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Está nas mãos da próxima geração a solução para os problemas em que nos encontramos atualmente. O sucesso da competição ‘Innovate or Die’ provou que esses jovens têm a imaginação e a criatividade necessárias para encontrar soluções inovadoras e bastante viáveis para os problemas que assolam o planeta”, disse Rich Silverstein, sócio fundador da Goodby, Silverstein &amp;amp; Partners.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-1817461076271218648?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://super.abril.com.br/blogs/planeta/' title='Pedalando pelo futuro'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/1817461076271218648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=1817461076271218648&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1817461076271218648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1817461076271218648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2008/01/pedalando-pelo-futuro-17-jan-2008-1901.html' title='Pedalando pelo futuro'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-347596654138874061</id><published>2008-01-11T08:25:00.001-03:00</published><updated>2008-04-08T23:03:18.887-03:00</updated><title type='text'>O mundo esnoba as melhores idéias</title><content type='html'>Muitos produtos inovadores são descartados por falta de habilidade social de seus criadores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Álvaro Oppermann para Época Negócios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o tema é inovação, convém sempre desconfiar dos arautos. Um bom sinal, quando se trata de Scott Berkun, de 34 anos, autor do elogiado The Myths of Innovation ("Os mitos da inovação"). "A inovação é o grande transtorno de nossos dias", diz ele. Scott fala de cátedra. Contratado pela Microsoft em 1994, recém-saído da faculdade, foi promovido um ano depois a gerente do projeto do navegador de internet da empresa, o então incipiente Explorer. Com talento criativo e pendor para a organização, em pouco tempo estava ensinando o que aprendeu na gerência do projeto para outras equipes de engenheiros da Microsoft. Berkun deixou a empresa de Redmond um pouco antes de completar uma década lá dentro, e hoje é professor de pensamento criativo na Universidade de Washington, além de escritor. Para ele, os livros são uma das mais amáveis invenções humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Berkun disseca o tema, desmontando a visão idealizada que a maioria de nós faz da inovação. Diferentemente da lenda popular, a "epifania", o momento mágico de lampejo criativo associado aos grandes gênios, é algo praticamente inexistente. Quando William Shockley criou o transistor, ou Steve Wozniak (um dos fundadores da Apple em 1976) desenvolveu o computador pessoal, o processo foi árduo, envolto em incertezas e nuvens passageiras de pessimismo. É normal que seja assim, por um motivo: nós somos bem menos inovadores do que a nossa auto-imagem lisonjeira seria capaz de admitir. "As ondas de inovação são lentas. O telégrafo, o telefone, o PC e a internet levaram décadas para se desenvolver até se tornarem objetos do nossso dia-a-dia", afirma o autor.&lt;br /&gt;O lampejo criativo é raro: inovações como o PC e o telefone levaram décadas até se tornarem produtos cotidianos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num ambiente marcado pelo conservadorismo, o maior desafio do inventor (ou criador, ou inovador - Berkun pula livremente de um termo para outro ao longo da obra) é o de enfrentar a resistência do público. Aliás, encontrar apoio à nova idéia ou invenção - seja emocional, financeiro ou intelectual - é um desafio que depende de habilidades sociais que pouco têm a ver com o poderio intelectual ou criativo do inovador. Por esse motivo, diga-se, muitos produtos genuinamente inovadores jamais conheceram a luz do dia. A norma dita o contrário. "Eu acho que é bem raro que a 'melhor' idéia entre os experts se torne dominante. O HTML não é a 'melhor' linguagem de programação. Poucos cientistas crêem que o Windows seja o melhor sistema operacional, e poucos médicos consideram o Airborne o melhor remédio para a gripe. Na verdade, esse conceito de 'a melhor idéia' não existe", afirma Berkun.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais entraves à inovação são de ordem política e psicológica. Numa empresa de software, por exemplo, os designers muitas vezes se mantêm alheios ao fluxo de trabalho da equipe de negócios ou dos engenheiros, e suas idéias acabam fadadas ao fracasso prematuro. "Metade do jogo da inovação é saber juntar recursos com as pessoas certas, para que uma idéia brilhante decole", diz o autor. No lado da psicologia da inovação, as equipes de técnicos e de desenhistas costumam ser surpreendentemente conservadoras e tímidas na apresentação de idéias. "Numa situação de confronto, elas não permitem que sua paixão transpareça. Ironicamente, tal paixão seria seu grande trunfo", continua o autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, o inovador, para trilhar o caminho que vai da prancheta até as prateleiras, deve possuir outras duas características decisivas: um realismo nu e cru e uma persistência feroz. De acordo com Berkun, os consumidores estão pouco se importando se um produto é inovador ou não. A pergunta que todos os inovadores devem se fazer é se o novo produto atende ou não às necessidades reais desse consumidor. Ao longo da história, vale lembrar, o foco na solução de um problema específico do público foi o elo comum a todos os grandes inovadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Berkun também recorda que os grandes empreendedores - seja na 3M ou na Ford - venceram pela persistência, e não na primeira tentativa de acerto. Hoje em dia, um caso exemplar seria o do website Flickr, que permite a hospedagem e a troca de arquivos de imagem - um dos grandes sucessos da web 2.0. Originariamente, o Flickr foi concebido como jogo online. No início, atendia pelo nome The Game Neverending ("O jogo sem fim"). Quando a equipe criadora defrontou-se com dificuldades de financiamento, rapidamente mudou de prioridade, reconhecendo o valor da aplicação desenvolvida para troca de fotografias. "Essa é a pergunta que todo inovador deve se fazer: será que o meu invento não teria outras utilidades?", afirma Berkun. Afinal, o caminho da inovação está repleto de surpresas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flickr – Site de arquivamento e compartilhamento de fotos criado em 2004 pela canadense Ludicorp e comprado no ano seguinte pelo americano Yahoo!. Com mais de 24 milhões de usuários, funciona como uma rede de relacionamento&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-347596654138874061?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG80922-8376-11,00.html' title='O mundo esnoba as melhores idéias'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/347596654138874061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=347596654138874061&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/347596654138874061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/347596654138874061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2008/01/o-mundo-esnoba-as-melhores-idias-muitos.html' title='O mundo esnoba as melhores idéias'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-4162331025210012505</id><published>2007-10-23T16:38:00.002-03:00</published><updated>2008-04-08T23:03:52.559-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>Por trás dos links, as pessoas</title><content type='html'>Há dois séculos, a ciência descobriu e passou a analisar as redes. Há vinte anos, elas estão revolucionando o jeito de a sociedade se relacionar consigo mesma&lt;br /&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/_Dalton-Martins_"&gt;Dalton Martins&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://diplo.uol.com.br/_Hernani-Dimantas_"&gt;Hernani Dimantas&lt;/a&gt; para o Le Monde Diplô&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O matemático suíço Leonhard Euler foi, em 1780, o precursor do pensamento analítico sobre redes. Suas primeiras idéias diziam que eram compostas por nós e links — elos que ligam os nós. Os links são aleatoriamente espalhados entre os nós, formando redes de distribuição aleatória. A teoria de Euler aponta para o caos, ao sustentar que não existem nós centrais e que toda a rede é desprovida de hierarquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra rede tem assumido novas conotações, e novas estruturas de comunicação surgiram, potencializando as possibilidades de conversação e circulação da informação. As estruturas matemáticas criadas por Euler para análise das redes passaram a ganhar maior relevância, mas muitas de suas previsões se mostraram sem sentido quando começamos a olhar para as redes sociais, a forma como os seres humanos se organizam — e para como se articulam nossas ações em rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Euler estivesse correto, os quase 6 bilhões de seres humanos (nós) no planeta deveriam ter aproximadamente o mesmo número de amigos (links). No entanto, nos anos 60, Stanley Milgram, um pesquisador da Universidade de Harvard, realizou um experimento que ficou conhecido como o "os 6 graus de separação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A compreensão popular do experimento de Milgram aponta que estamos a apenas 6 graus de qualquer pessoa no mundo. Exemplo: será que conheço alguém, que conhece outro alguém, que conhece alguém que te conhece? Estar no máximo a 6 níveis de separação de qualquer outra pessoa significa que o mundo é pequeno pra caramba.&lt;br /&gt;O foco nas experiências sociais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, os resultados que Milgram obteve de seus experimentos foram mais radicais. Bem diferentes. Ele descobriu situações como as seguintes:&lt;br /&gt;&gt; Três níveis de separação: algumas pessoas possuem links privilegiados, logo conseguem conectar-se com outras por três níveis de separação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Cem níveis de separação: outras pessoas precisam de em torno de cem links para chegarem a outras pessoas. É sinal de que são grupos de pessoas bem mal conectados, mal posicionados na estrutura das redes sociais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Sem links: muitas pessoas possuem poucos ou nenhum link, restando como verdadeiras ilhas isoladas dentro da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surge, do experimento de Milgram, uma nova forma de enxergar as redes. O foco está nas experiências sociais. Os nós não seriam conectados aleatoriamente uns aos outros. Alguns deles aglutinam posições estratégicas, como elos. Ou seja, pessoas assumem papéis de protagonismo social a partir de suas possibilidades de conexão com outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para validar tal premissa, um sociológo norte-americano, Mark Granovetter, realizou um outro experimento no final dos anos 60. Tinha por objetivo pesquisar a forma como as pessoas procuravam emprego. Granovetter identificou que a sociedade era formada por grupos de pessoas, ou clusters. Ele percebeu que as pessoas que possuíam conexões ou relações distantes com outras fora círculo familiar tinham duas vezes mais chances de conseguir uma vaga do que pessoas que tinham mais conexões próximas apenas no âmbito da família e dos amigos próximos. A análise de Granovetter era de que grupos próximos mais fortemente conectados possuíam interesses similares, logo com menos possibilidades de inserção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um novo padrão de relações entre as pessoas&lt;br /&gt;Essas descobertas geraram uma revolução no pensamento da sociologia da época. Novas propostas de como potencializar as conexões entre as redes sociais começaram a surgir. Pensando estrategicamente, o número de conexões era fundamental para ampliar a circulação da informação, seja de idéias, de vagas de emprego ou de experiências compartilhadas.&lt;br /&gt;Coincidentemente ou não, estamos falando da mesma época do surgimento da Internet, as primeiras conexões entre computadores, permitindo que mensagens bastante simples fossem trocadas e que pessoas pudessem estabelecer novos links de conexão entre si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia que vinha sendo desenvolvida parecia permitir uma ampliação nesse potencial de conexão entre as pessoas, criando novas possibilidades de ampliação da capilaridade das redes sociais. Novas formas de conexão, de estabelecimento de links, novas formas de desenharmos nossas próprias redes e os grupos de pessoas organizados em torno da tecnologia. Surgia a dinâmica do virtual, do email, das listas de discussões e das possibilidades de nos linkarmos usando as tecnologias da rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De lá para cá, muitas idéias foram implementadas, muitas tecnologias foram desenvolvidas. Surgiram Yahoo, Google, Orkut, MySpace, Facebook, Ning, Blogger, Youtube e tantas outras possibilidades de conversação em rede. Das muitas promessas de ampliação da conexão e do "todos conversando com todos", que as tecnologias da informação trouxeram, ainda observamos os mesmos padrões de comportamento das redes: clusters extremamente influentes nas articulações em rede e grupos isolados, com pouca ou nenhuma conectividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novas tecnologias e novos desafios pela frente. O cenário está montado. Emerge um espaço para construção de um diálogo contínuo por várias lentes e percepções das dinâmicas de conversação, de desenvolvimento e ação que as novas tecnologias permitem a partir da construção de novas formas de redes sociais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-4162331025210012505?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/4162331025210012505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=4162331025210012505&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/4162331025210012505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/4162331025210012505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/10/por-trs-dos-links-as-pessoas-h-dois.html' title='Por trás dos links, as pessoas'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-5565528364277916170</id><published>2007-10-23T16:36:00.001-03:00</published><updated>2008-04-08T23:04:30.616-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoas'/><title type='text'>A Revolução das segundas-feiras</title><content type='html'>ECONOMIA ALTERNATIVA&lt;br /&gt;Acaba de realizar-se no Uruguai a VI Feira Nacional da Economia Solidária. Evento irrelevante e experiências micro? Respondo: micro-revolucionário, mas mega-transformador. Gosto dos heróis invisíveis&lt;br /&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/_Carola-Reintjes_"&gt;Carola Reintjes&lt;/a&gt; para Le Monde Diplô&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A globalização econômica é a globalização dos cristais quebrados. A Economia Alternativa e Solidária funde estes milhões de pedacinhos partidos, milhões de pedacinhos micro. Fundidos a temperatura rebelde, transformam-se em espelho cristalino, um espelho do que é a economia neoliberal, e do que pode ser uma economia inovadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Uruguai, não houve a revolução. Não se apresentou uma tese de doutoramento sobre macro-economia. Não houve nada transcedental, nem inédito. Mesmo assim, tudo o que se apresentou é profundamente inovador e revolucionário. Micro-revolucionário, mas mega-transformador.&lt;br /&gt;Há quem prefira as grandes revoluções. Sabem o que digo? Já me cansei das mega-revoluções e dos super heróis. Prefiro os heróis invisíveis, ao mesmo tempo tão visíveis, milhões de camponesas e artesãos. Empreendedores comprometidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquelas formiguinhas que fazem sua revolução às segundas-feiras de manhã. Todos os dias. Todos os anos. Uma eternidade. E o fazem sem dar grande importância. Sem discursos eloqüentes nem campanha publicitária. Mas fazem. Transformam, dia após dia, o ambiente econômico e social. Repensam e reconstróem conceitos. Transformam pensamentos e realidades sócio-econômicas. Seus empreendimentos auto-administrados, que contestam a economia neoliberal, são exemplo vivo de que "outra economia é possível".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão necessária. Nos rendemos, nos declaramos vencidos diante dos vencedores, os novos senhores do mundo. Entregamos o terreno da economia para seu jogo de roleta-russa. Jogo sem piedade, que arrasa com a lógica esmagadora do aumento incessante de lucros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No pensamento neoliberal, sob o dogma do livre mercado, tanto o conceito de riqueza como os indicadores para medi-la parecem reduzir-se ao valor produtivo e mercantil. Não pesam o impacto social, cultural e ambiental da atividade econômica. Endeusam uma escala de valores que atiça a competição entre os atores sociais e econômicos, e coloca o paradigma social e do meio ambiente a serviço da produção econômica e de parâmetros utilitaristas e mercantilistas.&lt;br /&gt;Economia rebelde. Mudança radical das pautas de pensamento, organização pessoal e consumo&lt;br /&gt;A Economia Alternativa e Solidária é rebelde. Tem potencial subversivo de empoderamento das comunidades e transformação social. Está ao alcance de nosso quotidiano, mas tem enorme potencial. Não é apenas a reorganização mais justa da atividade econômica, mas mudança radical das pautas de pensamento, organização pessoal e consumo. Vê os seres humanos como sujeitos e atores principais da transformação social, econômica, de política e cultura. Coloca-os no centro da economia, como protagonistas e beneficiários. Sua origem e fim é o cidadão responsável, que quer manter controle sobre como se produz, troca, consume, investe ou economiza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também pretende enfrentar o desafio de criar um equilíbrio entre a atividade econômica e social e sua dimensão ambiental. Assume a dualidade dos valores — meio-ambiente e interesses sociais ou individuais — como algo que contribui para a dimensão integral da produção de riquezas. Natureza e pessoa não são recursos, mas valores supremos com direitos. A diversidade das pessoas tem uma importância especial em sua dimensão cultural, de raça, religião ou gênero. Exige respeito ao à diversidade — que se transforma em valor (e não obstáculo) à vontade de integrar o planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso obriga a repensar conceitos como riqueza e bem-estar social. Que projeto permitem assegurá-los para todos? Haverá vencedores e vencidos? Como assegurar poder equilibrado entre quem produz e quem consome? Por que caminhos construir o poder cidadão? Ou iríamos nos reduzir a votar uma vez a cada tantos anos, se podemos decicir diariamente, por meio de nossas ações e atitudes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como dizem os organizadores da VI Feira de Economia Solidária, em Montevidéu: "ela é muito mais do que se vê". Boa sorte! E a Feira Permanente da Economia Alternativa e Solidária nem bem começou, por todo o mundo. E vivam as formiguinhas da revolução das segundas-feiras.&lt;br /&gt;Tradução: Gabriela Leite Martins &lt;a class="spip_out" href="mailto:gabrielaleite89@gmail.com"&gt;gabrielaleite89@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="spip_out" href="http://diplo.uol.com.br/_Carola-Reintjes_"&gt;Carola Reintjes&lt;/a&gt; é colunista do Caderno Brasil de Le Monde Diplomatique. Edições anteriores da coluna:&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-5565528364277916170?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://diplo.uol.com.br/2007-10,a1966' title='A Revolução das segundas-feiras'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/5565528364277916170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=5565528364277916170&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/5565528364277916170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/5565528364277916170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/10/revoluo-das-segundas-feiras-economia.html' title='A Revolução das segundas-feiras'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-5334401809486474455</id><published>2007-09-08T11:59:00.001-03:00</published><updated>2008-04-08T23:05:29.738-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inglês'/><title type='text'>Solving the World's Energy Problems - With LEGO</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;MANCHESTER, New Hampshire, September 7, 2007 (ENS) - More than 100,000 middle-school students in 38 countries are poised to create solutions for the energy needs of a growing world population - with robots and LEGO, the snap-together plastic building blocks.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;An organization called For Inspiration and Recognition of Science and Technology, FIRST, Thursday launched its 10th anniversary FIRST LEGO® League season with the unveiling of the 2007 Power Puzzle Challenge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Challenge calls for teams of middle-school students, ages 9 to 14, to use robotics to understand and create solutions for one of the world's most critical environmental issues - energy management and conservation.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To create a theme and Challenge missions that parallel real issues, FIRST collaborated with the Gulf Coast Combined Heat and Power Application Center, the Department of Chemical Engineering at the University of South Carolina, and the Second Hill Group, an independent consultant on energy, environment and green design.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To accomplish missions involving solar panels on houses, hydro-dams, wind turbines and tree planting, teams will program their robots to find sustainable options to meet the world’s growing energy needs in environmentally sound ways.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The environment is a huge concern for everyone, including kids," said Dean Kamen, who founded FIRST. "Giving them a hands-on experience that allows them to use their imaginations and creativity in combination with science and technology to solve a real-world problem is empowering. It captures the true spirit of FIRST LEGO League and unleashes the creative problem solving skills today’s kids need for building a better tomorrow."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIRST also kicked off the 2007 Junior FIRST LEGO League Power Puzzle season Thursday for six to nine year-olds.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;After eight weeks of preliminary matches, the competition season culminates at high-energy, sports-like tournaments.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teams will compete to participate at the FIRST LEGO League World Festival, to be held in conjunction with the FIRST Championship, April 17-19, 2008 at the Georgia Dome in Atlanta, Georgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"FIRST LEGO League so brilliantly captures the natural curiosity and creativity of youth, and combines it with real-world issues and research and teamwork activities that put children in a position of identifying and creating innovative solutions to big problems," said Jens Maibom, vice president, LEGO Group.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Founded in 1932, the LEGO Group is a privately held, family owned company, based in Billund, Denmark. The name LEGO is an abbreviation of the two Danish words "leg godt," meaning "play well."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copyright Environment News Service (ENS) 2007. All rights reserved.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-5334401809486474455?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/5334401809486474455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=5334401809486474455&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/5334401809486474455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/5334401809486474455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/09/solving-worlds-energy-problems-with.html' title='Solving the World&apos;s Energy Problems - With LEGO'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-6332443661760017540</id><published>2007-09-04T11:38:00.001-03:00</published><updated>2008-04-08T23:06:09.976-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoas'/><title type='text'>Você 3.0</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Bem-vindo à nova era da globalização: primeiro empresas. Agora é a sua vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;texto de Simon Kuper para &lt;a href="http://super.abril.com.br/super2/revista/materia_revista_245897.shtml"&gt;Superinteressante&lt;/a&gt; coordenação Adriano Sambugaro, Carlo Giovani e Sérgio Gwercman&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou inglês, ou pelo menos é isso que diz meu passaporte. Outro dia, sentei na minha casa em Paris para escrever uma reportagem encomendada por um jornal argentino que eu havia apurado em Miami. Dei os últimos retoques no texto dentro de um trem que atravessava a Bélgica. Ao chegar à estação central de Amsterdã, meu destino final, conectei o notebook à rede de internet sem fio e, sentado num cantinho, ao lado da minha esposa americana, enviei o artigo por e-mail para Buenos Aires. Me senti o perfeito trabalhador globalizado. Como diria o colunista do The New York Times Thomas Friedman em seu livro O Mundo É Plano, eu era uma minimultinacional trabalhando no meu escritório virtual global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mundo está entre as obras mais importantes para entender esse novo fenômeno. O livro explica por que pessoas como eu são o seu futuro. Já está claro que, na sua e na minha carreira, a maior parte do dinheiro virá dos trabalhos globais. Agora só nos resta desvendar um detalhe - nada irrelevante, aliás: quem terá a chance de se tornar global e quem será atropelado pelo processo, sendo deixado para trás na corrida da globalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova globalização&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como foi que chegamos a este estágio? Afinal, globalização (essa palavra horrível) costuma ser usada para se referir a empresas ou produtos. Pois Friedman decretou que essa globalização caducou. A coisa funciona assim: em 1492, Colombo pegou seu barco e mostrou que o mundo ia bem além da Europa. Começava a globalização 1.0,com as nações percebendo que poderiam fazer negócios no mundo todo. O marco seguinte veio por volta de 1800, com a Revolução Industrial, que forçou as empresas a se multinacionalizar em busca de novos mercados para vender seus produtos - e mão-de-obra barata para fabricá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era a globalização 2.0. A era que estamos vivendo, a globalização 3.0, "é sobre indivíduos se globalizando". As raízes desse fenômeno estão fincadas em uma variedade de tecnologias que, por volta do ano 2000, começaram a ficar disponíveis ao grande público (o preço ficou acessível, para ser mais claro). Vamos a elas: conexões à internet estão cada vez mais velozes. Os computadores, baratos. Softwares sofisticadíssimos ficaram tão simples que podem ser usados por semi-analfabetos tecnológicos. E o Google mostrou-se capaz de colocar pessoas sentadas na sala de casa em contato com boa parte da informação mundial. Por fim o número de usuários da internet teve um crescimento exponencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado disso tudo é que quando se afirma que o mundo é plano não estamos falando na possibilidade de ficar de papo com qualquer pessoa no planeta através do computador de casa. É muito mais do que isso. Mundo plano quer dizer que após a queda do Muro de Berlim, a abertura dos mercados da Índia e da China e a redução dos impostos alfandegários, podemos muito mais do que conversar com todos: agora podemos nos conectar a qualquer habitante do planeta (desde que ele não viva nas ditaduras da Coréia do Norte ou de Mianmar, é claro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma breve história global&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os imigrantes que deixaram Nápoles rumo a São Paulo na virada do século 20 estavam trocando um planeta por outro. Havia muito pouco em comum entre esses dois lugares. A comida era diferente, a música era outra e os hábitos sociais não se pareciam em quase nada. Hoje, com o ciberespaço, eles poderiam ter conseguido um emprego em outro país sem ter de abandonar a macarronada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gerentes industriais e editores de revista contratam profissionais como eu, que eles nunca viram pela frente, e que trabalham sentados numa cadeira do outro lado do mundo. A Índia é hoje um dos principais pólos desse tipo de serviço. Friedman encontrou lá contadores cuidando, via internet, do Imposto de Renda de clientes americanos. Viu nerds programando jogos de computador para desenvolvedores na Califórnia. Atendentes de call center em Nova Délhi recebendo telefonemas feitos para o serviço de atendimento de empresas americanas. Achou raios X tirados na madrugada dos EUA sendo examinados em tempo real por médicos na Austrália, onde já era dia. Ao ler O Mundo, até eu pensei em importar da Índia umas pesquisas jornalísticas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terrorismo: outro fenômeno globalizado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem sempre, porém, a nova realidade é uma maravilha. Talvez o melhor exemplo da nova logística global seja a rede terrorista Al Qaeda. Os ataques de 11/9 foram detonados nos EUA por um time de sauditas comandados por um egípcio educado na Alemanha e guiado por um chefe na zona rural do Afeganistão. As teorias conspiratórias que incluem os governos israelenses e americanos na trama costumam se esquecer o quão fácil se tornou para uma pessoa comum realizar um trabalho global altamente sofisticado - Mohammed Atta, chefe dos seqüestradores, comprou sua passagem no AA.com, site da American Airlines. Simples assim. Ou então pegue a rede global de jornalistas e designers que criou esta reportagem. A idéia original - exemplificar na realização da matéria o fenômeno de que estamos tratando - partiu da redação da revista, em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por e-mail, fui convidado a escrevê-la aqui de Paris. Enquanto isso, o diretor de arte da Super fuçava sites especializados em busca de ilustradores. Os colaboradores escolhidos eram gente de que ele nunca ouvira falar, espalhados pelo Brasil, Canadá, Espanha e Rússia. Tudo parece muito elaborado, mas na prática o processo inteiro custou a mesma coisa e foi praticamente idêntico ao de qualquer outra reportagem da Super - a única diferença foi que precisamos nos comunicar por Skype ou Messenger em vez de fazer uma reunião ao vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como participar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora vem a má notícia. A globalização não é uma festa para a qual todos estão convidados - esse é o drama de toda boa festa, aliás. Mesmo que a hostess da porta seja bonitinha, ela decide quem entra e quem não entra com a mesma crueldade de um leão-de-chácara. O que fazer para conseguir um convite?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí vai o caminho das pedras. Para ser um trabalhador global, você precisa de duas ferramentas: um computador com internet e domar o inglês. Quando combinados, esses dois requisitos excluem mais de 90% da população do planeta. É um equívoco, portanto, acreditar que não há barreiras para a globalização 3.0. A maioria não tem essas ferramentas básicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja o caso do Brasil: numa população de 189 milhões de pessoas, cerca de 30 milhões têm acesso à internet. Globalmente estima-se em 694 milhões os maiores de 15 anos que acessam a rede - apenas 14% de toda a população mundial nessa faixa etária. Não pense, porém, que o fato de você fazer parte desses 14% de privilegiados lhe garante uma vaga no mercado de trabalho global. Você precisará se virar na hora de falar inglês, porque colaboradores têm de se comunicar e o inglês é a língua escolhida para essa tarefa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do you speak english?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um chinês conversa com um francês, ainda que de forma rudimentar, eles usam o inglês. Inglês é, também, a língua que eu usei para me comunicar com a Super. Se meu texto tivesse de ser traduzido do alemão ou do cantonês, isso significaria um acréscimo de tempo e de custo. Da mesma maneira, O Mundo É Plano teria muito menos chance de atrair a atenção de uma editora brasileira se tivesse sido escrito originalmente em sueco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como no acesso à internet, a exigência de usar o inglês elimina da concorrência parcelas enormes do planeta. A revista The Economist apresentou (em inglês, é claro) os seguintes números sobre essa questão: apenas cerca de 25% da população mundial ao menos arranha o inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos outros estão tentando tirar o atraso. Tenho um amigo que viajou para a China para ensinar inglês. Ele dava aulas matinais em parques públicos que atraíam milhares de pessoas dispostas a pagar por elas. Paris há um século era a capital da língua global da elite, o francês. Hoje, as crianças parisienses começam a aprender inglês no jardim-de-infância. David Graddol, do Conselho Britânico, o braço cultural global do governo britânico, afirma que "em uma década, cerca de um terço da população mundial estará tentando aprender a falar inglês".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por hora, quem não sabe falar inglês está fora do jogo - uma péssima notícia para o Brasil. Em minhas visitas ao país, nos anos 90, encontrei um país monolíngüe. Falar inglês não me levava a lugar nenhum.É claro que também o Brasil está se globalizando. Mas até a localização do país atrapalha a jornada dos que tentam se tornar trabalhadores globais. Para quem tem essa idéia na cabeça, o melhor lugar para estar não é Bangalore, capital tecnológica da Índia, que Friedman tanto admira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem a multinacional, multicultural e multidinâmica Toronto, no Canadá, escolhida por Pico Iyer em seu excelente livro The Global Soul ("A Alma Global", sem versão em português). Sem dúvida, não há lugar mais apropriado que um pequeno triângulo num continente freqüentemente acusado de estar se tornando asilo de luxo para sua população envelhecida: a região noroeste da Europa, centrada em Londres, Paris e Bruxelas. Essa área é um laboratório de observação do futuro do trabalho globalizado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-6332443661760017540?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/6332443661760017540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=6332443661760017540&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6332443661760017540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6332443661760017540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/09/voc-3.html' title='Você 3.0'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-8385578840666936104</id><published>2007-08-29T23:56:00.000-03:00</published><updated>2007-08-29T23:57:08.670-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Ainda falta senso de urgência diante da crise ambiental&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Darlene Menconi, do &lt;a href="http://mercadoetico.terra.com.br/noticias.view.php?id=1086"&gt;Mercado Ético&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão ambiental ainda não chegou à sociedade e à realidade das empresas com o devido senso de urgência. Essa foi uma das principais conclusões dos participantes do Fórum de Desenvolvimento Sustentável, promovido pela Editora Globo com apoio da Revista Época e o patrocínio da Petrobras, realizado nesta quarta-feira (29/8) em São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O aquecimento global não é mera figura de imaginação ou teoria de professores universitários, é realidade” - afirmou o físico José Goldemberg, professor da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE). Ex-secretário estadual do Meio Ambiente, Goldemberg destacou três evidências do processo de mudanças climáticas: a elevação da temperatura média do planeta, o aumento do nível dos oceanos e o derretimento das geleiras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o início da era industrial, em 1850, até hoje, a temperatura da Terra subiu 0,7 grau Celsius e deve chegar a 2 graus Celsius até 2050. Por conta desse aumento, a água dos oceanos tende a se expandir, e o nível do mar deve subir mais 20 centímetros até meados de 2050, segundo Goldemberg. O grande efeito disso, diz o físico, pode ser o colapso dos serviços de esgoto nas cidades litorâneas. “Isso afeta o porto e a cidade de Santos imediatamente porque, com a elevação do nível do mar, o esgoto em vez de correr da terra para o mar pode fazer justamente o percurso contrário”, explicou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saída para contornar os efeitos das mudanças climáticas, segundo os próprios especialistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) está na adoção de novas atitudes que levem em conta a realidade do aquecimento global. A primeira delas é lutar pela maior eficiência em todos os setores econômicos - e foi justamente esse um dos denominadores comuns nas palestras do Fórum de Desenvolvimento Sustentável, que reuniu empresários, acadêmicos e representantes do setor petrolífero e da construção civil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVOS PARADIGMAS E MAIS EFICIÊNCIA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A urgência em adotar novas práticas passa pelas indústrias de base, pela agricultura, pelo setor de transportes e o de construção, que devem ser cada vez mais eficientes. “Fica claro que é necessário mudar de paradigma urgentemente. Ainda há um total descolamento da crise ambiental que vivemos, mostrada claramente pela ciência, e a realidade do mundo dos negócios”, alerta Miguel Milano, vice-presidente da Fundação Boticário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No setor energético, garante José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, investir em eficiência e em tecnologia é o segredo da sobrevivência. De olho na realidade brasileira em 2020, Gabrielli avalia que o petróleo ainda deve ter uma longa história. A tendência, ele prevê, é que os biocombustíveis respondam por cerca de 20% da matriz energética nacional nessa ocasião. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As pressões energéticas, ambientais e a eficiência vão exigir novas posturas em 2020”, diz o presidente da Petrobras. Entre elas estaria a expansão da produção de gás, o crescimento dos combustíveis renováveis, como o etanol e o biodiesel. E, sobretudo, a expansão da indústria de petroquímica. “Saímos do aço e do metal para a cultura do plástico e dos biopolímeros”, ele diz. Para isso, assegura Gabrielli, é preciso investir em pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico. Só a Petrobras deve aplicar US$ 22,5 bilhões ao ano em tecnologia de hoje até 2020.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-8385578840666936104?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/8385578840666936104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=8385578840666936104&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/8385578840666936104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/8385578840666936104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/08/ainda-falta-senso-de-urgncia-diante-da.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-8949509587063913482</id><published>2007-08-29T23:51:00.000-03:00</published><updated>2007-08-29T23:53:28.645-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoas'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Trabalho de estudante brasileira será apresentado em conferência promovida pela ONU &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho "Células de Transformação" de Aline Roldan, 18 anos, uma das brasileiras que ganhou o Prêmio do Milênio Mundial (veja o texto abaixo), será apresentado em conferência da ONU. Aline será uma das palestrantes da 60ª Conferência da DPI/NGO, uma rede de ONGs do Departamento de Informação Pública da Organização das Nações Unidas. Esse ano a Conferência terá como tema "Superando as mudanças climáticas: ações estratégicas globais e locais" e será realizada de 5 a 7 de setembro em Nova Iorque. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Prêmio do Milênio Mundial, vencido por Aline na categoria Desenvolvimento Sustentável, reuniu estudantes secundaristas de vários países, que apresentaram projetos sobre quinze desafios propostos pelo Projeto Millenium, uma rede de futuristas e pesquisadores de diversas áreas do conhecimento, representado no Brasil pelo Núcleo de Estudos do Futuro da PUC-SP. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra brasileira premiada no concurso foi Maria do Rosário Gomes da Silva, na categoria Tomada de Decisões. Maria do Rosário venceu também, recentemente, o concurso "Uma Utopia para o Século 21",organizado pela Universidade do Porto, em Portugal, com a redação "Do outro lado do muro" (leia abaixo). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A participação de Aline ainda não foi confirmada por falta de recursos para pagar as despesas de viagem, dela e de um acompanhante. Mercado Ético convoca empresários e parceiros para ajudarem Aline a ajudar o mundo. Contatos pelo email mercadoetico@mercadoetico.com.br. &lt;br /&gt;Células de Transformação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvimento sustentável é o novo paradigma que torna possível a realização plena de toda a humanidade ao fornecer o básico para a realização da humanidade em cada um. Diante da conjuntura atual e das tendências para o futuro, é necessário que a sustentabilidade esteja presente nos mais variados contextos, acessível e possível a todos. Sob esse prisma um novo modelo de desenvolvimento deve perpetrar a sociedade ao apresentar e concretizar as soluções de problemas para os quais nosso atual modelo de desenvolvimento não tem respostas. Seriam pequenas sementes que plantadas nas falhas do asfalto originariam árvores. Seriam células de transformação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Células &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Células seriam "núcleos de desenvolvimento local e sustentabilidade", que aliariam as soluções nas esferas econômica, social e ambiental, não segmentando-as, e sim contemplando a ligação direta que possuem, pois os problemas de natureza ambiental são também de natureza social, econômica e política. Negligenciar um desses âmbitos inevitavelmente gera conseqüências danosas aos outros, ao passo que considerar a sustentabilidade em sua amplitude, apresenta como uma resposta efetiva aos mais variados problemas pelos quais o mundo atravessa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao refletir sobre os vários significados da palavra célula, amplia-se o entendimento, e porque não a beleza, do que seriam as Células de Transformação: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• célula como "estrutura musical mínima, a partir da qual se faz uma composição", Célula como uma semente, um exemplo de sustentabilidade em pequena escala a partir do qual a sociedade poderá compor um novo paradigma, uma nova "melodia" a partir das primeiras "notas"; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• célula como "grupo de pessoas com ideal e atuação afins", Célula como algo que depende da atuação de pessoas com ideais e propósitos semelhantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• célula como "unidade fundamental dos seres vivos", Célula como parte de um todo, uma sustentabilidade envolvente e integrada, que nasce inserida na sociedade e não externa a ela, floresce a partir do caos, sendo a Terra o grande ser vivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, as Células ganham o sentido de "parte que compõem o todo" abrangendo a ambigüidade do verbo (compor = fazer;construir), uma vez que o todo é composto de partes, e as partes constroem o todo, elas fazendo parte, fazem um novo todo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conjuntura atual e tendências para o futuro &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em escala global, a humanidade presencia o agravamento de inúmeros problemas como a degradação ambiental e as conseqüentes mudanças climáticas, a miséria, a violência, etc. Se nada for feito essa situação tende a piorar com, entre outros fatores, a crise energética, o aumento da ocorrência de catástrofes naturais e doenças causadas por vírus e bactérias com a elevação da temperatura e o crescimento da população em relação a produção de alimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas raízes desta problemática está um modelo econômico que, desconsiderando as questões ambientais e sociais, destrói o equilíbrio necessário à vida de todas as espécies e coloca a humanidade em risco. Diante disto, para a construção de um verdadeiro desenvolvimento sustentável, o desenvolvimento econômico e a proteção ambiental, assim como o um sistema social equilibrado, são questões inseparáveis. Sob esta perspectiva e contexto mundial, "núcleos de desenvolvimento local e sustentabilidade" atuariam na solução de diversas questões e, mais do que isso, facilitando a transformação humana individual e coletivamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Núcleos de desenvolvimento local e sustentabilidade &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o objetivo de difundir, educar, aplicar conceitos de sustentabilidade ambiental, social e econômica, núcleos de desenvolvimento poderiam ser implantados nas mais variadas partes do mundo e em diferentes contextos, seja em zonas urbanas, rurais ou de proteção ambiental,em meio a comunidades, vilas ou cidades, eles teriam um "alcance global, mas local em sua aplicação". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inspirados no conceito de Ecovila, os Núcleos seriam incubadoras de desenvolvimento sustentável que atuariam divulgando tecnologias ambientalmente corretas e promovendo o desenvolvimento local. Diferentemente do conceito de Ecovila, que visa apenas garantir as próprias necessidades, realidade evidenciada pelo fato de muitas delas estarem localizadas em lugares isolados, os núcleos agregariam o entorno envolvendo-o: a medida que comprometidos e ligados com às demandas locais e às necessidades da comunidade a sua volta, se tornariam interessantes para a população local nos aspectos econômico, social, cultural e ambiental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sustentabilidade é um modelo que contempla as esferas econômica, social, cultural e ambiental, e sua aplicação varia de acordo com as necessidades locais abrangendo os mais variados âmbitos da vida em sociedade: Educação e cultura, saúde, produção de alimentos, saneamento básico, economia, administração, ecologia com relação a preservação do ambiente, energia, construção. Considerando o iminente aumento das ocorrências de catástrofes naturais, os núcleos teriam um papel fundamental na resposta para colapsos, pois estariam preparados para dar apoio após desastres, além de apresentar alternativas diante da desarticulação possível de cidades e do sistema produtivo com colapsos ambientais, uma vez que descentralizam a produção agrícola e energética e o tratamento de água e esgoto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo em vista possíveis entraves na concretização dos objetivos das Células, alguns conceitos e mecanismos, as chamadas "estratégias para a sustentabilidade", atuariam de forma a garantir a integridade na formação dos núcleos através da independência destes com relação a interesses não convergentes e questões locais de poder, da fiscalização mútua entre os envolvidos (Núcleo, Rede, Comunidade e Governo) e da cooperação entre as células. Entre essas estratégias está a formação de uma rede composta por diferentes profissionais capacitados para avaliar o desenvolvimento e a sustentabilidade dos núcleos e por representantes dos núcleos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa rede fiscalizaria o processo e administraria os recursos financeiros (recebendo–os e os direcionando aos núcleos de acordo com as necessidades destes). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de formação destas Células abrangeria duas etapas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. "GESTAÇÃO", na qual o núcleo está "crescendo", ou seja, envolvendo o entorno e construindo a sua sustentabilidade. Nesta primeira parte o núcleo receberia investimento através de uma rede. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. A segunda etapa seria caracterizada pelo alcance da sustentabilidade, ou seja, ao término do prazo estabelecido previamente para o projeto, o núcleo não mais necessitaria de investimento externos, seja da REDE, que não mais o forneceria, ou de outras iniciativas, alcançando independência, cessando seu crescimento uma vez que teria envolvido já a comunidade. Neste ponto ele estaria consolidado, o núcleo e o entorno tendo atingido a sustentabilidade, formando juntos o que poderia ser chamado de Ecovila. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, para que a verdadeira sustentabilidade nasça é preciso não só a ecologia no sentido de proteção ambiental, mas também a ecologia humana, pois somente através do resgate do ser humano, a conscientização, a sua valorização como indivíduo e o atendimento a todas as suas necessidades essenciais à vida, que a humanidade deixará de destruir o ambiente, respeitando o delicado equilíbrio entre as mais variadas formas de vida. Quando os homens deixarem de se tratar como animais, talvez os animais deixem de ser tratados como coisas, e o planeta seja respeitado como um lar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-8949509587063913482?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://mercadoetico.terra.com.br/noticias.view.php?id=772' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/8949509587063913482/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=8949509587063913482&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/8949509587063913482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/8949509587063913482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/08/trabalho-de-estudante-brasileira-ser.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-3925929427240453490</id><published>2007-08-08T11:53:00.000-03:00</published><updated>2007-08-08T11:55:09.251-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pessoas'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;"Um Pé de Quê?" volta ao canal Futura e torna-se "carbono neutro"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Da Redação Canal Futura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A apresentadoraRegina Casé exploraa flora brasileira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "Um Pé de Quê?", programa apresentado por Regina Casé que mostra a diversidade da flora brasileira, volta à grade do Canal Futura nesta quarta-feira (1/8) com uma novidade: o programa tornou-se "carbono neutro". A produção do "Um Pé de Quê?" diz que "todas as emissões de carbono" geradas pela realização do programa em 2007 "serão neutralizadas com o plantio de árvores". Para marcar a reestréia da série que completa sete anos, a nova temporada começa com um episódio sobre o aquecimento global. No programa, Regina Casé analisa as características botânicas de uma planta e a partir daí as relaciona com passagens da história e da cultura brasileira como música, história, antropologia, culinária e paisagismo. Serão temas da nova temporada plantas como o Visgueiro, o "Rei das Matas Pernambucanas", e a Camélia, que se tornou símbolo da luta abolicionista. Um dos episódios inéditos comemorará os 70 anos do Parque Nacional de Itatiai, o primeiro criado no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UM PÉ DE QUÊ? Onde: Canal Futura&lt;br /&gt;Quando: quartas, a partir de 1º de agosto Horários: às 22h Reprises: quinta-feiras às 2h, sábados às 16:30h, domingos às 19h e segundas às 16h&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-3925929427240453490?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://televisao.uol.com.br/ultnot/2007/07/31/ult4244u271.jhtm' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/3925929427240453490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=3925929427240453490&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3925929427240453490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3925929427240453490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/08/um-p-de-qu-volta-ao-canal-futura-e.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-852802213221596216</id><published>2007-08-04T10:57:00.001-03:00</published><updated>2007-08-04T10:58:35.246-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Strengthening Local Economies &amp; Sustainable Communities&lt;br /&gt;By WWI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Strong local economies are the foundation of strong communities that can grow and withstand the pressures of an increasingly urbanized world, according to State of the World 2007. And strong communities require a holistic approach that not only provides the traditional deliverables of economic development—jobs, income, wealth, and security—but also protects the environment, improves community infrastructure, increases and develops local skills and capacity, strengthens the social fabric, and respects heritage and cultural identity.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In many cities, towns, and villages, communities are drawing on the existing social capital to establish projects that improve their shared well-being. The rich array of local, community-based sustainable development efforts around the world is having a significant impact on energy use, ecological restoration, green building design, and improved social capital and civic participation. In State of the World 2008, Worldwatch Research Associate Erik Assadourian will assess the impacts these communities are having on building a sustainable world.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poll: Eco-Community Living&lt;br /&gt;What do you think is the most compelling motivation to live in an ecovillage or other type of sustainable community?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reducing one's ecological footprint by living in a community that utilizes renewable energy sources, efficient building techniques, community gardens, or natural waste management.&lt;br /&gt;Restoring a sense of community with fellow residents through shared activities and meals.&lt;br /&gt;The reduced stress of returning to a simpler lifestyle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The reduced cost of shared resources such as major appliances and cars.&lt;br /&gt;None. I don't find the idea of living in an ecovillage compelling at all.&lt;br /&gt;Other (leave a comment!)&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.worldwatch.org/click/5271/20070803" target="_blank"&gt;Cast your vote&lt;/a&gt; on the Worldwatch Website.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Don't forget to read the diverse comments from members on our &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.worldwatch.org/click/5190/20070803" target="_blank"&gt;previous poll on population&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-852802213221596216?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/852802213221596216/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=852802213221596216&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/852802213221596216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/852802213221596216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/08/strengthening-local-economies.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-9039129781192599346</id><published>2007-08-04T10:53:00.000-03:00</published><updated>2007-08-04T10:54:14.784-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://medicinaesociedade.blogspot.com/2007/07/cincia-essencial-para-combate-pobreza.html"&gt;Ciência é essencial para combate à pobreza&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Jornal O Globo, 24/7/2007&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um relatório da agência das Nações Unidas para o comércio e o desenvolvimento (Unctad), divulgado este mês, disse que não existe outro meio para ajudar os países mais pobres do que o investimento em ciência, tecnologia e inovação. Segundo a Unctad, as nações menos desenvolvidas estão aprisionadas numa espécie de armadilha tecnológica. O relatório destacou que existe pouco estímulo internacional ao desenvolvimento da ciência nos países pobres. E citou como exemplo o fato de apenas 4% do total dos empréstimos concedidos pelo Banco Mundial nos últimos 25 anos terem ido para a projetos de ciência e tecnologia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O relatório recomenda que esse percentual seja, pelo menos, dobrado. A Unctad destaca ainda que as empresas dos países ricos não transferem tecnologia quando se instalam em nações mais pobres. Na África, empresas de mineração e petróleo são o exemplo mais gritante. A principal autora do estudo, Zelijka Kozul-Wright, disse que duas coisas são necessárias: (1) estimular a criação de uma base para o desenvolvimento científico, isto é, melhorar a educação; (2) aumentar o volume de investimentos na área de C&amp;amp;T. O relatório do Unctad diz que avanços na área têm sido registrados só na Ásia. Países como Camboja, Laos e Bangladesh aumentaram significativamente seus investimentos na criação de uma base científica.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-9039129781192599346?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://medicinaesociedade.blogspot.com/2007/07/cincia-essencial-para-combate-pobreza.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/9039129781192599346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=9039129781192599346&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/9039129781192599346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/9039129781192599346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/08/cincia-essencial-para-combate-pobreza.html' title=''/><author><name>Gustavo Barreto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_HT9MC-9CAAQ/STAm7VyuTiI/AAAAAAAAAuE/mess0N6_dXs/s1600-R/carinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-6942789690247824148</id><published>2007-08-02T18:17:00.000-03:00</published><updated>2007-08-02T18:19:44.640-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Qual é a sua idéia mais perigosa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Ricardo Jordão Magalhães da BizRevolution&lt;br /&gt;Quando você troca um produto por outro produto você termina com um produto. Quando você troca uma idéia por outra idéia você termina com duas idéias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querida(o) Amiga(o), &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inovação está na moda. "Se você não inovar e fizer diferente, você morre!" Que piada! Ninguém quebra por falta de inovação, as empresas quebram justamente porque inovam, arriscam, investem, ampliam suas instalações, compram outras empresas, fazem suas apostas no diferente, triplicam a linha de produtos, trocam os sistemas, colocam minhocas nas cabeças dos funcionários, enfim, inovam. A auto-escola onde eu tirei a minha primeira carteira de motorista vinte anos atrás ainda está lá, do mesmo tamanho com as mesmas pessoas fazendo as mesmas coisas do mesmo jeito. A única diferença está nos dois computadores que agora ocupam as duas mesas da recepção, fora isso, tudo igual. A empresa quebrou por não ter inovado? Não! Nem ela nem outras. Eu posso te apresentar dezenas de empresas que estão vivas da silva justamente porque não inovam, não fazem diferente, não mudam nada. Inovação QUEBRA, mesmice MANTÊM AS COISAS COMO ESTÃO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos então manter as coisas como estão? ARGH!!!! É contra nossa natureza fazer isso. É anti-humano. Nós, seres humanos, nascemos com um irresistível senso de missão que não nos deixa outra escolha a não ser, talvez, colocar em pratica idéias perigosas, mesmo sabendo que, talvez, ninguém nos escute. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero compartilhar com você as minhas idéias mais perigosas. Idéias que encontram resistências nas mentes medíocres. Idéias maiores que o mundo dos negócios, justamente porque o mundo dos negócios precisa crescer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha primeira idéia mais perigosa é justamente expor as minhas idéias mais perigosas e convidá-lo a fazer o mesmo, no web site da BIZ ou na próxima reunião na sua empresa. Eu quero saber o quê de mais revolucionário passa pela sua cabeça. Como você mudaria o mundo se pudesse. O que você está perdendo? Como seriam as coisas "Se você?", Como você gostaria de investir o tempo da sua vida de segunda a sexta-feira das 8:00 as 18:00hs? O que o seu chefe faz de mais estúpido? Suponha que o seu adversário esteja certo, e aí? Suponha que você possa substituir todo o governo brasileiro, quem você colocaria no lugar? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho uma receita para tirar o Brasil da Idade Média e colocá-lo na Idade Moderna. Eu tenho uma receita para a renascença brasileira: jantar em restaurante de bairro, andar de metrô, plantar uma árvore na frente de casa, fazer compras no centro da cidade, computador de 100 reais com internet wireless de 10 reais para todos, viver em uma cidade onde você e seus filhos possam andar na rua a qualquer hora do dia e da noite. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As minhas idéias mais perigosas que compõem a receita do renascimento são: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1a Idéia Mais Perigosa: Soltar todos os presos de todas as prisões brasileiras, planejar a sua reintegração a sociedade, transformá-los em cidadãos de bem que já são. Soltar todos os presos das cadeias com exceção dos assassinos, estrupradores e culpados de maltratos a crianças. Nós precisamos de brasileiros para trabalhar! Existem estradas, escolas, aeroportos, cidades inteiras para construir. Nós precisamos da energia e participação de todos os brasileiros para construir o Brasil solidário que sonhamos para os nossos filhos. Solta todo mundo! O que estamos fazendo é um genocídio dos pobres e miseráveis que tiveram poucas ou nenhuma chance na vida. A sociedade economiza mais com os presos soltos do que encarcerados. Cada preso custa a sociedade mais de R$ 1.500 reais por mês. Além disso, eu sinceramente não vejo diferença alguma entre o fernandinho beira mar e um executivo da Ambev. Bebida álccolica mata mais do que drogas. O álcool é responsável por 60% dos acidentes de trânsito e 70% das mortes violentas. 11,2% dos brasileiros tem problemas com alcoolismo e a televisão continua a estimular o consumo como se cerveja fosse água. Quem acredita que a Juliana Paes, com aquele corpinho maravilhoso, bebe cerveja? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2a Idéia Mais Perigosa: Música, empreendedorismo, artes, ética, teatro, literatura, filosofia, fotografia, educação física e educação sexual serão matérias escolares que terão o mesmo peso que matemática, física, química e biologia nas escolas primárias e vestibulares para faculdade. Nós precisamos de brasileiros extremamente criativos, corajosos e empreendedores no presente e futuro. Nós precisamos de brasileiros verdadeiramente humanos e éticos. Nós precisamos de brasileiros sem nenhum preconceitos sobre nada. Somente os esportes e artes conseguem ensinar as crianças a admirar um escritor judeu e um escritor mulçumano. Somente as artes conseguem ensinar tolerância. Chega de gente quadrada com visão matemática míope das coisas. As nossas crianças precisam adorar as escolas que frequentam. As nossas crianças não são gado nem rebanho para aprender a decorar, fazer conta. Que tipo de brasileiro queremos formar para o século 21? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3a Idéia Mais Perigosa: Desmantelar todos os muros que cercam todas as casas de todas as cidades do Brasil, e transformar os seus tijolos em casas próprias. A verba do governo para construir casas e tirar o brasileiro da favela é de R$ 14 bilhões de reais. Ainda assim, vai faltar muito dinheiro para construir 7,9 milhões de residências para os brasileiros que vivem abaixo de uma condição razovável para a vida humana prosperar. Com os tijolos de todos os muros, eu tenho certeza que vamos conseguir construir milhões de residências dignas para morar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4a Idéia Mais Perigosa. Criação de um fundo de ajuda financeira e moral para aqueles que estão desempregados na rua em que você mora. Todas as ruas - que quiserem - de todas as cidades brasileiras terão um fundo desses, onde as famílias que moram na rua contribuem em tempos de vacas gordas, e funciona como auxílio quando uma das famílias precisar. Mas não basta dar dinheiro, os moradores devem contribuir intelectualmente nas reuniões e eventos coordenados pelos próprios moradores da comunidade. Quando alguém estiver em dificuldades, deve ser ajudado por todos. Uma das maiores doenças do mundo moderno chama-se solidão. Solidão mata. Isolamento mata. Todos devem sentir que serão amparados, acalentados e encorajados a se erguerem quando cairem. Todos caem, sem exceção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5a Idéia Mais Perigosa: O fim de todos os impostos federais. O cidadão deve pagar impostos apenas para a região onde mora. Por que pagar impostos federais se no final das contas serão repassados para o governo estadual e municipal? Por que mandar o dinheiro para longe se no final temos que arrumar a casa? A prática do repasse de impostos federais para o governo estadual que repassa para os municípios é uma tremenda oportunidade para os malandros roubarem. É impunidade certa. Corrupção na cabeça! Se eu tenho que pagar impostos que seja para a subprefeitura que comanda a periferia onde eu moro. É mais facil controlar, mais fácil administrar, mais fácil saber para onde foi o dinheiro dos meus impostos. Não precisamos de tanta gente em Brasilia para dizer onde o dinheiro deve ser investido. Quem está no front da guerra sabe onde o dinheiro tem que ser investido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6a Idéia Mais Perigosa: Convocação imediata de todos os brasileiros que desejarem ter uma segunda carreira na vida. Vamos recapacitar imediatamente um mínimo de 30 milhões de brasileiros que nesse momento estão completamente desqualificados para trabalhar no século 21, o século da criatividade e do cérebro. Aprendizado imediato sobre as áreas que terão campo de trabalho para os próximos 20 anos. Os profissionais requalificados poderão trabalhar em diferentes mutirões de construção de um Brasil melhor para todos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7a Idéia Mais Perigosa: Consumir sempre que possível produtos e serviços da sua própria cidade. Comprar frutas, legumes e vegetais da fazenda mais próxima de você. O transporte de produtos e serviços é um dos grandes causadores do aquecimento global. Por que consumir uma água envasada a 400 quilômetros de distância da sua cidade se você poderia consumir água da sua própria torneira? Escolha sempre que possível comprar da vendinha do Zé ao invés de comprar produtos de uma rede multinacional. Teoricamente os pequenos não tem praticamente nenhuma desvantagem com relação aos grandes. Se o problema for preço, compare os preços dos produtos do Supermercado do Zé com os preços dos supermercados da rede do Pão de Açucar ou mesmo Wal-Mart. Eu tenho certeza que você vai perceber que os preços do Zé são mais econômicos. Os pequenos tem mais serviços a oferecer, mais velocidade, mais personalização e customização no atendimento. Dê preferência ao restaurante do bairro, ao supermercado do bairro, a banca de jornal do bairro, a rede de serviços do bairro. Todo mundo sai ganhando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8a Idéia Mais Perigosa: Torne-se um e-empresário comece um e-business. Pare de vender bugigangas às escondidas nos banheiros do escritório da empresa em que você trabalha (qualquer dia desses é JUSTA CAUSA!). Você não precisa de grandes escritórios, gestão de estoques, sistemas caríssimos de tecnologia e MBAs para ter um e-business. Existem centenas de oportunidades na internet para aqueles que tem disposição para tocar um negócio e colocar o melhor de si para funcionar: o cérebro. E-business não é grátis, mas os investimentos envolvidos são muito menores do que o negócio convencional. Deixe-me apresentar a você algumas idéias de e-business que você pode começar AGORA: loja de varejo de qualquer coisa, você não precisa de estoques, você precisa criar um bom relacionamento com distribuidores que tenham um ótimo sistema de logística para trabalhar para você; agência de web design, você não precisa de dezenas de computadores Apple e um endereço engomadinho na Vila Olímpia, você precisa criar um bom relacionamento com uma ampla rede de web designers que trabalham em suas próprias casas espalhados por todo o Brasil; consultoria de qualquer coisa, você não precisa investir milhões no desenvolvimento de profissionais caríssimos, você precisa caçar os profissionais experientes que estão espalhados na rede e montar a sua estrutura virtual; web site especialista em resolver um determinado problema, você não precisa dizer que faz tudo para todos, você precisa se aprofundar em uma única solução que resolve um único problema para um determinado tipo de público; educação, você não precisa de salas de aula com cadeiras de 200 reais, equipadas com projetores de última geração, você precisa apenas de salas virtuais na web e 200 reais para começar a sua maneira única de resolver algum problema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando eu examino a mim mesmo e a minha maneira de pensar, eu chego a conclusão que o dom da fantasia significou mais para mim do que o meu talento para absorver conhecimento." Disse Albert Einstein, um dos maiores gênios da física em todos os tempos, criador da Teoria da Relatividade, ganhador do Prêmio Nobel de Física, dono de um QI estimado em 240, matemático, engenheiro, racional, "Novas e revolucionárias idéias sempre encontrarão resistência por parte de mentes medíocres", fecha Einstein em 1953. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o ser mais racional de todos os tempos, acredita em idéias irracionais e fantasiosas, o que você está esperando para começar a acreditar? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Jordão Magalhães, ricardom@bizrevolution.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-6942789690247824148?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/6942789690247824148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=6942789690247824148&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6942789690247824148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6942789690247824148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/08/qual-sua-idia-mais-perigosa-por-ricardo.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-6558202004022601158</id><published>2007-08-02T18:03:00.000-03:00</published><updated>2007-08-02T18:05:12.720-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;O papel das empresas, decisivo para o bem e para o mal &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Eli da Veiga, para o Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o livro "Os Desafios da Sustentabilidade" - De Fernando Almeida, Ed. Campus/Elsevier, 304 págs. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É no papel dos empreendimentos empresariais que se concentra este novo livro de Fernando Almeida, embora seu público-alvo esteja longe de se restringir ao mundo corporativo. Foca o segmento empresarial porque acredita que é nas empresas que está a essência do poder no mundo contemporâneo e, portanto, a maior responsabilidade pelos rumos que poderão se impor.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será um erro, porém, se as livrarias colocarem este livro nas prateleiras reservadas a auto-ajuda empresarial. Principalmente porque o autor conseguiu a proeza de evitar todas as limitações desse tipo de escrita ao se propor discutir a crucial contribuição do setor privado para a crescente insustentabilidade dos processos de crescimento econômico e de desenvolvimento.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é livro de "abobrinhas", como muitos daqueles que abusam das boas receitas normativas para vender a idéia de que uma empresa pode se tornar sustentável caso seus dirigentes aceitem os conselhos do autor. Na verdade, ótimas dicas desse tipo até podem ser encontradas na segunda parte, e principalmente no sexto capítulo, no qual se faz um primoroso balanço dos oito mais importantes instrumentos já criados para que a noção de sustentabilidade possa ser inserida no cotidiano das empresas: ISO 14000, Índice Dow Jones de Sustentabilidade (IDJS), diretrizes da OCDE, "Global Compact", "Global Reporting Initiative (GRI)", norma AA1000 com comitês de garantia independentes, norma AS 8000 da "Social Accountability International (SAI)", e até a lei americana Sarbannes-Oxley. Todavia, a abordagem é muito mais ampla e profunda.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de tomar contato com tais instrumentos, e de poder relacioná-los com a transparência, com o engajamento dos "stakeholders", com inovações tecnológicas e sociais, ou com as finanças, na primeira parte o leitor já foi confrontado com a urgência da questão. Foi-lhe apresentado o largo inventário do conhecimento disponível sobre a degradação ambiental que resultou da Avaliação Ecossistêmica do Milênio, a mais nobre iniciativa do anterior secretário-geral da ONU, Kofi Annan, e de cuja execução Fernando Almeida teve o privilégio de participar como membro do conselho diretor. Nesses primeiros quatro capítulos se encontra um panorama, que não poderia ser mais completo, do comportamento dos sistemas naturais e também da influência que a Avaliação Ecossistêmica acabou tendo sobre a formulação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, na terceira parte, surge a principal contribuição do livro para o debate sobre a própria exeqüibilidade do desenvolvimento sustentável. Aí o autor pergunta por que tal noção ainda se mantém enclausurada numa elite intelectual. E rejeita liminarmente a hipótese de que o grande arco de interesses contrariados seja razão suficiente para explicar tal isolamento. Em vez disso, acha que estão nas dificuldades conceituais do desenvolvimento sustentável, em seu ineditismo, e em sua transversalidade, os obstáculos à geração de indispensável massa crítica de líderes - uma tese que merece ser levada muito a sério, principalmente quando exposta por um engenheiro cujos 32 anos de dedicação integral ao tema do meio ambiente o legitimam na presidência-executiva do CEBDS - Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável. Uma organização que está, desde 1997, na vanguarda da luta pela conservação da base material de qualquer possibilidade de aumento das liberdades humanas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra grande qualidade do novo livro desse professor da UFRJ (Politécnica e Coppe), que também esteve presidente da Feema-RJ (Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente), está na maneira de relatar dezenas de casos, dos quais os mais saborosos nem sempre são róseos. Ao abordar o tema das finanças, por exemplo, conta que o Banco Mundial concedeu grande empréstimo a destacada firma do agronegócio brasileiro, mas só no meio da execução do projeto é que percebeu que ela simplesmente destruíra uma área de preservação permanente. A liberação das demais parcelas passou a ser então condicionada à efetiva reparação do crime. No entanto, em vez de atender à exigência do Bird, a empresa propôs uma parceria de operação financeira ao Banco Real, sem revelar a destruição da reserva florestal. Conseguiu, assim, vender debêntures ao banco, mediante apresentação de excelente dossiê financeiro. O dinheiro liberado pelo Banco Real seria usado para saldar a dívida com o Banco Mundial e para expandir a plantação na área devastada se - por sorte, diz Almeida - o Real não tivesse sido alertado a tempo sobre a manobra pela ONG Amigos da Terra. A situação foi revertida com oferta de ajuda ao infrator, para que viabilizasse seu negócio com o reflorestamento da área. Só falta mesmo é dar nome a todos os bois.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse e outros casos mostram que serão necessários muitíssimos mais "amigos da terra" - além de muitíssima mais sorte - para que saiam do papel os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Afinal, as três metas essenciais do penúltimo desses objetivos, que visa "garantir a sustentabilidade ambiental", pretendem conseguir: a inversão da tendência atual de perda de recursos naturais, a redução pela metade da proporção da população sem acesso permanente à água (até 2015) e considerável melhora da vida de pelo menos 100 milhões de habitantes de áreas degradadas (até 2020). Como enfatiza o próprio título do livro, são desafios que exigem urgente ruptura.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, trata-se de leitura recomendável não apenas aos que já trabalham, seja no privado, no público, ou no terceiro setor, mas particularmente aos estudantes de todos os quadrantes. Quem tomar contato com esse livro terá formidável oportunidade de entender, em termos bem concretos, o que está impedindo que sejam sustentáveis os processos de desenvolvimento.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Eli da Veiga é professor titular do departamento de economia da FEA/USP e coordenador de seu Núcleo de Economia Socioambiental. ( www.zeeli.pro.br )&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-6558202004022601158?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/6558202004022601158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=6558202004022601158&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6558202004022601158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6558202004022601158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/08/o-papel-das-empresas-decisivo-para-o.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-9207317269943246930</id><published>2007-08-02T18:01:00.000-03:00</published><updated>2007-08-02T18:02:53.473-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Corrida das cidades digitais agita o mercado de redes &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor Econômico,&lt;br /&gt;André Borges e Talita Moreira&lt;br /&gt;02/08/2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A praça central de Santa Cecília do Pavão não difere muito daquelas encontradas em qualquer cidadezinha do país. Lá está a igreja - nesse caso, de Santa Cecília, rebatizada pelas águas do rio Pavão, que banha o município. Lá estão as pombas empoleiradas nos bancos, as mesas de jogo de dama, alguns aposentados, o coreto abandonado. Mas, nos próximos dias, essa paisagem vai mudar.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma torre de vidro está pronta para ser instalada no meio da praça. Dentro dela, uma rede de computadores estará à disposição para que a população ceciliense possa, finalmente, navegar na tal internet. "Será nosso coreto digital", diz o prefeito Edimar Santos (PTB-PR).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prefeito de Santa Cecília tem internet em casa. Não tinha quando chegou à cidade para trabalhar como agente funerário, nos anos 90. Mas Santos progrediu rápido, ganhou popularidade, montou o grupo Santos, sua empresa do ramo funerário, e foi escolhido para governar a cidade.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentemente do prefeito, o município não cresceu tanto. Por muito tempo, internet continuou a ser tema incomum no cotidiano dos 5 mil habitantes de Santa Cecília do Pavão, município 362 quilômetros ao norte de Curitiba. De base agrícola e com renda per capita de R$ 162, a cidade fica escondida entre montanhas, longe de grandes centros, numa área em que os cabos de telefonia não oferecem banda larga. Não há provedor local de internet. "Se alguém quisesse acessar a rede, tinha de fazer um interurbano", diz Santos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há dois meses a prefeitura fechou um projeto para cobrir a cidade com uma rede sem fio. Participaram da iniciativa a Universidade Tecnológica Federal do Paraná, o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e a D-Link, fabricante de equipamentos de rede. Rádios de comunicação WiFi foram instalados no município, interligando a prefeitura a demais órgãos públicos, como biblioteca, posto de saúde e escolas. Uma antena de alta capacidade foi montada sob uma montanha e direcionada para outra, a 60 quilômetros dali, em Londrina. A prefeitura abriu o sinal para a população.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Santa Cecília descobriu a internet. "Cerca de 250 casas já têm computador", comemora Santos. Agora, o projeto será estendido com a criação desse telecentro na praça central, para conectar os cidadãos que não têm condições de adquirir um PC. Além de incentivar a inclusão digital, a prefeitura reduziu custos. A conta telefônica municipal chegava a R$ 27 mil por mês. Com o uso da web para trafegar voz (tecnologia chamada de voz sobre protocolo de internet), a despesa caiu para algo em torno de R$ 2 mil. "Mantemos a rede WiFi funcionando com R$ 680 por mês", afirma Santos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Histórias assim têm se espalhado com rapidez pelo Brasil. Nos últimos anos, cidades pequenas, que estão fora das áreas "iluminadas" por cabos de fibra óptica passaram a ver nas tecnologias de comunicação sem fio uma forma de reduzir a exclusão digital e, principalmente, eliminar gastos. Esse processo intensificou-se em 2007.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora a maioria dos projetos ainda se encontre em fase experimental, a movimentação já é suficiente para mexer com os negócios dos fornecedores de equipamentos. A Nortel, que começou a olhar para esse mercado no ano passado, tem capacitado parceiros para testes em municípios de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, diz o gerente sênior da área de desenvolvimento de negócios de WiMax, Cláudio Falcone. "É um mercado grande, e hoje ainda há centenas de municípios que sequer têm acesso à internet discada."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há números oficiais sobre quantos municípios têm executado projetos similares ao de Santa Cecília do Pavão. Segundo o Ministério das Comunicações, 3,3 mil cidades do país já têm em funcionamento pelo menos um telecentro, local público de acesso gratuito à internet. No próximo mês, o governo deve lançar uma licitação para contratar novos links de satélite para expandir sua rede. O contrato deverá atingir R$ 200 milhões por ano. As iniciativas federais, no entanto, muitas vezes correm descoladas de projetos tocados por municípios. Nesta esfera, empresas do setor procuram patrocinar casos que demonstrem a viabilidade de suas tecnologias, na prática.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Santa Cecília, a D-Link forneceu os rádios de comunicação. Já em Ouro Preto (MG), o projeto teve apoio da Intel. A Motorola, que participou da iniciativa de Macaé (RJ), também tem ofertado equipamentos para degustação. "Há um senso de urgência muito alto no mercado", diz Eduardo Stefano, vice-presidente de redes corporativas da companhia. Cidades como Sud Mennucci (SP), Piraí (RJ), Parintins (AM) e Tiradentes (MG) são outros exemplos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"São projetos pequenos, apenas uma forma de demonstração da nossa capacidade", comenta o diretor comercial da Alcatel-Lucent, José Vasques, ao se referir à rede que a companhia inaugurou recentemente em Visconde de Mauá (RJ). "Agora estamos partindo para outros casos de maior porte."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não são apenas os fabricantes de equipamentos que estão de olho no mercado de comunicação sem fio. As operadoras de telefonia fixa, embora resistentes a falar sobre o assunto, não estão paradas. "As teles começaram a ver esses projetos acontecerem embaixo do nariz delas e agora decidiram agir", diz o gerente comercial da divisão de governo da D-Link, Fred Maynart. "Hoje só a Telefônica tem mais de 20 gerentes nas ruas só para bater na porta das prefeituras."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Telefônica foi procurada para comentar o assunto, mas não deu resposta. A Brasil Telecom não quis falar sobre o tema. A Oi, por meio de nota, afirmou que "a expansão da oferta de banda larga traz benefícios inquestionáveis", mas a implantação de projetos como o das cidades digitais "demanda investimentos que vão além da aquisição de equipamentos" para redes municipais. Uma saída para a sustentação das iniciativas, segundo a operadora, seriam as parcerias público-privadas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As discussões sobre a viabilidade dos projetos também passam pelo aspecto da tecnologia. Há experiências em que as redes WiFi, originalmente usadas em ambientes internos, como aeroportos, têm se mostrado mais viáveis em projetos nos quais a área de cobertura não é tão extensa. Em outras situações, a escolha pende para o chamado WiMax, padrão de maior alcance que o WiFi, porém mais caro. Uma terceira via ainda pode ser o WiMesh, tecnologia usada na cidade mineira de Tiradentes que faz uso de várias antenas instaladas em diferentes pontos para ampliar sua capacidade de transmissão.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o prefeito de Santa Cecília do Pavão, Edimar Santos, os meandros tecnológicos são irrelevantes. "O importante é que, agora, se alguém sentar na praça da cidade com um notebook no colo poderá navegar pelo mundo."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-9207317269943246930?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.valoronline.com.br/valoreconomico/285/empresasetecnologia/151/Corrida+das+cidades+digitais+agita+++o+mercado+de+redes,0728,,151,4454675.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/9207317269943246930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=9207317269943246930&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/9207317269943246930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/9207317269943246930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/08/corrida-das-cidades-digitais-agita-o.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-1424465789440383229</id><published>2007-08-01T13:48:00.000-03:00</published><updated>2007-08-02T17:57:06.617-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;É preciso politizar o consumo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As palavras mais recentes de Ladislau Dowbor, presente ao ciclo de palestras do curso de Jornalismo de Políticas Públicas Sociais, uma realização do NETCCON.ECO.UFRJ e da ANDI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso politizar o consumo, diz o especialista Ladislau Dowbor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Julia Dietrich, do Aprendiz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No século passado quem dominava os meios de produção, controlava a sociedade. Hoje, domina quem possui o conhecimento e o controle da informação". A afirmação partiu do professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Ladislau Dowbor, em mesa comemorativa aos 20 anos do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que aconteceu em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, a questão de consumo está diretamente associada ao poder midiático das empresas. "Não se produz mais em função de necessidades e sim em função dos interesses do próprio produtor", disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Colonizar nossa cabeça está de graça. Por 30 segundos na televisão, a Nike paga U$ 50 mil. É muito barato. Para piorar a situação, segundo uma pesquisadora norte-americana, uma criança passa a ser consumidora potencial a partir dos três meses de idade. Quem controla tudo isso?", completou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisadora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Fátima Portilho, que também participou do encontro, explicou que a partir da década de 1990 implementou-se a idéia catastrófica do consumo. "Consumir passou a ser considerado socialmente injusto, moralmente indesejável e ambientalmente insustentável".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a palestrante, tal construção foi produzida por Estados e empresas para transferir para o consumidor toda a responsabilidade sobre os impactos do consumo. "Antes tidos como alienados, os consumidores passaram a ser vistos como atores sociais culpados, responsáveis pelo impacto do consumo em grupos sociais e ecossistemas", lembrou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo colocados como os culpados pelas conseqüências negativas do consumo desenfreado, os consumidores não passaram a comprar menos. Para Portilho as pessoas são reféns dos bens de consumo, pois sem eles não é possível construir uma identidade. "Formou-se uma dicotomia". Os indivíduos passaram a precisar consumir menos para poupar o globo, ao mesmo tempo que precisavam consumir para pertencer a algum grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para resolver o dilema, Dowbor é entusiasta de licenças como a creative commons (licenças padronizadas para gestão aberta, livre e compartilhada de conteúdos e informação). "É necessário pensar em alternativas como o consumo coletivo, mediado por outras estruturas. Entre elas, o Estado e instituições como o Idec", explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possivelmente o consumo verde ou sustentável seria outra saída, mas antes é preciso romper com fortes interesses comerciais. "É muito mais barato pagar US$2 por barril de petróleo da Arábia Saudita e vendê-lo por US$70 do que investir em outras tecnologias. Enquanto isso, o planeta acaba", apontou Dowbor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como maior motivador para uma mudança, Dowbor lembrou que quatro bilhões de pessoas não participam dos benefícios da globalização e que a tragédia mundial da concentração de renda e concentração de riqueza familiar só tendem a se agravar. "Não há viabilidade desse padrão de consumo em escala planetária", apontou.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Não devemos mais pensar só na Agenda 21, devemos pensar em uma agenda de cozinha. Ou seja, politizar a esfera privada da mesa da cozinha de cada cidadão", disse Portilho. "Consumir é participar de cenários de disputas por aquilo que a sociedade produz nos moldes que a sociedade produz. Consumir não é uma atividade neutra. Ao formular e reivindicar uma insatisfação privada, ela se torna pública".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ela, os movimentos consumidores podem ser revolucionários a partir de uma nova energia utópica e não só como agentes de resistência. "Devemos pensar nas ações de boicote, redes de consumidores, consumo solidário, ético e responsável e realmente nos questionarmos sobre o potencial transformador do próprio consumo", argumentou. "Consumo e cidadania podem ser vistos de forma conjunta e inseparável, pois ambos dão sentido de pertencimento e coletividade. Uma vez consumidores, sejamos consumidores da oposição", concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Aprendiz)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-1424465789440383229?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/1424465789440383229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=1424465789440383229&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1424465789440383229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1424465789440383229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/08/preciso-politizar-o-consumo-as-palavras.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-6950207839400191372</id><published>2007-07-30T13:31:00.001-03:00</published><updated>2007-07-30T13:31:45.765-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;YouTube acadêmico &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;30/07/2007 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Thiago Romero &lt;br /&gt;Agência FAPESP – Uma nova plataforma de gerenciamento e transmissão de vídeos, desenvolvida pela equipe do Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores (Larc) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), foi implantada na Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ferramenta, chamada de Vídeo@RNP, permite a distribuição gratuita de vídeos sobre atividades de ensino e pesquisa realizadas em todo o país. Os conteúdos multimídias podem ser inseridos e acessados pela internet a partir de ferramentas de armazenamento, busca, indexação e transmissão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de criar a plataforma, os pesquisadores envolvidos com o projeto fizeram um levantamento dos vídeos acadêmicos disponíveis na internet. “Em uma vista rápida a sites como o YouTube, é possível encontrar alunos de universidades brasileiras mostrando seus experimentos em laboratório”, disse Regina Melo Silveira, coordenadora do Grupo de Trabalho de Gerência de Vídeo (GTGV) do Larc e responsável pelo desenvolvimento da plataforma, à Agência FAPESP. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esse tipo de vídeo não é produzido por diversão e sim para demonstrar resultados de pesquisas. Por isso, resolvemos criar uma ferramenta específica para tal tipo de divulgação”, explicou a professora, destacando que o Vídeo@RNP foi inicialmente concebido para suprir as necessidades do setor acadêmico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas, até o fim do ano, pretendemos distribuí-lo como software livre para que fique à disposição e seja personalizado por qualquer instituição de ensino e pesquisa no país, pública ou privada”, disse Regina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao se cadastrar no sistema atual, que disponibiliza vídeos como palestras e documentários, além de permitir a transmissão ao vivo de eventos, o usuário pode personalizar um ambiente de acordo com suas necessidades. O sistema é dividido basicamente em vídeos públicos, que podem ser vistos por qualquer usuário, e vídeos privados, restritos a comunidades específicas de usuários cadastrados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Imagine um grupo de pesquisas em medicina que tem vídeos de operações médicas que não podem ser divulgados abertamente, por exemplo. Esses vídeos ficam em um ambiente voltado às pessoas que integram o grupo”, explicou Regina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a coordenadora do GTGV, o cadastramento de vídeos na plataforma é controlado. “Apesar de todos os vídeos poderem ser visualizados livremente, a RNP está em fase de criação de uma política de controle para a inserção dos vídeos na plataforma.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao todo, sete servidores estão disponíveis para gerenciar a distribuição dos vídeos e, segundo ela, a RNP deverá expandir essa infra-estrutura para mais de 20 servidores, “de modo que todos os pontos de presença da rede espalhados pelo território nacional tenham pelo menos um servidor de vídeo para essa finalidade”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto dos servidores de transmissão é conduzido em parceria com docentes da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O Vídeo@RNP também deverá ser personalizado, nos próximos meses, para o portal da USP, onde serão armazenados vídeos do acervo científico, educacional, cultural e histórico da universidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações: http://video.rnp.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-6950207839400191372?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=7514' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/6950207839400191372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=6950207839400191372&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6950207839400191372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6950207839400191372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/07/youtube-acadmico-30072007-por-thiago.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-1603736808395082162</id><published>2007-07-23T11:33:00.001-03:00</published><updated>2007-07-23T11:33:43.354-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Pode a Agricultura Biológica Alimentar o Mundo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do seu crescimento, os investigadores ligados à Agricultura Biológica indicam que é possível alimentar a população mundial prevista em 2020 sem recorrer aos agroquímicos nem às manipulações genéticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Angeles Parra, Secretária-Geral da VIDA SANA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O facto é que, hoje, 800 milhões de pessoas estão subnutridas e muitas morrem apesar da chamada "Revolução Verde" e da tremenda utilização de agroquímicos nestes últimos 40 anos. As indústrias químicas e outras - maquinaria, construção, indústria petrolífera - que tanto enriqueceram durante este período, asseguraram-nos que os adubos, pesticidas e outros produtos fitossanitários acabariam com a fome mundial. Não há muito tempo que Henry Kissinger ainda prometia acabar com este flagelo em 10 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema da fome não se resolve com receitas tecnológicas. Até o próprio Banco Mundial, que deu um grande impulso à "Revolução Verde", reconhece que o problema é de partilha, de acesso à terra e às sementes, e não de escassez. Mas a verdadeira causa da fome é que há muitas pessoas que não têm onde produzir os seus alimentos, nem têm dinheiro para comprá-los. Na realidade, a produção de alimentos a nível mundial é superior às necessidades e para bastantes países o problema é de superprodução. Todos os anos são queimadas ou enterradas milhões de toneladas de frutas, hortaliças, cereais e outros alimentos por questões de especulação de mercado (entre outros motivos, pois custa mais caro armazená-los ou transportá-los). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um movimento cívico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por todo o mundo, somos muitos os que trabalham para que chegue o dia em que a extensão da Agricultura Biológica faça dos pesticidas e dos fertilizantes de síntese uma coisa do passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos anos sessenta e setenta, os agricultores biológicos eram tidos como loucos ou, pelo menos, como sonhadores. Mas, hoje, muitos sonhos tornaram-se realidade. O desenvolvimento da Agricultura Biológica é um triunfo das pessoas comuns. É uma prova de que não são só os grandes industriais e os governos a mudar as coisas impor-tantes. Sem campanhas publicitárias, sem subvenções nem apoios, contra a opinião da maioria dos especialistas e dos funcionários, e apesar dos abusos do grande negócio agro-alimentar, a Agricultura Biológica teve de ser reconhecida a todos os níveis, desde o plano sanitário ao energético. Este é o poder dos cidadãos enquanto consumidores, e é possível graças à lógica evidente da proposta biológica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novas ameaças que impedem o seu desenvolvimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O movimento biológico, em conjunto com os ecologistas e outros grupos cívicos, encara hoje mais um grave problema: a manipulação genética, que multiplica os problemas dos pesticidas já existentes e nos leva para uma nova dimensão de risco global. Na sua propaganda, assistimos às mesmas promessas não cumpridas de acabar com a fome no mundo quando a agroquímica foi introduzida em larga escala. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por várias razões, devemos rejeitar a manipulação genética: é perigosa e absolutamente desnecessária para a produção e elaboração de alimentos, e além disso não é económica (o que não significa que as grandes multinacionais não aufiram daí grandes benefícios).Tem ainda menos sentido no caso da produção biológica e, sem grandes complicações, as multinacionais tentaram a autorização desta tecnologia nos Estados Unidos pelas normas biológicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra manipulação é a promoção de tipos de agricultura "menos agressiva", como a Protecção Integrada ou "agriculturas sustentáveis", que confundem o consumidor com denominações que não se referem a características objectivas e, ao mesmo tempo, apresentam falsas alternativas para continuar a utilizar (segundo dizem, racionalmente) pesticidas, adubos e todo o tipo de produtos de síntese, de manipulação genética, etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Agricultura Biológica ganha terreno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Alemanha, onde estão sediadas algumas das maiores multinacionais da agroquímica, e com as pressões que isso implica, existem actualmente mais de 8.000 agricultores biológicos. No estado de Mecklemburg-Vorpomern, 10% da terra já se cultiva em Agricultura Biológica. Outros governos regionais propuseram-se alcançar também esses 10%, a curto prazo. Não obstante, com apenas 2% do total em produção biológica, a Alemanha perdeu os lugares da frente que manteve durante anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns países vizinhos conheceram um verdadeiro boom. Na Suíça, 7% do total da agricultura é biológica e em algumas zonas, como Graubünden, a maior região do país, alcança-se os 30%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Áustria tem mais de 20.000 agricultores biológicos, cerca de 10% do total. A Suécia e a Finlândia ultrapassaram as percentagens da Suíça e aproximam-se agora da Áustria. E as últimas cifras vindas de Itália indicam 18.000 agricultores biológicos em fase de conversão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Espanha passou de 4.235 ha em 1991 para 152.100 em 1997. Em apenas 7 anos, a superfície dedicada às culturas biológicas aumentou 35 vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também nos países do Sul está a haver um importante crescimento. Um projecto de produção biológica de algodão que começou há três anos, no Uganda, com apenas duzentos agricultores, inclui hoje mais de 7.000. No México, 10.000 camponeses produzem café biológico para exportação, assim como outros produtos biológicos para consumo local. A cooperativa mexicana UCIRI coordena cerca de 7.000 agricultores em mais de 30 povoados, o que significa a conversão de toda a zona à Agricultura Biológica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Cuba, temos o exemplo de como um país inteiro pode proporcionar à sua população uma alimentação de confiança, seguindo os métodos da Agricultura Biológica. Com o bloqueio dos Estados Unidos e a queda da URSS, o governo viu-se obrigado a optar por uma agricultura de auto-suficiência. Iniciou-se na prática da Agricultura Biológica, tendo este país, actualmente, quase 2 milhões de hectares em produção biológica, tanto como o conjunto dos países europeus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O boom biológico no mercado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento do mercado e a procura por parte dos consumidores são paralelos ao rápido aumento da conversão ao método biológico. O mercado nos Estados Unidos é da ordem dos 3 biliões de dólares, prevendo-se a sua duplicação nos próximos dois ou três anos. Na Alemanha, todo o sector de alimentos para crianças encontra-se já em conversão ao biológico. Em Munique, mais de 30% do pão é elaborado com ingredientes biológicos certificados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Dinamarca, a Agricultura Biológica pode atingir os 100% no ano 2010. O governo dinamarquês iniciou um estudo de viabilidade da Agricultura Biológica, considerando também aspectos legais, laborais, económicos, sanitários e agronómicos. O grupo de especialistas que levará a cabo este trabalho terá apresentado as suas conclusões até ao final de 1998. &lt;br /&gt;É surpreendente como, inclusivamente num país como o Egipto, a produção biológica assume já tanta importância. O projecto SEKEM, que emprega cerca de 1.000 pessoas, distribui produtos biodinâmicos a 6.000 farmácias e a 1.200 estabelecimentos. Num país de amantes de chá, aquele que é mais vendido é de produção biológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este crescimento não é um luxo dos países desenvolvidos. Os mercados locais de produtos biológicos estão também a instalar-se em países do Terceiro Mundo. Neste contexto, é de extrema importância a cooperação entre a Agricultura Biológica e o movimento por um comércio justo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sector biológico é um dos que revela maior crescimento a nível mundial no que refere à alimentação. Alguns analistas de mercado, como o professor Ulrich Hamm calculam taxas de crescimento anual de 20 a 30% e inclusivamente de 50% em alguns países. O maior distribuidor de produtos biológicos do Reino Unido espera que os actuais 11 biliões em que se calcula o comércio mundial destes produtos alcance os 100 biliões nos próximos 10 anos, sendo os Estados Unidos e Japão os países com maior crescimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE:http://www.naturlink.pt - 23.07.07&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-1603736808395082162?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/1603736808395082162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=1603736808395082162&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1603736808395082162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1603736808395082162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/07/pode-agricultura-biolgica-alimentar-o.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-9128757184398361231</id><published>2007-07-22T16:06:00.000-03:00</published><updated>2007-07-22T16:09:41.447-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Janeiro 24, 2006&lt;br /&gt;A vingança de Gaia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por James Lovelock*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*James Lovelock é um dos mais renomados cientistas ambientais do mundo e membro da Royal Society, do Reino Unido. Ele diz que o efeito estufa chegou a um ponto sem retorno e que "bilhões" morrerão neste século.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESPECIAL PARA O "INDEPENDENT"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine uma jovem policial que se sente totalmente realizada na sua vocação. Então, imagine-a tendo de dizer a uma família cujo filho estava desaparecido que ele foi encontrado morto, assassinado, num bosque vizinho. Ou pense num jovem médico que tem de lhe dizer que a sua biópsia revelou um tumor agressivo em metástase. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Médicos e policiais sabem que muitos aceitam a verdade simples e horrenda com dignidade, mas muitos tentam em vão negá-la. Nós livramos os juízes da terrível responsabilidade de aplicar a pena de morte, mas ao menos eles tinham algum conforto em suas freqüentes justificativas morais. Médicos e policiais não têm como escapar de seu dever. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este artigo é o mais difícil que eu já escrevi, e pelas mesmas razões. Minha teoria de Gaia diz que Terra se comporta como se estivesse viva, e qualquer coisa viva pode gozar de boa saúde ou adoecer. Gaia me tornou um médico planetário e eu levo minha profissão a sério. Agora, também devo trazer as más notícias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa parte das terras tropicais se tornará caatinga e deserto, e não servirá mais para regulação do clima; isso se soma aos 40% da superfície terrestre que nós já devastamos para produzir nosso alimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente, a poluição por aerossóis no hemisfério Norte reduz o aquecimento global ao refletir a radiação solar de volta ao espaço. Esse "apagamento global" é transitório e pode desaparecer em poucos dias junto com a fumaça que o carrega, deixando-nos expostos ao calor da estufa global. Estamos num clima de loucos, resfriado acidentalmente pela fumaça, e antes do fim deste século bilhões de nós morreremos e os poucos casais férteis que sobreviverão estarão no Ártico, onde o clima continuará tolerável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tarefa impossível &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao não perceber que a Terra regula seu clima e sua composição, nós cometemos a trapalhada de tentar fazê-lo nós mesmos, agindo como se estivéssemos no comando. Ao fazer isso, condenamos a nós mesmos ao pior estado de escravidão. Se escolhermos ser os guardiões da Terra, somos os responsáveis por manter a atmosfera, os oceanos e a superfície terrestre aptos para a vida. Uma tarefa que logo acharíamos impossível -e algo que, antes de termos tratado Gaia tão mal, ela fazia para nós. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender o quão impossível é a tarefa, pense sobre como você regularia a sua temperatura e a composição do seu próprio sangue. Quem tem problemas renais conhece a dificuldade diária inesgotável de de ajustar sua ingestão de água, sal e proteínas. A muleta tecnológica da diálise ajuda, mas não é substituto para rins saudáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu novo livro, "A Vingança de Gaia", expande essas idéias, mas você ainda pode perguntar por que a ciência demorou tanto para reconhecer a verdadeira natureza da Terra. Eu acho que é porque a visão de Darwin foi tão boa e tão clara que demorou até agora para que ela fosse digerida. No tempo dele, pouco se sabia sobre a química da atmosfera e dos oceanos, e teria havido pouca razão para que ele imaginasse que os organismos modificavam seu ambiente além de se adaptarem a ele. Se fosse sabido à época que a vida e o ambiente estão tão conjugados, Darwin teria visto que a evolução não envolve apenas os organismos, mas toda a superfície do planeta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós então poderíamos ter enxergado a Terra como um sistema vivo, teríamos sabido que não podemos poluir o ar ou usar a pele da Terra -seus oceanos e sistemas florestais- como uma mera fonte de produtos para nos alimentar e mobiliar nossas casas. Teríamos sentido instintivamente que esses ecossistemas devem ser deixados intocados porque eles são parte da Terra viva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, o que fazer? Primeiro, precisamos ter em mente a velocidade espantosa da mudança e nos dar conta do quão pouco tempo resta para agir. Então, cada comunidade e nação precisará usar da melhor forma os recursos que tem para sustentar a civilização o máximo que puderem. A civilização usa energia intensamente, e não podemos desligá-la de forma abrupta; é preciso ter a segurança de um pouso motorizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, nas ilhas britânicas, nós estamos acostumados a pensar em toda a humanidade e não apenas em nós; a mudança ambiental é global, mas precisamos lidar com as conseqüências dela aqui. Infelizmente nossa nação é tão urbanizada que se parece mais com uma grande cidade, e temos apenas uma área pequena de agricultura e florestas. Dependemos do mundo do comércio para o nosso sustento; e a mudança climática nos negará suprimentos constantes de comida e combustível do exterior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós poderíamos produzir comida o bastante para nos alimentar na dieta da 2ª Guerra, mas a noção de que há terras sobrando para plantar biocombustíveis ou para abrigar usinas eólicas é ridícula. Nós faremos o possível para sobreviver, mas infelizmente eu não consigo ver os EUA ou as economias emergentes da China e da Índia voltando no tempo -e eles são as maiores fontes de emissões. O pior vai acontecer, e os sobreviventes terão de se adaptar a um clima infernal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o mais triste seja que Gaia perderá tanto quanto ou mais do que nós. Não só a vida selvagem e ecossistemas inteiros serão extintos, mas na civilização humana o planeta tem um recurso precioso. Não somos meramente uma doença; somos, por meio da nossa inteligência e comunicação, o sistema nervoso do planeta. Através de nós, Gaia se viu do espaço, e começa a descobrir seu lugar no Universo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós deveríamos ser o coração e a mente da Terra, não sua moléstia. Então, sejamos corajosos e paremos de pensar somente nos direitos e necessidades da humanidade, e enxerguemos que nós ferimos a Terra e precisamos fazer as pazes com Gaia. Precisamos fazer isso enquanto somos fortes o bastante para negociar, e não uma turba esfacelada liderada por senhores da guerra brutais. Acima de tudo, precisamos lembrar que somos parte dela, e que ela é de fato nosso lar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;James Lovelock lançou em 1979, a hipótese Gaia, de que o planeta se comporta como um organismo vivo. Seu novo livro, "A Vingança de Gaia", sai em fevereiro no Reino Unido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo originalmente reproduzido na Folha de São Paulo, 22/1/2006.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-9128757184398361231?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.consciencia.net/2006/0124-hipotese-gaia.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/9128757184398361231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=9128757184398361231&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/9128757184398361231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/9128757184398361231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/07/janeiro-24-2006-vingana-de-gaia-por.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-3879842243749785504</id><published>2007-07-19T16:49:00.000-03:00</published><updated>2007-07-19T16:50:19.028-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://today.reuters.co.uk/news/newsArticle.aspx?type=scienceNews&amp;storyID=2006-06-09T155847Z_01_L09378375_RTRIDST_0_SCIENCE-ENVIRONMENT-WORLDWATCH-DC.XML&amp;amp;pageNumber=0&amp;imageid=&amp;amp;cap=&amp;sz=13&amp;amp;WTModLoc=NewsArt-C1-ArticlePage2"&gt;Worldwatch: We really are in the middle of a paradigm shift.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2018/1282/1600/worldwatch.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Lending more testimony to the recognition that the environmental movement and energy paradigms are going through a interconnected paradigm shift is &lt;a href="http://www.worldwatch.org/"&gt;Worldwatch Insitute's&lt;/a&gt; President Christopher Flavin. The opportunity for investors is enormous.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A new report, &lt;a href="http://www.worldwatch.org/node/4079"&gt;Biofuels for Transportation: Global Potential and Implications for Sustainable Agriculture and Energy in the 21st Century&lt;/a&gt;, sponsored by the German Federal Ministry of Food, Agriculture and Consumer Protection (BMELV), is a comprehensive assessment of the opportunities and risks associated with the large-scale international development of biofuels. It includes information from existing country studies on biofuel use in Brazil, China, Germany, India, and Tanzania.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-3879842243749785504?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/3879842243749785504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=3879842243749785504&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3879842243749785504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3879842243749785504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/07/worldwatch-we-really-are-in-middle-of.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-3064436691798022407</id><published>2007-07-17T19:15:00.000-03:00</published><updated>2007-07-18T10:39:04.397-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;CO2 pode não ser o grande causador das mudanças climáticas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente uma reportagem sobre mudanças climáticas feita pelo Chanel 4 mostra que o CO2, parte de todos os seres vivos do planeta, não é o grande vilão das mudanças climáticas que enfrentamos. E apresenta o Sol, e suas explosões, como o grande controlador das temperaturas de nosso sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, nada que as plantas já não saibam... mas voltando: O CO2 está relacionado à industrialização e desenvolvimento econômico, conter a produção dele é conter a forma como o capitalismo está direcionado, pela concentração de riquesas. Como mostra o video, depois da queda do muro de Berlim, o movimento ambientalista contou com o apoio dos neo-marxistas e o Aquecimento Global hoje é colocado como a mais nova, melhor e única maneira de controlar a imensa opinião pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o clima está mudando, não temos dúvidas. Que as geleiras estão sumindo, também não. Seu reflexo é visível, disso não duvidamos. Mas até que ponto isso faz parte de nossas vidas individuais e até que ponto faz e fez parte da história da Terra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comoção e envolvimento que presenciamos atualmente, é a busca pelo verdadeiro preenchimento que procuramos. Conquistamos o mundo exterior e, agora que continuar conquistando está sendo cada dia mais concorrido, e de certo modo, cada dia menos prometido, estamos procurando no interior de nós mesmos as verdadeiras respostas. Encarar as mudanças climáticas como uma oportunidade de nos apaziguarmos (e não desesperarmos) talvez seja o maior desafio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixem de assistir a esse programa, com legendas em português e, não deixe de questionar as perguntas básicas de todo ser humano: quem sou, por que estou e para onde vou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique aqui: &lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=1JCVjg7H94s"&gt;http://br.youtube.com/watch?v=1JCVjg7H94s&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-3064436691798022407?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/3064436691798022407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=3064436691798022407&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3064436691798022407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3064436691798022407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/07/co2-pode-no-ser-o-grande-causador-das.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-5048802378839501983</id><published>2007-07-17T10:54:00.000-03:00</published><updated>2007-07-17T10:57:40.553-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Não perca!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sean B. Carroll discusses the science of evolution and the field of evo-devo for NYT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;See the video &lt;a href="http://video.on.nytimes.com/?fr_story=3ba8ecaed1cf130c1d0ea4baa3876356bea3bb58"&gt;here&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-5048802378839501983?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/5048802378839501983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=5048802378839501983&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/5048802378839501983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/5048802378839501983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/07/no-perca-sean-b.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-3049410432129706853</id><published>2007-07-16T20:20:00.000-03:00</published><updated>2007-07-16T20:22:31.142-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Seres humanos esgotam capital natural da Terra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relatório produzido por 1.350 especialistas a pedido da ONU vê declínio em serviços fornecidos pelos ecossistemas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Ângelo, editor de Ciência, escreve para a ‘Folha de SP’:&lt;br /&gt;A humanidade está fazendo um saque a descoberto no grande (porém finito) banco dos ecossistemas globais. O resultado é um colapso futuro na capacidade do planeta de fornecer bens e serviços naturais aos seres humanos, cujo primeiro efeito prático deve ser a impossibilidade de atingir as metas das Nações Unidas de combate à fome em 2015.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem diz isso desta vez não são os ambientalistas, mas um grupo de 1.350 cientistas de 95 países, inclusive o Brasil. De 2001 a 2005, sob a égide da ONU, eles produziram o diagnóstico mais completo já feito da saúde dos ecossistemas e de sua relação com a manutenção da vida humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O esforço resultou num relatório apresentado, nesta quarta-feira, a governos do mundo inteiro – no Brasil, em cerimônia em Brasília presidida pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.As conclusões da chamada Avaliação Ecossistêmica do Milênio, como quase tudo o que diz respeito ao ambiente global, são desalentadoras: quase dois terços dos chamados serviços ambientais estão em declínio acelerado.Isso significa que a capacidade do planeta de fornecer peixe e água, reciclar nutrientes do solo, minimizar o impacto de desastres naturais (como o maremoto de dezembro na Ásia) e controlar o clima local está comprometida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior ainda: as alterações feitas nos ecossistemas, especialmente nos últimos 50 anos, estão provavelmente aumentando o risco de mudanças abruptas, como explosão de epidemias – como a de cólera que afetou a África subsaariana durante o El Niño de 1997/ 98 –, eutrofização de águas costeiras e mudança climática regional, induzida por desmatamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem acha que mudanças ambientais não passam de ameaças intangíveis pairando sobre as próximas gerações em algum futuro remoto, a Avaliação do Milênio tem uma projeção imediata: a degradação dos solos e a baixa disponibilidade de água doce, especialmente na África e no sul da Ásia, devem impedir o mundo de alcançar o chamado Objetivo do Milênio de cortar pela metade o número de famintos em 2015.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Um dos poucos serviços ambientais em ascensão é a produção de alimentos, mas não ao ponto de atingir os objetivos [de desenvolvimento] do milênio’, disse à ‘Folha de SP’ o engenheiro florestal Rodrigo Victor, do Instituto Florestal de SP, que participa de uma das etapas do diagnóstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro cenários montados pelos cientistas para o futuro prevêem, ainda, que mais 10% ou 20% das florestas do mundo serão convertidas em lavoura e pasto até 2050 e que a superexploração dos estoques de peixe deva crescer ainda mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três deles projetam um aumento de 10% a 20% no fluxo de nitrogênio para águas costeiras, ampliando a eutrofização e a perda de biodiversidade.Uma das recomendações do estudo aos tomadores de decisão é uma reestruturação na maneira dos economistas de fazer contas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora, a maioria dos serviços ambientais pertence ao reino daquilo que os economistas chamam de ‘externalidades’, ou seja, fatores que não interferem nos custos econômicos. O valor da polinização de lavouras por insetos que habitam uma floresta vizinha, por exemplo, não é computado na hora de calcular o valor total daquela floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudo feito em dez países do Mediterrâneo e citado no relatório mostrou, por exemplo, que serviços como recreação, seqüestro de carbono, produtos florestais não-madeireiros e proteção de mananciais respondiam por até 96% do valor total das florestas. Esses serviços são desperdiçados quando uma floresta é convertida em pasto ou plantação pelo valor da sua madeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo equivalente a queimar dinheiro.‘A degradação dos serviços de ecossistemas representa a perda de um ativo’, afirmam os cientistas. Como tal degradação não aparece na balança comercial, países como o Equador, o Cazaquistão e a Etiópia, que tiveram um aumento de seu PIB em 2001 e experimentaram perda de florestas e recursos energéticos, teriam na verdade prejuízo caso o passivo ambiental fosse incluído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos serviços ambientais ainda não têm um mercado, embora o seqüestro de carbono já seja valorável com a entrada em vigor do Protocolo de Kyoto.Mesmo assim, os custos associados à perda de alguns desses serviços já se fazem sentir. Que o digam os pescadores de bacalhau da Terra Nova, no Canadá, que tiveram de parar de trabalhar nos anos 90 pelo esgotamento do peixe, com prejuízo de US$ 2 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Reino Unido, os prejuízos causados pela agricultura a água, solos e biodiversidade em 1996 foram de US$ 2,6 bilhões, ou 9% da receita agrícola do país na década de 90. E as perdas econômicas causadas por desastres naturais no mundo cresceram dez vezes de 1950 a 2003 – para US$ 70 bilhões por ano. Números que não são ladainha de ambientalista.(Folha de SP, 30/3)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-3049410432129706853?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/3049410432129706853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=3049410432129706853&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3049410432129706853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3049410432129706853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/07/seres-humanos-esgotam-capital-natural.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-6308411725977877735</id><published>2007-07-14T12:41:00.000-03:00</published><updated>2007-07-14T12:44:11.644-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Ice? Just Say "No"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por Peter Russel&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;Americans take ice for granted. They expect it in a glass of water at every restaurant. They want it in every soft drink. Most produce a continual supply of it at home in their refrigerators. And for parties we go and buy bags of it to fill up our buckets and bathtubs. But at what cost?&lt;br /&gt;Estimating how much ice we consume each day is not easy. In addition to the ice we melt in our drinks and ice buckets, there is all the ice that is produced, only to melt away, unused, in the drain. As a rough guess we probably each "consume", either directly or indirectly, an average of around a pint of water a day as ice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ice as a commodity is basically energy, or, more accurately, the absence of it. To freeze water, energy (latent heat) must be extracted from it. When the ice melts, it sucks this energy back, cooling its immediate surroundings.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The latent heat of ice is about 300 joules per gram. (I shall use approximate figures throughout; it makes the calculations easier, and there is no point in using more accurate figures when the amount of ice consumed is only a guess). A pint of water weighs around 450 grams, so the energy consumed in ice by each of us, each day, is around 135,000. There are around 270 million people in the USA, making the national daily energy consumption in ice around 36 trillion joules.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Most of us have no idea how much a joule of energy is, so let us convert this figure to a more meangingful unit, the kilowatt-hour (kWh) which is the amount of energy a one kilowatt electric fire consumes in one hour. One watt is one joule/sec; so a kilowatt-hour is 1,000 x 60 x 60 joules, i.e. 3.6 million joules. Thus our national daily ice consumption represents around 10 million kWh of energy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To generate this amount of energy takes 5,000 tons of coal, or 17,000 barrels of oil. Here's the rub. We are trying to conserve the energy we use in heating fuel, gasoline and electricity, yet at the same we are melting away a vast quantity of energy as ice -- the energy that a city the size of San Francisco consumes in gasoline each day.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Not only does the production of ice contribute to the energy crisis, it also contributes (somewhat ironically) to global warming. Each kilowatt of energy generated produces about 1.5 lb of carbon dioxide. Our daily ice consumption thus releases an additional 7,000 tons of carbon dioxide into the atmosphere each day, making its own contribution to the greenhouse effect. In addition, we must factor in the cost of the equipment used to produce the ice, plus the damaging effect on the ozone layer of all the CFCs released into the atmosphere when our ice-making machines fall apart on the scrap heap.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Why do we want all this ice? We certainly do not need it. Europeans do not expect it in every glass of water or soft drink, while traditional Japanese, Chinese and Indian medecines advocate the drinkiing of warm water with meals. Its cooling effect on the body is negligible. It has no health benefit. Just the opposite. The temperature stress on our teeth can crack the enamel, increasing the likelihood of tooth decay. The lining of the stomach is weakened by having to cope temperatures for which it was not designed. The cooling in the stomach unnecessarily draws blood from other regions of the body. It also soldiifies the oily stuff in food you have just consumed, which increases the amount of fat absorbed the intestine. In addition, ice-making machines can harbor Legionnaire's Disease and other unsavory microbes. You may drink bottled water, but the chances are the ice that's put in it is tap water.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ice is a social addiction. We don't need it, but we've been led to believe we can't do without it. Yet we get nothing from it but an oral stimulation.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But every addiction has its cost. Here the cost is unnecessary energy consumption, increased environmental degradation, and possible damage to your health. So the next time you are offered ice, just say "No".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-6308411725977877735?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.peterussell.com/PassingThoughts/Ice.php' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/6308411725977877735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=6308411725977877735&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6308411725977877735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6308411725977877735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/07/ice-just-say-no-por-peter-russel.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-3942395980592461279</id><published>2007-07-13T15:24:00.000-03:00</published><updated>2007-07-13T15:25:51.654-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RpfDlwL82MI/AAAAAAAAADU/jwcT-b1yNv4/s1600-h/ATgAAACYWV_i9jsU4m0oe61lZLxGc5l5AGugtfrNrCUi7_4i1BGEg2nVH-dVA7eCzz9_4LRYhsJcgQ5MqfZaRuqR3WUWAJtU9VBe1nwYBWxJWNjgACmlN4JPF1t6ew.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RpfDlwL82MI/AAAAAAAAADU/jwcT-b1yNv4/s320/ATgAAACYWV_i9jsU4m0oe61lZLxGc5l5AGugtfrNrCUi7_4i1BGEg2nVH-dVA7eCzz9_4LRYhsJcgQ5MqfZaRuqR3WUWAJtU9VBe1nwYBWxJWNjgACmlN4JPF1t6ew.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5086749357495867586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;300 pessoas vegetarianas pela paz!&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rio de Janeiro, 01/07/07.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-3942395980592461279?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/3942395980592461279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=3942395980592461279&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3942395980592461279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3942395980592461279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/07/300-pessoas-vegetarianas-pela-paz-rio.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RpfDlwL82MI/AAAAAAAAADU/jwcT-b1yNv4/s72-c/ATgAAACYWV_i9jsU4m0oe61lZLxGc5l5AGugtfrNrCUi7_4i1BGEg2nVH-dVA7eCzz9_4LRYhsJcgQ5MqfZaRuqR3WUWAJtU9VBe1nwYBWxJWNjgACmlN4JPF1t6ew.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-8784703289593956357</id><published>2007-07-12T20:28:00.000-03:00</published><updated>2007-07-13T15:24:09.824-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;World Population Day 2007: A New Urbanite Every Two Seconds&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Every two seconds, one person joins the planet's expanding urban population, and in 2008, for the first time in human history, a majority of people will live in cities. Last week, the UN Population Fund released its &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.unfpa.org/swp/swpmain.htm" target="_blank"&gt;State of World Population 2007&lt;/a&gt; report, which calls for a "revolution in thinking" to help cities unleash their potential to spur economic growth and solve social problems.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in this &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.worldwatch.org/node/5189/play" target="_blank"&gt;video of the launch event&lt;/a&gt; in Washington, D.C., Worldwatch President Christopher Flavin discusses the imperative of developing our urbanizing world sustainably in order to meet the needs of the 1.1 billion people projected to join the world's population between now and 2030. Over half of these people may live in under-serviced slums, according to Worldwatch's recent report &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.worldwatch.org/node/4752" target="_blank"&gt;State of the World 2007: Our Urban Future&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-8784703289593956357?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/8784703289593956357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=8784703289593956357&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/8784703289593956357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/8784703289593956357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/07/world-population-day-2007-new-urbanite.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-2491139872886844416</id><published>2007-07-12T15:55:00.001-03:00</published><updated>2007-07-12T15:55:57.909-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h2&gt;Study: Organic Farming Can Feed the World&lt;/h2&gt;  &lt;div id="center"&gt;   &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;                                    Reuters, 7/10/2007&lt;br /&gt;                                        &lt;a href="http://www.reuters.com/article/domesticNews/idUSN1036065820070710"&gt; Straight to the Source &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;   &lt;div class="story"&gt; Organic farming can yield up to three times as much food as conventional farming in developing countries, and holds its own against standard methods in rich countries, U.S. researchers said on Tuesday.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;They said their findings contradict arguments that organic farming -- which excludes the use of synthetic fertilizers and pesticides -- is not as efficient as conventional techniques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"My hope is that we can finally put a nail in the coffin of the idea that you can't produce enough food through organic agriculture," Ivette Perfecto, a professor at the University of Michigan's school of Natural Resources and Environment, said in a statement.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;She and colleagues analyzed published studies on yields from organic farming. They looked at 293 different examples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Model estimates indicate that organic methods could produce enough food on a global per capita basis to sustain the current human population, and potentially an even larger population, without increasing the agricultural land base," they wrote in their report, published in the journal Renewable Agriculture and Food Systems.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"We were struck by how much food the organic farmers would produce," Perfecto said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Corporate interest in agriculture and the way agriculture research has been conducted in land grant institutions, with a lot of influence by the chemical companies and pesticide companies as well as fertilizer companies, all have been playing an important role in convincing the public that you need to have these inputs to produce food," she added.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;a title=" (Full address: read the full study published in Cambridge University Journal)" href="http://journals.cambridge.org/action/displayAbstract?fromPage=online&amp;amp;aid=1091304" target="_blank"&gt;read the full study published in Cambridge University Jou...&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://organicconsumers.org/plantingpeace.cfm"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-2491139872886844416?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/2491139872886844416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=2491139872886844416&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2491139872886844416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2491139872886844416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/07/study-organic-farming-can-feed-world.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-566755908468275449</id><published>2007-07-12T13:15:00.000-03:00</published><updated>2007-07-12T13:16:19.468-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;" class="newstit2"&gt;Gigante de pés de barro&lt;/span&gt; &lt;span class="newstexto1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="boletimdata1"&gt;12/07/2007               &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                              &lt;span class="newstexto1"&gt;              &lt;br /&gt;              &lt;/span&gt;&lt;span class="boletimtexto3"&gt;                                                 &lt;b&gt;Por Fábio de Castro&lt;/b&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Agência FAPESP&lt;/b&gt; – “A próxima grande crise econômica acontecerá na China, que, ao contrário do que se diz, não se tornará a maior potência mundial.” A previsão foi feita categoricamente por Pao-yu Ching, professora emérita do Marygrove College, em Michigan, nesta quarta-feira (11/7), durante a 59ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Belém. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; De acordo com a economista chinesa radicada nos Estados Unidos há 30 anos, o avassalador crescimento econômico chinês não é sustentável e, apesar dos números positivos na última década, o país está fora de controle. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A economia mundial está entrando em um período de baixo crescimento. A China, dependente das exportações, sofrerá um impacto violento. Eu realmente acho que estamos na iminência de uma crise econômica capitalista talvez sem precedentes”, disse Pao-yu à &lt;b&gt;Agência FAPESP&lt;/b&gt;. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Segundo ela, o processo de restauração capitalista na China deixou uma pequena parte da população em situação muito boa, mas as condições sociais da esmagadora maioria, especialmente camponeses, são desastrosas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A demanda doméstica é muito pequena, porque as pessoas não têm poder de consumo. Por essa razão, há uma capacidade excessiva em várias indústrias, como eletrodomésticos, automóveis ou bicicletas. Muitas delas estão com capacidade tão grande que não podem mais continuar a investir. E, se elas não investem, a economia desaquece”, destacou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Crise em todas as áreas&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O desenvolvimento capitalista na China, desde a reforma de 1979, trouxe boas estatísticas à macroeconomia. Mas, desde então, saúde, educação, habitação e o próprio trabalho se tornaram mercadorias, impedindo o acesso da população com salários baixos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “As condições sociais na China são muito ruins e ficarão piores. Há muita gente trabalhando no setor informal, em cenário parecido com o do Brasil. O desmantelamento das comunas em 1984 causou um êxodo rural incessante. Na cidade, os camponeses não encontram meios de subsistência – não têm renda, nem escolas, nem acesso a hospitais. A crise atinge todas as áreas, inclusive o meio ambiente”, afirmou. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para Pao-yu, as previsões de que o crescimento econômico da China levará o país a ser uma potência mundial que concorrerá com os Estados Unidos são uma ilusão. “Minha visão é completamente oposta. Em 1994 e 1995, os tigres asiáticos estavam crescendo muito rapidamente, mas na Malásia, na Tailândia ou nas Filipinas todos sabem que a população ainda sofre com a crise de 1997.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a economista, a China, depois de entrar na fase de desenvolvimento capitalista, tornou-se economicamente semelhante a qualquer outro país pobre, mas sem liberdade política. Ou seja, o resultado para a maioria da população foi o pior dos dois mundos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Antes havia baixos salários, mas os preços também eram pequenos, porque as necessidades básicas não eram confundidas com mercadorias. Isso diferenciava a China dos outros países pobres. Nesses países há fome não porque haja escassez de comida, mas porque os pobres não têm recursos para comprar alimentos. A China agora é assim”, destacou. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Segundo Pao-yu Ching, toda a situação crítica da China não é evidente em boa parte das cidades. “Se você for para lá agora, a situação pode até passar despercebida, em meio à modernidade das cidades. Cerca de 20% da população vive com fartura e as estatísticas mostram que o país está bem. Mas se trata de uma economia unicamente exportadora”, disse ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-566755908468275449?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=7427' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/566755908468275449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=566755908468275449&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/566755908468275449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/566755908468275449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/07/gigante-de-ps-de-barro-12072007-por.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-1358963656116455310</id><published>2007-07-09T17:33:00.000-03:00</published><updated>2007-07-09T17:37:29.703-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RpKcfQNJYCI/AAAAAAAAADE/d_I2jPK4Mvk/s1600-h/CIMG0671.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5085298989994696738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RpKcfQNJYCI/AAAAAAAAADE/d_I2jPK4Mvk/s320/CIMG0671.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-1358963656116455310?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/1358963656116455310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=1358963656116455310&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1358963656116455310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1358963656116455310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/07/blog-post.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RpKcfQNJYCI/AAAAAAAAADE/d_I2jPK4Mvk/s72-c/CIMG0671.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-6961147505020886290</id><published>2007-07-09T16:49:00.000-03:00</published><updated>2007-07-09T17:14:52.166-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RpKS7wNJYAI/AAAAAAAAACg/hTep2je-cLw/s1600-h/CIMG0669.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5085288484504690690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RpKS7wNJYAI/AAAAAAAAACg/hTep2je-cLw/s320/CIMG0669.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pois somos pessoas !!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-6961147505020886290?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/6961147505020886290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=6961147505020886290&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6961147505020886290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6961147505020886290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/07/pois-somos-pessoas.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RpKS7wNJYAI/AAAAAAAAACg/hTep2je-cLw/s72-c/CIMG0669.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-216163705104020169</id><published>2007-07-03T13:28:00.000-03:00</published><updated>2007-07-03T13:29:19.880-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h2&gt;Generation Now&lt;/h2&gt; &lt;h3&gt;&lt;i&gt;Young, wired and living life on the digital edge — meet the Millennials&lt;/i&gt;&lt;/h3&gt; &lt;h4&gt;By Tom Tresser | Photos by Xiao Guang Tse&lt;/h4&gt; If you can’t remember a time when the world was not wired, you are a member of the Millennial Generation — the 33 million Americans between the ages of 15 and 25. You are special. You are different. The fate of the planet is on your shoulders. No pressure.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before your arrival, the largest, richest and most influential generation in American history were your parents — the Baby Boom Generation — the some 78 million Americans born to G.I. Dads and Lindy-hopping Moms in the years after the end of World War II. Succeeding them, born between 1964 and 1977, was Generation X, clocking in much smaller, at 37 million. But with over 80 million Americans born after 1977, Generation Y is the new large and in charge generation. Gen Y includes Echo Boomers (loosely defined as the children of the Boomers born after 1977), and Millennials, (those born after 1982). Like their Boomer parents before them, the opposite ends of the Gen Y/Echo/Millennial generation are vastly different from each other. And Millennials, say experts, “are unlike any other youths in living memory: More numerous, more affluent, better educated and more ethnically diverse than those who came before.” Those words from William Strauss and Neil Howe, social scientists who coined the term “millennial” in their book Millennials and the Pop Culture (LifeCourse Associates, March ’06).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perhaps the most outstanding detail that distinguishes this generation — from even those born just a couple of years earlier — is their level of media consumption, particularly online. Today, the average teenager spends more than 72 hours a week using electronic media — cell phones, internet, television, music and video games — according to a 2006 study.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“There’s an intense focus on openness, sharing information, as both an ideal and a practical strategy to get things done,” explained Mark Zuckerberg, 23-year-old Millennial wüunderkind and founder and CEO of Facebook, in a recent interview with Fast Company. On Facebook.com, students log in daily to chat, flirt and connect — the average user frittering away eight hours a month on the site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;All that time spent social networking has indoctrinated Millennials into the cult of groupthink, refashioning them into the most collaborative and team-oriented generation the world has seen in many a decade. This manifests in “a wide array of positive social habits that older Americans no longer associate with youth, including a new focus on teamwork, achievement, modesty and good conduct,” say Strauss and Howe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Millennials spend 16 hours a week on the Internet — and that’s not including emailing. Recent research from the Pew Internet and American life project shows nearly 80 percent of the 28 and younger set regularly read blogs, compared with just 30 percent of adults 29 to 40. And roughly 40 percent of teenage and 20-something Internet users have created their own blog, as compared to just a sliver of 30-somethings — a mere 9 percent.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thirty-five-year-old entrepreneur and youth-marketing guru Anastasia Goodstein turned her fascination with the evolving Internet habits of Millennials’ into a book, Totally Wired: What Teens and Tweens Are REALLY Doing Online (St. Martin’s Griffon, March ’07). She calls Millennials the “mash up generation,” because they’re constantly taking bits and pieces of popular culture and then remixing them — essentially creating their own tailored subcultures.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="h4"&gt;Out of Myspace and Into the World&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But with personally-crafted online networks right at their fingertips, Millennials are confronting some harsh realities when they step outside their virtual world. Julia Dossett, a 25-year-old Marketing Associate for the Steppenwolf Theater Company in Chicago, observes this phenomenon in the numbers of her peers who seem to resist engagement in a personal and professional commitment because “they are waiting around for the ideal to come along.” This can breed apathy, resentment and a sense of entitlement.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“None of these will help my generation actually reach the potential we were encouraged to achieve as children so long ago,” Dossett laments. “We were raised to believe we could do anything we wanted and be anything we wanted, and that nothing was out of reach. But now that we are young adults living away from our parents — I think we sometimes find the choices overwhelming.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jean Twenge, a psychology professor at San Diego State University and author of Generation Me: Why Today’s Young Americans Are More Confident, Assertive, Entitled — and More Miserable than Ever Before (Free Press, March ’07), blames much of Millennial angst on the over indulgences of boomer parents. “They were raised by ‘helicopter’ parents who constantly hovered over them — providing unending praise, support and, perhaps, unrealistic expectations that the world was their oyster,” says Twenge. This group is highly optimistic — they expect to go to college, to make lots of money, and perhaps even to be famous. The misery is produced, says Twenge, when these overly confident youngsters hit a stressed-out work place rife with uncertainty.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Many people reaching their twenties find that their jobs do not provide the fulfillment and excitement they had anticipated,” Twenge continues. “And their salary isn’t enough to afford even a small house.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Millennial dissatisfaction in the workplace has not gone unnoticed by employers. Anastasia Goodstein recounts a recent Wall Street Journal article about a company that hired a praise consultant to help assuage the egos of young employees. “This is a generation used to veneration and attention and getting a pat on the back,” Goodstein explains. But still, Goodstein wonders what kind of praise the consultant might offer. “Maybe ‘Great job, you showed up today!’ ”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On EmployeeEvolution.com, 20-something bloggers Ryan Paugh and Ryan Healy hope to “create an anonymous dialogue between our generation and the corporations struggling to understand our attitudes about work.” In a recent post entitled “Where Should a Millennial Draw the Line?,” Paugh writes, “Part of being an entry-level worker is just waiting for something big to come your way. In the meantime, you bite your lip and act busy. Preceding generations say it’s normal. I say it sucks. If what our elders say is true, we’re supposed to keep on truckin’. Eventually we’ll have some real responsibility and the downtime will be nothing less than treasured. The problem is, I don’t live my life on blind faith.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Richard Florida, best-selling author of Rise of the Creative Class, gets Paugh’s message loud and clear. “This generation values intrinsic rewards more so than salary and benefits,” says Florida. “A culture which fosters tolerance and learning is one they will seek out and thrive in. The organizations that do this best will be the ones that prosper in the creative age.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="h4"&gt;Political Scenesters&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Smart, savvy and civically engaged, there is no doubt Millennials will affect profound change on the political level. When they start occupying elective offices, expect new initiatives to protect children, promote literacy and safety and reform dysfunctional educational systems. Experts also anticipate this generation will affect profound political change on a consumer level, especially concerning where and why they open their pocket books. Their loyalty will lie with socially responsible business practices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In fact, they’re dedicating their time to efforts they care about more than ever before. In 2003, 83 percent of college freshman were volunteering — up from about 66 percent in 1990 (a side effect of increasingly competitive college acceptance rates perhaps, but nice nonetheless).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And for those dismayed by the general public’s apparent distrust of smart politicians, here’s a great sign: Eight in ten teens now say it’s “cool to be smart.” Test scores are up, and 73 percent of high school students say they want a four-year college degree.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Two things represent my generation,” concludes Chris Hales, 25-year-old CEO of Anti-Matter Media a Chicago-based multimedia company. “Technology and the ‘Do-It-Yourself’ aesthetic. With the increase of technology, opportunities for networking with others seem endless, enabling us to turn out more authors, films, record labels and artists than previous generations. When you put the two together you have the recipe for a generation that is willing to go out and make stuff happen on their own.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Tom Tresser is an aging boomer, educator, organizer and creativity champion who consults with nonprofits and local governments on using the arts for economic development, civic engagement and celebration. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="Chart:_American_Generations_—_What_Shaped_Them"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://consciouschoice.com/2007/07/millennials0707.html#Chart:_American_Generations_%E2%80%94_What_Shaped_Them" onclick="window.open('http://consciouschoice.com/2007/07/img/millennials0707chart.gif','Chart: American Generations — What Shaped Them', 'scrollbars=no,status=no,left=10,top=10,width=900,height=420');"&gt;Chart: American Generations — What Shaped Them&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-216163705104020169?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://consciouschoice.com/2007/07/millennials0707.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/216163705104020169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=216163705104020169&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/216163705104020169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/216163705104020169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/07/generation-now-young-wired-and-living.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-620313537642895937</id><published>2007-07-03T09:56:00.000-03:00</published><updated>2007-07-03T13:30:11.480-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Boa matéria no Fantástico sobre consumo sustentável: O Mundo de Valentina, o futuro da comida na Terra; clique &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM695884-7823-O+MUNDO+DE+VALENTINA+O+FUTURO+DA+COMIDA+NA+TERRA,00.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-620313537642895937?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/620313537642895937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=620313537642895937&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/620313537642895937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/620313537642895937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/07/boa-matria-no-fantstico-sobre-consumo.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-2977728356363959951</id><published>2007-06-28T21:58:00.000-03:00</published><updated>2007-06-28T21:59:19.636-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Empresa brasileira tem primeiro plástico verde certificado do mundo&lt;br /&gt;http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010125070627&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Braskem anunciou a produção do primeiro polietileno a partir do etanol de cana-de-açúcar certificado mundialmente, utilizando tecnologia competitiva desenvolvida no Centro de Tecnologia e Inovação da empresa. A certificação foi feita por um dos principais laboratórios internacionais, o Beta Analytic, atestando que o produto contém 100% de matéria-prima renovável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plástico verde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O polímero verde da Braskem - polietileno de alta densidade, uma das resinas mais utilizadas em embalagens flexíveis - é resultado de um projeto de pesquisa e desenvolvimento que já recebeu cerca de US$ 5 milhões em investimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte desse montante foi destinada à implantação de uma unidade-piloto para produção de eteno - base para fabricação do polietileno - a partir de matérias-primas renováveis no Centro de Tecnologia e Inovação Braskem, que já está produzindo quantidades suficientes para o desenvolvimento comercial do produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A liderança da Braskem no projeto do polietileno verde confirma o nosso compromisso com a inovação e o desenvolvimento sustentável e abre perspectivas muito positivas para o desenvolvimento de produtos plásticos feitos a partir de matérias-primas renováveis, um campo em que o Brasil possui vantagens competitivas naturais", afirma José Carlos Grubisich, presidente da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plástico de etanol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto entra agora em fase de detalhamento técnico e econômico, e o início da produção do polietileno verde em escala industrial está previsto para o final de 2009. A nova unidade deverá ter tecnologia moderna e escala competitiva, podendo atingir capacidade de produção de até 200 mil toneladas por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção de plásticos a partir do etanol se destina a suprir os principais mercados internacionais que exigem produtos com desempenho e qualidade superiores, com destaque para a indústria automobilística, de embalagens alimentícias, cosméticos e artigos de higiene pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliações realizadas na fase inicial do projeto constataram um enorme potencial de crescimento e de valorização do mercado de polímeros verdes. Como essas resinas têm o mesmo desempenho e propriedades do produto similar obtido a partir de matéria-prima não renovável, a indústria de manufaturados plásticos deverá beneficiar-se desse importante desenvolvimento sem a necessidade de fazer investimentos em novos equipamentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-2977728356363959951?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/2977728356363959951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=2977728356363959951&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2977728356363959951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2977728356363959951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/06/empresa-brasileira-tem-primeiro-plstico.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-7189189480705776340</id><published>2007-06-28T21:07:00.000-03:00</published><updated>2007-06-28T21:09:43.557-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"Ashes and Snow"&lt;br /&gt;Uma rara exibição de imagens de Gregory Colbert mostra a intimidade entre homens e animais em locais onde a intimidade entre humanos e os demais seres ainda pode ser desfrutada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/b8nSiQgtjkk"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/b8nSiQgtjkk" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="display: inline;" id="vidDescRemain"&gt;In a rare public appearance, photographer Gregory Colbert shares an astounding film from his exhibit, Ashes and Snow, and announces his new initiative, the Animal Copyright Foundation, which aims to collect royalties from companies using images of nature in their ad campaigns. For more than a decade, Gregory Colbert has traveled the world and collaborated with 40+ species to create "Ashes and Snow," a ground-breaking exhibition of more than 100 photographs and three films, housed in the Nomadic Museum. Colbert's extraordinary sepia-toned images reveal a rarely seen poetic beauty in man's relationship to the animal kingdom. (Recorded February 2006 in Monterey, CA. Duration: 18:42)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-7189189480705776340?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/7189189480705776340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=7189189480705776340&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/7189189480705776340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/7189189480705776340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/06/ashes-and-snow-uma-rara-exibio-de.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-271000068051396852</id><published>2007-06-18T12:24:00.000-03:00</published><updated>2007-06-18T12:25:23.603-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>15/06/2007 &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ONG que quer comprar terra na Amazônia recebe 20 mil doações &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinte mil pessoas fizeram doações na primeira semana de campanha do site da ONG Cool Earth, que promete proteger e comprar terras na Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A iniciativa foi lançada no dia 5 de junho, com apoio de várias personalidades e entidades ambientalistas britânicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor total das doações realizadas não foi revelado pelos representantes do projeto. Segundo eles, doadores de maior porte fizeram aportes diretos, sem entrar no site, que ainda estão sendo contabilizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto propõe que os doadores patrocinem, por 35 libras (cerca de R$ 140), meio acre de terra - o equivalente 2 mil metros quadrados de mata -, embora seja possível fazer doações menores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manutenção - De acordo Mathew Owen, diretor da ONG, o dinheiro arrecadado tem dois destinos. O primeiro é investir na preservação de florestas que já estão protegidas ou que já são de propriedade da entidade ou de parceiros. Um segundo destino da receita é a compra de terras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Cool Earth, o objetivo principal é evitar a derrubada da vegetação e, com isso, a liberação de toneladas de CO2 na atmosfera - segundo o próprio projeto, cada acre de floresta queimado libera até 26 toneladas de CO2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os representantes da campanha acreditam ser preciso convencer as comunidades nas “regiões em risco” que é melhor preservar a floresta do que destruí-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que realmente estamos tentando fazer é simplesmente criar um mecanismos para a geração de recursos e colocar esse dinheiro nas mãos das comunidades nas florestas tropicais, para assegurar que eles consigam um melhor nível de vida mantendo a floresta de pé”, disse Owen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cool Eath afirma que colocará todas as propriedades compradas no nome de instituições locais e que irá apenas administrar as propriedades por um sistema de arrendamento por um período inicial de dez anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingenuidade? - Embora o apoio do público tenha sido grande, alguns ambientalistas e especialistas brasileiros acreditam que o projeto tem problemas sérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor-geral do Serviço Florestal do Ministério do Meio Ambiente, Tasso Azevedo, considerou “inocente” a campanha. “A floresta não está à venda”, afirmou Azevedo. Ele disse que a Lei de Gestão de Floresta Pública, em vigor desde o ano passado, proíbe a venda de qualquer área na floresta que já não tenha títulos de propriedade privada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quando alguém diz que está comprando área na Amazônia, existe uma grande probabilidade de ser uma área pública”, diz Azevedo. “Este tipo de solução não ajuda, ela ilude”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ambientalista Paulo Adario, coordenador da campanha Amazônia do Greenpeace, também considera “ingênua, embora bem intencionada” a campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É uma visão de pessoas bem intencionadas, mas que desconhecem a complexidade do local”, afirmou Adario, que vive em Manaus, onde fica o escritório regional do Greenpeace que cuida da Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele diz que o processo de grilagem de terras públicas na região foi tão intenso que é muito difícil hoje em dia conseguir grandes extensões de terras com documentação legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não existem grandes áreas de terra à venda com documentação razoável. A questão da propriedade de terras na Amazônia é um pesadelo”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 mil acres - Os integrantes do Cool Earth afirmam estar conscientes dessas dificuldades. Um dos idealizadores da campanha é o milionário sueco Johan Eliasch, que em 2005 comprou uma área de cerca de 160 mil hectares na Amazônia para preservação e foi alvo de muitas críticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mathew Owen, da ONG, disse que as terras do milionário sueco não estão incluídas no projeto e que o foco principal no Brasil não é comprar terras novas, mas principalmente ajudar as comunidades a preservá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nosso principal objetivo é investir na manutenção”, afirmou Owen. Segundo ele, cerca de 10% dos recursos arrecadados devem ser gastos em administração e 30% em compra de novas terras. “O restante (os outros 60%) será investido nas comunidades locais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ONG afirma que detém - diretamente ou por meio de parceiros - 5 mil acres no Brasil (o equivalente a 2 mil hectares) e que pode comprar mais 15 mil acres (8 mil hectares) no prazo de um ano. (Estadão Online)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-271000068051396852?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&amp;id=31769' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/271000068051396852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=271000068051396852&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/271000068051396852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/271000068051396852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/06/15062007-ong-que-quer-comprar-terra-na.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-1779718335864434777</id><published>2007-06-15T12:46:00.001-03:00</published><updated>2007-06-15T22:43:05.201-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr style="font-weight: bold;"&gt;&lt;td height="43"&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="center"&gt;Começa diagnóstico participativo da Agenda 21 de Alta Floresta&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;14/06/2007&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-size:10;color:black;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;Acontece no dia 20 de junho, no &lt;b&gt;RECANTO DAS ORQUÍDEAS &lt;/b&gt;a reunião do Fórum de Políticas sustentáveis e Agenda 21 Local. Nessa reunião será discutido Rede Nacional das Agenda 21 Locais, eleição do coordenador do fórum e ainda, discutiremos os encaminhamentos do trabalho da agenda 21 local, tal como o Plano de intervenção de áreas alteradas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;O QUE: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;reunião do Fórum de Políticas Sustentáveis e Agenda 21 Local&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;QUANDO: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;20/06/2007, 14h às 16h.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;ONDE: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;Recanto das Orquídeas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;CONTATOS: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;Anderson Flores &lt;span&gt; &lt;/span&gt;(66) 9207 3348 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;A Agenda 21 Local é um projeto da prefeitura de Alta Floresta, com financiamento do Fundo Nacional do Meio Ambiente, e visa elaborar junto com a sociedade alta-florestense uma agenda de políticas públicas para a construção de uma sociedade sustentável, ou seja, uma sociedade com melhor qualidade de vida para a população, através do incremento da renda e crescimento econômico, da inclusão social e do equilíbrio ambiental, conforme os princípios estabelecidos pelas diretrizes da Agenda 21.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O que é Agenda 21 Local?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;É um instrumento de planejamento de políticas públicas municipais. Uma espécie de guia, onde estão retratados o perfil do município, os problemas e ações que a população considera prioritários e ainda o desenho do município que a população sonha em ter no futuro, levando em consideração áreas como saúde, educação, habitação, infra-estrutura, habitação, produção, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;Pra que serve uma Agenda 21 Local?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;Para que o poder público tenha um documento que oriente sua atuação de acordo com o que a população acha prioritário. E também para que cada setor do município descubra como pode fazer para melhorar sua região, compartilhando a responsabilidade pela construção da cidade que todos sonham.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;Objetivos específicos do Agenda 21 Loca de Alta Floresta:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;• Fortalecer a capacidade dos diversos segmentos da sociedade local de se mobilizarem e trabalharem em conjunto, de forma articulada, para a melhoria das condições sócio-econômicas e ambientais;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;• Apoiar o processo de capacitação e formação continuada dos diversos segmentos da sociedade, abrangendo o setor público, o setor privado e a comunidade, visando subsidiar uma mudança de paradigma em direção à sustentabilidade;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;• Consolidar e disseminar a base de informações necessárias ao desenvolvimento de estratégias e ações visando a sustentabilidade;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;• Construir a Agenda 21 do município, podendo servir de referência para a construção da Agenda 21 dos municípios vizinhos e da região da Amazônia Mato-Grossense;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;" &gt;• Encaminhar propostas concretas e detalhadas no campo do manejo e recuperação de áreas alteradas, uma questão considerada prioritária na realidade local.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:100%;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Maria Elisa Corrêa Silva&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:100%;"&gt;&lt;span&gt;(66) 3521-8555&lt;br /&gt;(66) 9208-1672&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:mariaelisa@icv.org.br" target="_blank" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)"&gt;mariaelisa@icv.org.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="http://www.icv.org.br/newsletter/includes/openrate.asp?idemail=44&amp;amp;mailLogcode=268185" height="1" width="1" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-1779718335864434777?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/1779718335864434777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=1779718335864434777&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1779718335864434777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1779718335864434777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/06/comea-diagnstico-participativo-da.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-4553040987958292254</id><published>2007-06-11T11:00:00.000-03:00</published><updated>2007-06-11T11:02:17.394-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.greenpeace.org/brasil/greenpeace-brasil-clima/noticias/fracasso-g8-n-o-assume-metas"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Fracasso! G8 não assume metas contra o aquecimento global&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08 de Junho de 2007 por Greenpeace.org.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alemanha — Lula perde oportunidade de liderar G5 na luta contra as mudanças climáticas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme previsto, a cúpula do G8 não foi além do óbvio. Na análise do Greenpeace, o término da reunião na Alemanha foi marcado pela falta de metas concretas dos sete países mais ricos do mundo e a Rússia para combater o aquecimento global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A afirmação da cúpula sobre a necessidade de uma “redução substancial” da emissão dos gases de efeito estufa foi considerada redundante e vazia pelo Greenpeace, especialmente após a divulgação do relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) no início deste ano. “Os últimos 15 anos nos ensinaram que compromissos voluntários simplesmente não funcionam, daí a importância das metas para o desenvolvimento de ações urgentes. Declarações vazias não ajudarão em nada”, lamenta Marcelo Furtado, diretor de campanhas do Greenpeace no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, os Estados Unidos retalharam qualquer acordo efetivo de redução de emissões de gases do efeito estufa. Nem o consenso científico sobre a necessidade de cortar em 50% as emissões até 2050, mantendo a elevação da temperatura abaixo dos 2°C dos níveis pré-industriais, foi suficiente para levar os grandes líderes mundiais à ação concreta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O documento final da cúpula apenas diz que medidas de redução devem ser ‘consideradas seriamente’, enquanto os líderes do G8 deveriam apresentar metas claras e definir as negociações do período pós-2012 do Protocolo de Kyoto”, avalia Furtado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EUA: ainda o grande vilão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com John Coequyt, analista de política energética do Greenpeace nos Estados Unidos, “a obstrução dos EUA resultou em uma falha do G8 em estabelecer uma meta global para redução de gases de efeito estufa. É mais uma oportunidade perdida que reforça a necessidade e a urgência de uma resposta de peso do Congresso Americano”, afirma. “Ao menos, foi reafirmado que as Nações Unidas é o fórum de discussão apropriado no combate às mudanças climáticas, e não o processo de fachada anunciado pelo Presidente George W. Bush na última semana”. O fato é que os demais países do G8 devem caminhar independentemente da resistência americana, pois o tempo para agir está se esgotando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil e G5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A posição do G5 (Brasil, China, Índia, México e África do Sul), publicada ontem no documento oficial da reunião, também foi frustrante, na avaliação do Greenpeace. Ações reais contra as mudanças climáticas deram lugar a um conjunto de recomendações genéricas no sentido de estabelecer o “diálogo” e “compartilhar conhecimento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O G8 indica a necessidade de contribuir com os países em desenvolvimento, principalmente com relação ao combate ao desmatamento. No documento, o Brasil solicita apoio financeiro ao G8 para acabar com o desmatamento, porém, em nível nacional, o governo federal ainda não assumiu claramente o compromisso de zerar o desmatamento, priorizou a proteção dos recursos naturais ou comprometeu-se com a implementação de uma Política Nacional de Mudanças Climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O fato é que a agenda de Lula na reunião do G8 era a venda de etanol. Sabemos que os biocombustíveis são parte da solução das mudanças climáticas, mas isso não quer dizer que o Brasil será uma Arábia Saudita verde como gosta de promover o presidente. Não vemos uma estratégia definida do governo brasileiro quando o assunto é a garantia da produção de alimentos e a conservação de nossas florestas, o que pode tornar a produção do etanol parte do problema”, afirma Furtado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Greenpeace, o Brasil e os demais países do G5 deveriam estar discutindo como fazer sua própria revolução energética, qual a maneira mais rápida e efetiva de se transferir tecnologia e investimentos necessários para o estabelecimento de mercados nacionais de energias renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Brasil poderia e deveria liderar esse movimento internacional, principalmente a discussão sobre clima e florestas. Em vez disso, o governo continua lançando mão de argumentos desgastados, como o de não assumir metas, já que a responsabilidade histórica é mínima. Definitivamente não é o que a sociedade brasileira espera dos tomadores de decisão, especialmente por conta do pouco tempo que temos para agir”, conclui Furtado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China, com todos os seus problemas, vem demonstrando maior habilidade do que o Brasil no desenvolvimento de estratégias, como o lançamento de sua Política Nacional de Mudanças Climáticas no último dia 4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ações na Alemanha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Greenpeace realizou uma série de ações durante a cúpula do G8, exigindo ação dos países participantes para barrar o aquecimento global. Às vésperas da reunião, mais de 600 pessoas formaram um banner humano com os dizeres “G8: Aja agora!”. No dia 7, a bordo de barcos, 24 ativistas carregaram a mesma mensagem para a frente do hotel onde acontecia o encontro. A polícia reagiu, ferindo alguns ativistas. E nesta sexta-feira, a bordo de um balão, o Greenpeace levou o pedido “G8: Aja agora!” aos céus. Helicópteros da polícia alemã cercaram o balão e obrigaram os ativistas a pousar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-4553040987958292254?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/4553040987958292254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=4553040987958292254&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/4553040987958292254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/4553040987958292254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/06/fracasso-g8-no-assume-metas-contra-o.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-9177971676676705698</id><published>2007-06-05T17:16:00.000-03:00</published><updated>2007-06-05T17:17:32.656-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Coca-Cola promete devolver água à natureza&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meta é impacto zero; só em bebidas, empresa usa 290 bilhões de litros por ano.&lt;br /&gt;Da &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL47346-5603-46,00.html"&gt;EFE&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Coca-Cola se comprometeu hoje a restituir à natureza "cada gota" de água que utiliza, num programa com o grupo ambientalista WWF, que servirá para proteger sete das grandes bacias hidrográficas do mundo, entre elas as do Yang-Tsé, na China, e as dos rios Bravo e Grande (na fronteira entre Estados Unidos e México).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nossa meta é restituir cada gota de água empregada em nossas bebidas e em sua produção. Isso significa reduzir a quantidade de água que utilizamos, reciclar a água usada na fabricação e devolver a água às comunidades e à natureza", disse em Pequim o presidente do multinacional, Neville Isdell.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, afirmou, para atingir o objetivo "a companhia precisará de tempo e da cooperação de distribuidores, fornecedores e conservacionistas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Coca-Cola se compromete também no programa, com um custo previsto de US$ 20 milhões, a adotar medidas para reduzir suas emissões de gás carbônico, causador do aquecimento global, durante a fabricação de suas bebidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto foi anunciado no Dia Internacional do Meio Ambiente, na abertura da reunião anual do WWF (Fundo Mundial para a Fauna e Flora Silvestres), que vai até o dia 8, em Pequim, com a presença do ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Neville, 40% da água utilizada pela companhia (290 bilhões de litros em 2006) são parte das bebidas. O resto é usado nos processos produtivos, entre eles limpeza, calefação e esfriamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através do programa, a multinacional e o WWF trabalharão para melhorar a eficiência no uso de água em toda a cadeia produtiva da companhia, começando pela cana-de-çúcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, disse o diretor, a questão da cana-de-açúcar também está relacionada com as políticas agrícolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O uso incorreto de água não é algo que nós possamos resolver sozinhos. Depende dos governos", disse o diretor, explicando que a companhia está buscando alternativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O açúcar contido em cada litro de Coca-Cola precisa de 175 litros a 200 litros de água para ser produzido. Esse é o grande problema", afirmou Jason Clay, do WWF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflorestamento, coleta de água de chuva e técnicas agrícolas mais eficientes serão algumas das medidas do programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do WWF, Carter Roberts, lembrou que só 3% da água do planeta são água potável. Deste percentual, dois terços estão congelados e a terça parte restante está disponível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Da terça parte utilizável, 70% vão para a produção de alimentos, 22% para processos de fabricação e energéticos e o resto em bebida e saneamento", ressaltou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-9177971676676705698?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/9177971676676705698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=9177971676676705698&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/9177971676676705698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/9177971676676705698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/06/coca-cola-promete-devolver-gua-natureza.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-1433733437123279258</id><published>2007-05-31T11:40:00.000-03:00</published><updated>2007-05-31T11:41:43.334-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;News Flash: More success! &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Over half of Starbucks' milk supply is now free of artificial growth hormones. Thanks to many calls, email, and protests from healthy food advocates, Starbucks has upped its rBGH-free milk supply from just 27% to 51% of its total milk supply since the end of 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Starbucks promotes itself as a socially responsible company and, with more than 6,000 stores nationwide, buys a lot of milk. If Starbucks made a complete switch to rBGH-free milk it would send a strong message to the dairy industry about consumers distaste for recombinant bovine growth hormone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In January, Starbucks' stores in: Alaska, Washington, Oregon, northern California, northern Nevada, New Mexico, Montana, Idaho, Texas, Maine, New Hampshire, parts of Connecticut, Massachusetts, Vermont, and Rhode Island were rBGH-free. Now Starbucks has added Arizona, southern Nevada, Colorado, Wyoming, Washington D.C., Virginia, Maryland, parts of Pennsylvania, and parts of New Jersey to its list of rBGH-free store locations. This is great news! And comes hard on the heels of many other brands getting added hormones out of their milk supply.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Keep the pressure up:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Call Starbucks at: 1 (800) 235-2883&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The line should be staffed Mon - Fri 5 AM - 6 PM PST. (Click here for talking points.) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Or send an email .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In other news, we have free postcards to distribute regarding the offensive plan to label irradiated food as "cold pasteurized," "electronically pasteurized", or to even leave products unlabeled. If you would like free postcards to give to friends, farmer's markets, health food stores, etc. email food(at)fwwatch.org with your mailing address and the number of postcards you would like.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thank you!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;~Audrey Hill&lt;br /&gt;Food &amp; Water Watch&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-1433733437123279258?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/1433733437123279258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=1433733437123279258&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1433733437123279258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1433733437123279258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/05/news-flash-more-success-over-half-of.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-3933943116244812685</id><published>2007-05-30T12:38:00.000-03:00</published><updated>2007-05-31T11:50:24.574-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Em busca de uma economia ecológica I&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: OEco&lt;br /&gt;José Augusto Pádua - É doutor em Ciências Políticas, professor-adjunto da&lt;br /&gt;Universidade Federal do Rio de Janeiro e autor de livros que temperam qualquer&lt;br /&gt;estante de História do Brasil.&lt;br /&gt;23.05.2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foram poucos os que apontaram a irônica identidade de sufixo entre os dois pólos de uma das mais emblemáticas clivagens políticas do mundo contemporâneo: economia versus ecologia. Penso, assim como vários outros analistas, que a chave para uma integração harmoniosa entre os dois pólos encontra-se na própria etimologia de ambas as palavras (derivada do grego). A administração ou organização da ?casa? (eco-nomia) deveria basear-se no conhecimento da 'casa' (eco-logia). Ou seja, a economia deveria subordinar-se à ecologia. Em primeiro lugar devemos conhecer o planeta em que vivemos para depois, com base neste conhecimento, estabelecer de maneira inteligente e sustentável os nossos padrões de produção e consumo no interior do mesmo. Parece muito racional. Mas, em torno deste debate, explodem os mais diversos conflitos e contradições envolvendo diferentes heranças históricas, interesses de curto, médio e longo prazo, valores e visões de mundo etc. O fato é que já se passaram mais de três décadas desde o início dos anos setenta, quando o debate ambiental começou a adquirir forte presença na opinião pública global, e a clivagem insiste em permanecer, oscilando entre avanços e retrocessos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil do segundo governo Lula, quando a oposição formal parece ter perdido qualquer indício sério de possuir algum rumo, uma das poucas fontes de emoção no debate político refere-se justamente a mais uma encarnação da velha clivagem. Com presença marcante no interior do próprio governo, que reflete o conflito entre diferentes setores da sociedade, manifestado inclusive no jogo pesado dos diferentes grupos de interesse e seus mecanismos de pressão política, o território brasileiro está se transformando em um verdadeiro campo de batalha entre argumentos ecológicos e econômicos (biocombustíveis, transgênicos, transposição do São Francisco, hidrelétricas do Madeira e por aí vai...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante desta situação conflituosa, quero compartilhar com os leitores de O Eco algumas reflexões sobre o que pude observar durante a Nona Conferência Bianual da International Society for Ecological Economics (ISEE), que reuniu em Nova Delhi, no final do ano passado, cerca de 800 pesquisadores envolvidos no esforço (talvez inglório) de unificar, ou pelo menos aproximar, as racionalidades específicas da ecologia e da economia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ponto de partida interessante encontra-se na descoberta de que tal esforço não é tão novo quanto parece. Foi o que demonstrou o atual presidente da ISEE, Joan Martinez Alier, em um livro tão surpreendente quanto erudito, que possui o título aparentemente singelo de "La Economia y la Ecologia" (Fondo de Cultura Económica, 1991).* Com base em uma pesquisa inovadora e minuciosa, Alier revelou que no final do século XIX e início do XX, momento mesmo da formalização e institucionalização da economia como disciplina científica, alguns analistas buscaram aproximá-la das novas tendências que então se desenvolviam nas ciências da natureza - como a termodinâmica e a biologia evolucionista "esboçando uma leitura mais material e realista das condições da produção humana no contexto dos fluxos e ciclos bio-geo-químicos que constituem e renovam constantemente o planeta Terra".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio Rudolf Clausius, pai da famosa segunda lei da termodinâmica, que define o princípio da entropia, preocupou-se, em um texto de 1885, com a dissipação do que chamou de "estoques de energia na natureza", alertando, com base na questão do uso do carvão, para o fato de que a humanidade não deveria comportar-se como um jovem inconseqüente que desperdiça a sua herança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários outros pensadores da época, como Serhii Podolinsky, Eduard Sacher, Patrick Geddes, Leopold Pfaudler, Henry Adams, Bernard Brunhes, Frederic Soddy, Wilhelm Ostwald e Josef Popper, preocuparam-se em medir as bases energéticas do trabalho humano e da produção econômica, tomando em sério também o tema da oferta limitada de recursos energéticos e materiais do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista teórico, a crítica essencial, que ainda hoje se mantém viva, pode ser encontrada em uma carta escrita em 1883 pelo biólogo, urbanista e economista Patrick Geddes para Leon Walras, um dos pais da teoria neoclássica e da formalização matemática dos sistemas econômicos. Segunda Geddes, a economia matemática estava iludida ao imaginar que poderia se desenvolver "sem a assistência da física aplicada nos estudos de produção material e sem a assistência da biologia nos estudos sobre os organismos que formam a sociedade". Defendia também que a economia dialogasse com a psicologia, a história e a antropologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que todos esses esforços foram frustrados e, na verdade, quase submetidos ao completo esquecimento teórico, devido à crescente hegemonia histórica da teoria neoclássica e de sua visão subjetivista, desencarnada e monetarista do processo econômico. Uma visão que pode ser classificada como "flutuante", na medida em que vê a humanidade como algo flutuando acima do planeta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alier discute, por exemplo, o debate na London School of Economics dos anos 1940 entre Lancelot Hogben, que defendia a necessidade de produzir "estatísticas vitais" sobre populações, recursos, padrões de nutrição etc., e o futuro prêmio Nobel da economia Friedrich Hayek, para quem os aspectos físicos das mercadorias, inclusive dos alimentos, não tinham qualquer importância teórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o economista interessava apenas conhecer as preferências subjetivas dos consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que os autores pioneiros analisados por Alier, cujo trabalho teórico poderia ter estimulado a formação de uma ciência econômica mais próxima da ecologia, algo que agora se está tentando construir com tanta urgência, viviam em um mundo bastante diferente do nosso. Mas, pensando bem, talvez não tão diferente. Se substituirmos o carvão pelo petróleo, por exemplo, na dramática formulação de Henry Adams, feita em 1903, talvez estejamos escutando, infelizmente, um alerta extremamente atual: ?somos escravos do carvão e acabaremos morrendo com o nosso Senhor?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De toda forma, foram necessárias muitas décadas para que uma nova onda de esforço concentrado na busca por uma economia ecológica pudesse aparecer. No início da década de 1970, já no contexto da emergência de um ambientalismo com forte perfil na opinião pública, alguns nomes como Nicholas Georgescu-Roegen, Herman Daly e Ignacy Sachs começaram a constituir o campo propriamente dito da "economia ecológica", que desde então não parou de crescer em quantidade e qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Georgescu-Roegen, no livro de 1971 sobre The Entropy Law and the Economic Process, retomou o diálogo perdido com a termodinâmica, afirmando que a economia não poderia ignorar a lei segundo a qual em qualquer movimento material, que sempre utiliza energia, uma parte da mesma se dissipa em formas não (re)utilizáveis. Ou seja, simplificando um assunto extremamente complexo, os sistemas materiais caminham sempre na direção de um aumento da desagregação e da desordem. As formas complexas da natureza, portanto, se constroem através de uma luta coletiva contra esta tendência, que pode ser chamada de "neguentropia" (ou negação da entropia). O principal instrumento da neguentropia é a redistribuição e reciclagem permanente dos fluxos de matéria e energia disponíveis. É através da reciclagem e da redistribuição - manifestada, por exemplo, nas cadeias alimentares - que os seres vivos e ecossistemas conseguem sobreviver e se renovar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preocupação básica de Georgescu-Roegen se referia ao fato de que o sistema econômico humano, especialmente o moderno sistema industrial, na medida em que aumenta a escala e a velocidade dos fluxos de produção e consumo, ao mesmo tempo em que dificulta a reciclagem, estaria agindo na direção contrária à dos ciclos naturais. Em outras palavras, a dissipação de energia e matéria produzida pela ação humana estaria apressando a chegada de uma situação de desordem e de caos na natureza do planeta do qual dependemos para nossa sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Herman Daly, por outro lado, também partiu da recuperação de um diálogo com o século XIX, basicamente com John Stuart Mill, o único dos pais da economia política que chegou a considerar positivo o fim do crescimento da população e da produção humana no planeta. Na própria reflexão clássica sobre a dinâmica do sistema econômico, independentemente da sua relação com a natureza, estava prevista teoricamente a possibilidade de que as taxas decrescentes de lucro levariam em certo momento a uma situação em que os estoques de riquezas físicas e de pessoas permaneceriam constantes. Tal perspectiva, segundo Mill, que em geral angustiava os economistas, poderia ser vista como historicamente positiva. Segundo ele, um mundo super-povoado e super-cultivado, sem espaço para o silêncio, a solidão e a presença da vida selvagem, seria uma realidade medíocre e desagradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, como afirmou em uma famosa passagem, "a condição estacionária do capital e da população não implica em uma condição estacionária do avanço humano. Haverá tanto espaço como sempre para todos os tipos de cultura mental e para o progresso moral e social. Haverá muito mais espaço para a arte de viver, e seu avanço será plausivelmente muito maior, quando as mentes deixarem de ser obcecadas pela arte de adquirir". A visão de Mill foi renovada por Daly dentro de uma perspectiva ecológica, já que os limites do planeta tornavam absurda a idéia de um crescimento ilimitado da humanidade. Era necessário, portanto, fazer uma transição global ordenada para uma economia de estado estacionário, definida como sendo uma economia de equilíbrio biofísico e desenvolvimento moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante observar que dois dos principais economistas ecológicos da atualidade possuem forte ligação com o Brasil e falam perfeitamente o português. Daly viveu muitos anos no Ceará, no início da sua carreira, quando começou a questionar os modelos tradicionais de desenvolvimento. Já Ignacy Sachs, que formulou a proposta do ecodesenvolvimento, migrou ainda jovem com sua família para o Brasil, onde viveu por 14 anos antes de retornar à Polônia e tornar-se discípulo do famoso economista Michal Kalecki. Mais tarde, após trabalhar intensamente com projetos de desenvolvimento na Índia e no Brasil, além de estabelecer-se academicamente em Paris, participou ativamente das discussões sobre meio ambiente e desenvolvimento no início dos anos 1970.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta ocasião formulou a tese de que o mais importante não era discutir se o crescimento era desejável ou não, mas sim examinar a qualidade humana e ecológica do processo econômico. Ou seja, era preciso que a dinâmica do desenvolvimento econômico como um todo fosse repensada à luz da questão ecológica, dando origem a uma proposta de ?ecodesenvolvimento? fundada nos seguintes princípios: a satisfação das necessidades básicas; a solidariedade com as gerações futuras; a participação da população envolvida; a preservação dos recursos naturais e do meio ambiente; a elaboração de um sistema social que garanta emprego, segurança social e respeito cultural; e programas de educação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi com base na renovação teórica apresentada por estes autores, assim como por vários outros, que a busca por uma economia ecológica ganhou maior dinamismo, até chegar à variedade temática, analítica e propositiva que hoje podemos observar. É o que procurarei discutir na próxima coluna, tomando por base o programa do encontro de Delhi.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-3933943116244812685?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/3933943116244812685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=3933943116244812685&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3933943116244812685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3933943116244812685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/05/em-busca-de-uma-economia-ecolgica-i.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-8927559529401719101</id><published>2007-05-25T09:49:00.000-03:00</published><updated>2007-05-25T09:53:51.890-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14181&amp;editoria_id=4"&gt;&lt;strong&gt;O Socialismo do Século XXI&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por Boaventura de Sousa Santos para Agência Carta Maior&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No segundo artigo da série sobre os desafios presentes e futuros da esquerda, o sociólogo Boaventura de Sousa Santos analisa o que poderia ser o "socialismo do século XXI". Para ele, não haverá socialismo e sem socialismos do século XXI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que de mais relevante está a acontecer a nível mundial, acontece à margem das teorias dominantes e, até, em contradição com elas. Há vinte anos, o pensamento político conservador declarou o fim da história, a chegada da paz perpétua dominada pelo desenvolvimento “normal” do capitalismo – em liberdade e para benefício de todos – finalmente liberto da concorrência do socialismo, lançado este irremediavelmente no lixo da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À revelia de todas estas previsões, houve, neste período, mais guerra que paz, as desigualdades sociais agravaram-se, a fome, as pandemias e a violência intensificaram-se, a China “desenvolveu-se” sem liberdade e mediante violações massivas dos direitos humanos e, finalmente, o socialismo voltou à agenda política de alguns países. Concentro-me neste último porque ele constitui um desafio tanto ao pensamento político conservador, como ao pensamento político progressista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ausência de alternativa ao capitalismo foi tão interiorizada por um como por outro. Daí que, no campo progressista, tenham dominado “terceiras vias”, buscando encontrar no capitalismo a solução dos problemas que o socialismo não soubera resolver. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2005, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, colocou na agenda política o objectivo de construir o “socialismo do século XXI”. Desde então, dois outros governantes – tal como Chávez, democraticamente eleitos –, Evo Morales (Bolívia) e Rafael Correa (Equador), tomaram a mesma opção. Qual o significado deste aparente desmentido do fim da história? Qual o perfil da alternativa proposta ao capitalismo? Que potencialidades e riscos ela contém?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O socialismo reemerge porque o capitalismo neoliberal, não só não cumpriu as suas promessas, como tentou disfarçar esse facto com arrogância militar e cultural; porque a sua voracidade de recursos naturais o envolveu em guerras injustas e acabou por dar poder a alguns países que os detêm; porque Cuba – qualquer que seja a opinião a respeito do seu regime – continua a ser um exemplo de solidariedade internacional e de dignidade na resistência contra a superpotência; porque, desde 2001, o Fórum Social Mundial tem vindo a apontar para futuros pós-capitalistas, ainda que sem os definir; porque nesse processo ganharam força e visibilidade movimentos sociais, cujas lutas pela terra, pela água, pela soberania alimentar, pelo fim da dívida externa e das discriminações raciais e sexuais, pela identidade cultural e por uma sociedade justa e ecologicamente equilibrada parecem estar votadas ao fracasso no marco do capitalismo neoliberal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O socialismo do séc. XXI, como o próprio nome indica, define-se, por enquanto, melhor pelo que não é do que pelo que é: não quer ser igual ao socialismo do séc. XX, cujos erros e fracassos não quer repetir. Não basta, porém, afirmar tal intenção. É preciso realizar um debate profundo sobre os erros e fracassos para que seja credível a vontade de evitá-los. Quando, em dezembro passado, o presidente Chávez anunciou o propósito de criar um partido socialista unificado a partir de diferentes partidos que apoiam o governo, o temor que tal gerou de, com isso, estar a propor um regime de partido único de tipo soviético, é bem demonstrativo de como estão vivas as memórias do passado recente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tal desidentificação em relação ao socialismo do séc. XX for levada a cabo de maneira consequente, alguns dos seguintes traços da alternativa deverão emergir: um regime pacífico e democrático assente na complementaridade entre a democracia representativa e a democracia participativa; legitimidade da diversidade de opiniões, não havendo lugar para a figura sinistra do “inimigo do povo”; modo de produção menos assente na propriedade estatal dos meios de produção do que na associação de produtores; regime misto de propriedade onde coexistem a propriedade privada, estatal e colectiva (cooperativa); concorrência por um período prolongado entre a economia do egoísmo e a economia do altruísmo, digamos, entre Windows Microsoft e Linux; sistema que saiba competir com o capitalismo na geração de riqueza e lhe seja superior no respeito pela natureza e na justiça distributiva; nova forma de Estado experimental, mais descentralizada e transparente, de modo a facilitar o controle público do Estado e a criação de espaços públicos não estatais; reconhecimento da interculturalidade e da plurinacionalidade (onde for caso disso); luta permanente contra a corrupção e os privilégios decorrentes da burocracia ou da lealdade partidária; promoção da educação, dos conhecimentos (científicos e outros) e do fim das discriminações sexuais, raciais e religiosas como prioridades governativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será tal alternativa possível? A questão está em aberto. Nas condições do tempo presente, parece mais difícil que nunca implantar o socialismo num só país, mas, por outro lado, não se imagina que o mesmo modelo se aplique em diferentes países. Não haverá, pois, socialismo e sim socialismos do séc. XXI. Terão em comum reconhecerem-se na definição de socialismo como democracia sem fim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-8927559529401719101?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/8927559529401719101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=8927559529401719101&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/8927559529401719101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/8927559529401719101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/05/o-socialismo-do-sculo-xxi-por.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-7747062508553406009</id><published>2007-05-23T19:18:00.000-03:00</published><updated>2007-05-23T19:19:15.217-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Trading Secrets&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Published on Wednesday, May 23, 2007 by TruthDig.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;by Amy Goodman&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Democratic Party leadership is stabbing its base in the back with secret “free trade” deals made behind closed doors with the White House. Now congressional Democrats may be on the verge of a significant split. While Democratic leaders and President Bush do the hard sell on bipartisan immigration reform, they are now pushing secret, anti-worker, anti-environment trade agreements that will only exacerbate U.S. immigration problems.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The contentious agreements are bilateral trade deals between the U.S. and Peru, Panama, Colombia and South Korea. The deals were announced in a bipartisan press conference May 10, with principal credit going to Rep. Charles Rangel, D-N.Y., the chair of the House Ways and Means Committee (long dubbed by some as the “Ways to be Mean” Committee). According to Inside U.S. Trade, as noted by blogger David Sirota, House Democrats admit that the White House is drafting the legal language of the trade deals.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rick MacArthur, publisher of Harper’s Magazine and author of the book “The Selling of ‘Free Trade’: NAFTA, Washington, and the Subversion of American Democracy,” calls these agreements “a fundraising gambit by the House leadership.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;He told me: “Rangel and [Speaker Nancy] Pelosi are saying, ‘Well, we’re gearing up for the 2008 election. We’ve got to raise a lot of money.’ They’re closer to the Clinton wing of the party, which is the pro-so-called-free-trade wing of the party, the pro-NAFTA, pro-permanent-normal-trade-relations-with-China part of the party. And this is a way of saying to the corporate community—Wall Street, Wal-Mart—that we’re open for business, we want to raise money from you.” In order to compete for campaign money, the logic goes, the Democrats have to cater to big corporate donors.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MacArthur points out that the agreements with the four small countries are not key. The big money, he says, lies with China. This is where Hillary Clinton comes in. She served on the Wal-Mart board of directors for six years when her husband was the governor of Arkansas (where Wal-Mart is based). Wal-Mart, MacArthur says, “depends on dedicated factories in China, where you cannot form a labor union. Wildcat strikes are met with violence. You get your head busted or you get thrown in jail.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The corporate Democrats and their Republican allies are promising labor and environmental protections. But 13 years after NAFTA passed, with President Clinton orchestrating pork-barrel payouts to buy the vote, promised safeguards have proved unenforceable: Workers, especially in Mexico, earn low wages with little or no security, while companies crush union-organizing efforts and pollute with impunity. As jobs move to Mexico, China and other low-wage havens, the U.S. is the loser. Sen. Sherrod Brown, D-Ohio, knows it all too well: “We see that kind of job loss in the thousands … devastates communities. It hurts the local business owner, the drugstore, the grocery store, the neighborhood restaurant. It hurts communities. It hurts schools. It hurts police forces. It hurts fire departments.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sen. Russ Feingold, D-Wis., also slammed the trade deals, saying it was as if “the foxes and wolves had reached a deal on guarding the henhouse.” He went on: “I wish I could lay the blame at the feet of our colleagues in the other party. But members of both parties have aided and abetted these flawed policies.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feingold pointed out that the trade deals have not been endorsed by any union or environment groups, but they have been endorsed by three of the most powerful organizations representing corporate interests: the Business Roundtable, the National Association of Manufacturers and the U.S. Chamber of Commerce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If the Washington power brokers are betting on Americans not understanding or caring about arcane trade policy, they should recall the Battle of Seattle. In late 1999, when the World Trade Organization tried to meet in Seattle to impose global corporate trade policies, it was met by tens of thousands of protesters, from Teamsters to environmentalists, healthcare workers to students to farmworkers. The meetings were shut down. Compound this potential backlash with the millions of hardworking immigrants now staring down the barrel of another bipartisan agreement. These are the people who took to the streets in the millions last year.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;When the rules are rigged to allow money to move freely across borders, then people will follow. Falling wages south of the border, caused by “free trade,” drive people north—no matter how high the wall or how many detention facilities are built to contain them. Make no mistake about it—trade and immigration are linked.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amy Goodman is the host of “Democracy Now!,” a daily international TV/radio news hour airing on 500 stations in North America.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© 2007 Amy Goodman; distributed by King Features Syndicate&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-7747062508553406009?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/7747062508553406009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=7747062508553406009&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/7747062508553406009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/7747062508553406009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/05/trading-secrets-published-on-wednesday.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-4457659783673902836</id><published>2007-05-23T19:00:00.000-03:00</published><updated>2007-05-23T19:08:03.486-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Das gerações que não são mais futuras, são presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve 15 anos se passarão desde a ECO92 e infelizmente serão essas mesmas gerações nas quais os discursos foram tão enfatizados a realizarem o trabalho que deveria ter sido feito pelas anteriores.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5g8cmWZOX8Q"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/5g8cmWZOX8Q" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-4457659783673902836?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/4457659783673902836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=4457659783673902836&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/4457659783673902836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/4457659783673902836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/05/das-geraes-que-no-so-mais-futuras-so.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-7629492562035197723</id><published>2007-05-18T20:23:00.003-03:00</published><updated>2007-05-18T20:56:38.221-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Passeando pelo Youtube... &lt;br /&gt;...algumas peças interessantes. Essas são em inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui uma da &lt;a href="http://www.youtube.com/user/NationUnderEducation"&gt;Nation Under Education&lt;/a&gt; :&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dKcON5j9g2M"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/dKcON5j9g2M" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-7629492562035197723?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/7629492562035197723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=7629492562035197723&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/7629492562035197723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/7629492562035197723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/05/blog-post_3170.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-1155354876366075798</id><published>2007-05-18T20:23:00.002-03:00</published><updated>2007-05-18T20:58:49.711-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Aqui uma brincadeira séria com consumidores britânicos, como enganá-los com rótulos e propagandas bacanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FjTbKtzhLT0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/FjTbKtzhLT0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-1155354876366075798?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/1155354876366075798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=1155354876366075798&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1155354876366075798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1155354876366075798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/05/blog-post_18.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-7050513027823850178</id><published>2007-05-18T20:23:00.001-03:00</published><updated>2007-05-18T20:59:45.769-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Aqui uma propaganda educativa da Evian:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/T-zElDQxs3g"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/T-zElDQxs3g" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-7050513027823850178?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/7050513027823850178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=7050513027823850178&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/7050513027823850178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/7050513027823850178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/05/blog-post.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-5437214078402167117</id><published>2007-05-18T20:03:00.001-03:00</published><updated>2007-05-18T20:03:57.215-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Onde está de fato a nossa riqueza&lt;/span&gt;, artigo de Washington Novaes&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;“Recursos e serviços naturais tendem a valorizar-se a cada dia. Ainda mais que sua contribuição é e será decisiva para que não se agrave o problema mais dramático do nosso tempo, que está nas mudanças climáticas”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Washington Novaes é jornalista especializado em meio ambiente (wlrnovaes@uol.com.br). Artigo publicado em “O Estado de SP”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa de suas últimas viagens ao Brasil, a escritora norte-americana Hazel Henderson - que, com seus conhecimentos econômicos e financeiros, tem desmontado tantos raciocínios que tentam sustentar o insustentável - disse que, “se você olha para o mundo real, e não para números loucos, vê que, numa análise per capita, o Brasil é um dos países mais ricos do mundo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, como classificar de outra forma um território continental onde estão de 10% a 20% da biodiversidade do planeta, 12% do fluxo superficial de água, sol o ano inteiro, uma zona costeira com milhões de quilômetros quadrados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principalmente lembrando o estudo feito na Universidade da Califórnia por Robert Constanza e mais um grupo de economistas, para mostrar que, se fosse preciso substituir por ações humanas os recursos e serviços que a natureza presta gratuitamente (fertilidade do solo, regulação do clima, serviços hidrológicos, etc.), se chegaria a um custo de até três vezes o total do produto bruto mundial num ano. Isto é, esses recursos e serviços valeriam hoje até US$ 120 trilhões anuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Examinada a questão por outro ângulo, vê-se que recursos e serviços naturais são, cada vez mais, o fator escasso no mundo. Porque, de acordo com relatórios já citados aqui, estamos consumindo 25% além da capacidade de reposição da biosfera, com o déficit crescendo ano a ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, sendo assim, esses recursos e serviços naturais tendem a valorizar-se a cada dia. Ainda mais que sua contribuição é e será decisiva para que não se agrave o problema mais dramático do nosso tempo, que está nas mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conclusão óbvia seria a de que esses recursos e serviços deveriam ocupar um lugar central na estratégia política, econômica e social brasileira, com a definição dos caminhos mais apropriados para preservá-los e utilizá-los racionalmente, evitando perdas, desperdícios e incompetências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem, entretanto, acompanhe o noticiário verá exatamente o contrário. Começará tomando conhecimento da irritação do presidente da República porque não obteve licença prévia um projeto altamente problemático - para dizer o mínimo - de implantação de mega-hidrelétricas na Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irritação seguida da ameaça de implantar em substituição uma usina nuclear, de energia caríssima, insegura e sem destinação para o dramaticamente perigoso lixo nuclear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verá também o Ibama sendo fatiado, supostamente porque seria culpado do não-licenciamento daquelas hidrelétricas - e não o incompetente e insuficiente estudo de impacto ambiental das usinas, feito pelos empreendedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, verá - provavelmente com olhos esbugalhados - o presidente da Agência Nacional de Energia Elétrica propor que “projetos estratégicos considerados prioridade nacional” na área de energia (assim definidos pela Presidência da República) sejam eximidos de licenciamento ambiental e enviados por um Conselho de Defesa Nacional à Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados, para ali serem autorizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Trata-se de um retrocesso sem precedentes no trato da questão ambiental”, comentou uma representante do Ministério Público Federal, Sandra Cureau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato. Em 2003 o Ibama concedeu 145 licenças ambientais, em 2006 foram 278. Mas se faz de conta que o problema está apenas ali, não nas inconveniências de projetos ou na omissão e incompetência de tantos estudos de impacto que lhe são submetidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como quem não quer nada, e se fazendo de surda às vozes e a estudos competentes que mostram a desnecessidade de novas usinas, tantas são as possibilidades de economizar energia ou obtê-la por caminhos mais adequados, a Casa Civil da Presidência vai tramando também mudar a Resolução 237/97, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), para criar exceções convenientes às regras para licenciamento ali estabelecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para completar, por meio de projetos ou anteprojetos de um novo estatuto para o índio, regras para mineração em áreas indígenas ou áreas de preservação, extração de petróleo em áreas de conservação, vai-se tentando abrir à exploração descuidada ou predatória aqueles recursos e serviços naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só para que se tenha idéia do vulto do que está em jogo, o Mapa da Geodiversidade no Brasil, feito pelo Serviço Geológico nacional, lista 587 garimpos em áreas de proteção ambiental, dos quais 207 em áreas indígenas, 56 em parques nacionais, 292 em áreas de proteção permanente, 32 em outros tipos de reserva. E assinala 1.906 ocorrências minerais, 20% delas “intocadas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não por acaso, na recente visita do papa, a Articulação dos Povos Indígenas fez chegar a ele carta em que mostra que “falta regularizar 61,76% das áreas indígenas no país, onde vivem 241 povos, com 734 mil pessoas que falam 180 línguas”. Uma riqueza e uma diversidade cultural sem paralelo no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda considerada, em todos os relatórios do gênero, o caminho mais adequado para a conservação da biodiversidade no país, tais os resultados vistos na prática. Mas, em lugar de reconhecimento, esses povos continuam a assistir ao assassinato de seus líderes (257 em dez anos), ao suicídio em massa em grupos acuados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que esse tema entra em discussão, não falta quem diga que “índio já tem terra demais” (até um ex-presidente da Funai entrou por esse caminho).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquecido de que qualquer pessoa no Brasil, após alguns poucos anos de ocupação de uma área de terra, tem o direito de reivindicar sua propriedade definitiva, por usucapião. Mas índios, que ocupavam todo o território nacional há séculos, não teriam esse direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não fosse pelo direito dos índios, deveríamos ter o cuidado de pelo menos lembrar que eles são os melhores guardiães de nossas maiores riquezas. E deixá-los em paz.&lt;br /&gt;(O Estado de SP, 18/5)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-5437214078402167117?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/5437214078402167117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=5437214078402167117&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/5437214078402167117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/5437214078402167117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/05/onde-est-de-fato-nossa-riqueza-artigo.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-7917465726892198568</id><published>2007-05-08T22:47:00.000-03:00</published><updated>2007-05-08T22:49:46.268-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h1&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/degustacao/secure/degustacao.do?COD_SITE=35&amp;COD_RECURSO=211;831&amp;amp;URL_RETORNO=http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0892/gestao_e_pessoas/m0128042.html"&gt;A corrida por uma imagem sustentável&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;         &lt;h6&gt; | 03/05/2007&lt;/h6&gt;         &lt;h2&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Itaú traz cada vez mais a sustentabilidade para o centro de sua estratégia -- e se esforça para ser reconhecido por isso&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;         &lt;span class="inicioTexto"&gt;Por Mariana Mano para Exame&lt;/span&gt;         &lt;p&gt;A alta cúpula do Itaú, segundo maior banco privado brasileiro, vive dias de expectativa desde a anunciada -- e ainda sem desfecho previsível -- venda do holandês ABN. Rumores acerca de uma negociação separada dos ativos no Brasil despertaram duas possibilidades que podem representar o negócio da década para o banco -- para o bem ou para o mal. Ou o Itaú fecha o negócio e assume a liderança no país ou um concorrente arremata as operações brasileiras e o deixa para trás. Esse é um movimento que pode mudar o rumo do banco, mas não o único. Nos últimos tempos, os executivos e os acionistas da instituição controlada pelas famílias Setubal e Villela têm dedicado boa parte de seu tempo a outro assunto que pode influenciar o futuro da instituição -- a sustentabilidade. A face pública dessa guinada é a palestra que o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, espécie de celebridade do combate ao aquecimento global, dará a convite do Itaú no próximo dia 12 de maio, no auditório do Ibirapuera, em São Paulo. Negociada durante quatro meses pela agência de publicidade Africa, de Nizan Guanaes, a apresentação vai reunir uma platéia de quase 800 convidados da instituição. A visita de Gore custará em torno de 1 milhão de reais. Embora seja pouco -- quase nada em termos absolutos para um colosso que lucrou mais de 4 bilhões de reais em 2006 --, o investimento marca de maneira simbólica a história do banco. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não é de hoje que o Itaú, há sete anos listado no Dow Jones Sustainability Indexes, índice que reúne empresas socialmente responsáveis cotadas na bolsa de Nova York, discute o assunto dentro de casa. A diferença é que, mais recentemente, o banco tem se esforçado para aproximar cada vez mais a sustentabilidade do centro de sua estratégia. Uma das principais iniciativas foi a nomeação, em janeiro deste ano, da primeira diretora de sustentabilidade do Itaú, a paulista Sônia Favaretto, que era responsável por essa área no BankBoston até a aquisição do Itaú, no fim do ano passado. "Nunca tentamos usar o envolvimento do banco com assuntos ligados à sustentabilidade para promover nossa imagem nem vamos fazer isso de maneira ostensiva", diz Antonio Jacinto Matias, vice-presidente de marketing do Itaú e responsável pela coordenação das iniciativas de sustentabilidade e de responsabilidade social do banco. "Mas hoje estamos um pouco aquém do que poderíamos fazer em termos de levar o debate para os públicos com os quais nos relacionamos." &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A movimentação do Itaú faz parte de uma ampla e acelerada transformação pela qual o mercado financeiro vem passando em todo o mundo. Poucos setores são tão organizados quanto o de bancos em relação à discussão sobre a sustentabilidade nos negócios. No Brasil, o caso mais notável é o do ABN Amro Real, que desde 2000 iniciou um movimento para colocar a sustentabilidade no centro de seus negócios. "O ABN foi o primeiro banco a apropriar-se de uma imagem sustentável, o que valorizou sua marca no país", diz Alejandro Pinedo, diretor da consultoria especializada em marcas Interbrand. O maior marco dessa organização foi a criação, em 2003, de um conjunto de regras socioambientais para concessão de crédito, conhecidas como Princípios do Equador, por um grupo de dez dos maiores bancos do planeta, entre os quais Citigroup e Credit Suisse. A lógica por trás dos princípios transpira negócios. Afinal, o risco ambiental e social das empresas que buscam crédito impacta diretamente sua capacidade de pagamento -- e, portanto, representa uma ameaça ao lucro das instituições que emprestam dinheiro. (Uma recente pesquisa da consultoria americana de avaliação de empresas Innovest mostra que os bancos que seguem os princípios possuem retorno financeiro maior.) Hoje, 51 bancos de grande porte -- entre eles os brasileiros Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Unibanco -- são signatários das regras, que têm se tornado mais e mais sofisticadas. Em julho de 2006, uma revisão reduziu, por exemplo, de 50 milhões para 10 milhões de dólares, o valor mínimo para que o projeto de financiamento seja avaliado segundo esses princípios. Neste ano, o Itaú foi além e baixou por conta própria esse valor para 5 milhões de reais (isso mesmo, reais). &lt;/p&gt;&lt;table&gt; &lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-7917465726892198568?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/7917465726892198568/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=7917465726892198568&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/7917465726892198568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/7917465726892198568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/05/corrida-por-uma-imagem-sustentvel.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-3868825491296454270</id><published>2007-05-08T22:16:00.000-03:00</published><updated>2007-05-08T22:19:22.271-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h1&gt;&lt;a href="http://portalexame.abril.uol.com.br/revista/exame/edicoes/0892/negocios/m0127992.html"&gt;Comida x Combustível&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt; &lt;h6&gt; | 03.05.2007&lt;/h6&gt; &lt;h2&gt;No mundo, a produção de energia tira espaço dos alimentos no campo e recoloca o Brasil no injusto papel de vilão ambiental &lt;/h2&gt; &lt;p class="sep"&gt; &lt;/p&gt; &lt;div class="boxImagem"&gt; &lt;h3&gt;A crise das Tortillas, no México: inflação por causa do etanol&lt;/h3&gt; &lt;/div&gt;                   &lt;div class="bannerLateral"&gt;&lt;script language="vbscript"&gt;testaFlashIE = ADM_FPV() &lt;/script&gt;&lt;div style="position: relative; width: 250px; height: 250px;"&gt;&lt;object id="adMain274841" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" height="250" width="250"&gt;&lt;param name="movie" value="http://cl.nspmotion.com/MOVIES/adm-office07-01br-manage-250250-pre.swf"&gt;&lt;param name="FlashVars" value="clickTAG=http%3A//nspmotion.com/LinkMultiSp.aspx%3Fm%3D27484&amp;host=cl&amp;amp;movieNum=27484&amp;hostAdserver=nspmotion.com&amp;amp;ADM_rnd=2644"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;param name="wmode" value="opaque"&gt;&lt;param name="quality" value="high"&gt;&lt;embed src="http://cl.nspmotion.com/MOVIES/adm-office07-01br-manage-250250-pre.swf" flashvars="clickTAG=http%3A//nspmotion.com/LinkMultiSp.aspx%3Fm%3D27484&amp;host=cl&amp;amp;movieNum=27484&amp;hostAdserver=nspmotion.com&amp;amp;ADM_rnd=2644" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="opaque" allowscriptaccess="always" height="250" width="250"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div id="divMain27484" style="position: absolute; 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 &lt;/div&gt;   &lt;div class="linksPatrocinados"&gt;   &lt;/div&gt;      &lt;h4&gt;Por Felipe Seibel&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="inicioTexto" style="visibility: visible; font-family: Verdana; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 9px; line-height: 14px; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;EXAME &lt;/span&gt;O etanol passou do papel de mocinho para o de bandido em poucas semanas. De alternativa de energia ecologicamente correta capaz de livrar o mundo da dependência do petróleo e aliviar a emissão de poluentes na atmosfera, virou um elemento com potencial para bagunçar o sistema agrícola mundial e inflacionar o preço dos alimentos. Essa percepção negativa foi manifestada recentemente por vários políticos e especialistas. No início do mês passado, por exemplo, um artigo publicado pelos economistas C. Ford Runge e Benjamin Senauer na respeitada revista americana Foreign Affairs alertava que a produção do álcool pode levar a um aumento do preço da comida, agravando o problema da fome nos países mais pobres. Dias depois, durante a 1a Cúpula Energética Sul-Americana, realizada na Venezuela, o presidente do país anfitrião, Hugo Chávez, pressionou para que o documento final do encontro fizesse um alerta sobre os problemas que poderiam ser causados pela expansão do biocombustível, mas a diplomacia brasileira barrou a idéia. Até o ditador cubano Fidel Castro, afastado do governo por problemas de saúde, resolveu meter sua colher na polêmica. Num texto publicado pelo jornal oficial Granma, Fidel caprichou na retórica apocalíptica, classificando a política de investimento no etanol como a "internacionalização do genocídio".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por ser um dos maiores produtores de etanol do mundo, o Brasil encontra-se hoje sob a mira dos críticos. Na visão de muitos deles, o aumento do uso da cultura da cana para a fabricação de etanol representa uma ameaça à produção de alimentos para o país e para todo o mundo. Com isso, o país foi recolocado no posto de vilão ambiental do planeta (veja Vida Real na pág. 44). Além de uma imagem injusta, o raciocínio de que o investimento nacional em etanol vai agravar o problema da fome no mundo não encontra lastro na realidade. Embora tenha aumentado a destinação de matéria-prima para a produção de combustível, o Brasil não reduziu seu ritmo de produção de alimentos. Pelo contrário. A atual safra de grãos, de 125 milhões de toneladas, bateu recorde histórico. Além disso, o país tem hoje as melhores condições para multiplicar as áreas de canaviais, sem prejuízo de outras culturas. Um grupo do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República identificou 12 novas fronteiras adequadas ao plantio da cana-de-açúcar, sem qualquer tipo de impedimento legal ou ambiental. Elas se concentram em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás e totalizam quase 80 milhões de hectares, área equivalente à soma dos territórios de Alemanha e Espanha. "Além de termos terra sobrando, somos campeões de produtividade em etanol", afirma Eduardo Carvalho, presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em boa parte, as preocupações a respeito dos efeitos colaterais da expansão do etanol têm sido baseadas no comportamento dos preços mundiais de alguns grupos de alimentos nos últimos meses. Um episódio emblemático ocorreu em fevereiro, quando dezenas de milhares de pessoas tomaram as ruas de dez cidades do México para realizar o protesto que ficou conhecido como a marcha das tortillas. Prato de resistência da culinária local, a iguaria teve seu preço aumentado em 400% nos últimos meses. A variação foi provocada pelo aumento de seu principal ingrediente, o milho, que no caso mexicano é importado dos Estados Unidos. Como os americanos estão transformando em etanol boa parte dos grãos produzidos em seu território, o alimento está cada vez mais escasso para exportação. Com isso, a tortilla se tornou vítima de uma alta gerada pela clássica lei da oferta e da procura. De um ano para cá, a cotação do milho nas bolsas de Chicago e Nova York sofreu valorização de 50%. O alto preço da commodity pode afetar uma extensa cadeia de empresas que utilizam a matéria-prima na fórmula de seus produtos ou como ração para animais. A lista inclui leite, carne de frango e refrigerantes, entre outros itens.&lt;/p&gt;  &lt;table border="1" bordercolor="#cccccc" cellpadding="2" cellspacing="0" width="300"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" colspan="2" bgcolor="#ececec"&gt;&lt;b&gt;Estados Unidos&lt;/b&gt; (Milho)&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" colspan="2"&gt;&lt;b&gt;Total destinado à produção de alimentos&lt;/b&gt; (em %)&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" width="50%"&gt;2005&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;86&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2010(1)&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;71&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2014(1)&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;64&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" colspan="2"&gt;&lt;b&gt;Total destinado à produção de etanol&lt;/b&gt; (em %)&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2005&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;14&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2010(1)&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;29&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2014(1)&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;36&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" colspan="2"&gt;(1) Projeção Fontes: USDA, Unica e Agroconsult&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="1" bordercolor="#cccccc" cellpadding="2" cellspacing="0" width="300"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr bgcolor="#ececec"&gt; &lt;td style="padding: 5px;" colspan="2"&gt;&lt;b&gt;Brasil&lt;/b&gt; (Cana-de-açúcar)&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" colspan="2"&gt;&lt;b&gt;Total destinado à produção de alimento&lt;/b&gt;s (em %)&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" width="50%"&gt;2005&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;53&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2010(1)&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;41&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2014(1)&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;33&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" colspan="2"&gt;&lt;b&gt;Total destinado à produção de álcool&lt;/b&gt; (em %)&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" width="50%"&gt;2005&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;47&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2010(1)&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;59&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2014(1)&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;67&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" colspan="2"&gt;(1) Projeção Fontes: USDA, Unica e Agroconsult&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p&gt;Outro dos efeitos colaterais da corrida em busca dos combustíveis verdes são as queimadas que estão destruindo largas porções de florestas nativas na Ásia, sobretudo na Malásia e Indonésia. Isso ocorre para que a mata possa ser ocupada por plantações de palmeiras de dendê, cujo óleo é uma das matérias-primas para o biodiesel. No Brasil, o que preocupa os ecologistas é a expansão dos canaviais, que estaria empurrando a pecuária para áreas de preservação ambiental. "Mato Grosso do Sul é um dos exemplos de locais onde esse processo está ocorrendo", afirma Sérgio De Zen, professor de economia e administração da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, em São Paulo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;À luz da alta recente de preços alimentares e de problemas ambientais, cada vez mais gente tem embarcado no pessimismo quando o assunto é etanol. Segundo essa corrente, o mundo estaria conhecendo hoje apenas os primeiros sintomas de uma doença muito mais grave, pois os investimentos na fabricação do etanol vêm se multiplicando. No Brasil, quase metade da cana-de-açúcar que entra no processamento das usinas já é destinada exclusivamente à produção de etanol, avançando sobre a fatia antes usada para o açúcar. Segundo as estimativas do setor, até 2014 a proporção de matéria-prima destinada à fabricação de combustível deve chegar a quase 70% (veja quadro). O dado fica mais impressionante quando se considera que o país deverá dobrar no período a área desse cultivo. Nos Estados Unidos, ocorre um fenômeno semelhante. Atualmente, apenas 14% do milho plantado vira etanol. Em 2014, a proporção vai subir para 36%.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O avanço das culturas destinadas à produção do combustível realmente impressiona, mas isso não significa que o planeta corre o risco de virar um grande milharal e canavial. Em suas previsões apocalípticas sobre o tema, muitos críticos simplesmente estão ignorando o efeito do avanço tecnológico na produção agrícola. Isso fica claro quando se analisa o cenário brasileiro. A curto prazo, o país tem boas chances de evoluir rapidamente na produção de etanol com a aprovação e o uso de novas variedades de sementes transgênicas. Elas têm potencial de aumentar em média 4,5% ao ano a produtividade das culturas de cana-de-açúcar. Outra forma que está sendo utilizada para melhorar a performance no campo é a transformação da pecuária extensiva em semi-intensiva. Com isso, largas áreas ocupadas por gado podem ser utilizadas para cultivo de produtos agrícolas. Além de não prejudicar a produtividade da pecuária, esse sistema aumenta a rentabilidade do produtor. "Ganho dinheiro arrendando parte das minhas terras para uma usina de álcool da região e economizo em ração, pois meu gado passou a ser alimentado com bagaço de cana-de-açúcar", afirma o fazendeiro Francisco Junqueira, um dos maiores pecuaristas de São Paulo. Há dois anos, quando firmou um acordo com a usina, metade dos 7 000 hectares de suas propriedades em Lins, no interior paulista, deixou de servir de pasto. No lugar, hoje se vêem tapetes de canaviais. Junqueira continua criando as mesmas 10 000 cabeças de gado, mas numa área muito menor.&lt;/p&gt;  &lt;table border="1" bordercolor="#cccccc" cellpadding="2" cellspacing="0" width="300"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr bgcolor="#ececec"&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;&lt;b&gt;Oportunidades para o Brasil&lt;/b&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;À medida que os agricultores americanos se dedicam a expandir as plantações de milho para a produção de etanol, em prejuízo de outras culturas, surgem espaços no mercado dos Estados Unidos que podem ser aproveitados pelos produtores brasileiros&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;&lt;b&gt;Milho&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Com as plantações nos Estados Unidos canalizadas para a produção de combustível, começa a faltar milho no país para alimentação. Em razão disso, o preço do produto já aumentou 40%. O Brasil é o país que tem maiores possibilidades de suprir essa demanda&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;&lt;b&gt;Soja&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;As plantações do grão perdem espaço para o milho nos Estados Unidos. A tendência é uma valorização da soja, e o único país capaz de expandir rapidamente a fronteira é o Brasil&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p&gt;NO CASO DO PRINCIPAL concorrente brasileiro no mercado do combustível verde, o cenário é outro, a ponto de a revista inglesa The Economist, num artigo recente, usar as expressões bom e mau etanol para ilustrar a diferença. Segundo a revista, a produção brasileira está no campo positivo e, a americana, no negativo. Nos Estados Unidos, a briga por espaço no campo entre culturas destinadas à comida e à energia é uma realidade. Como o terreno para a expansão agrícola é bem mais restrito por lá, as plantações de milho só podem crescer se roubarem espaço de outras culturas, como a de cevada, o que pode levar as cervejas a sofrer o efeito tortilla. Em razão das quantidades cada vez maiores de grãos canalizados para a fabricação de etanol, os avicultores também enfrentam problemas. Estima-se que seus custos vêm crescendo à média de 1,5 bilhão de dólares por ano em razão da alta de preço do milho utilizado nas rações. As mudanças no agronegócio americano são tão abruptas que a capital do gado, o Texas, transformou-se na terra do etanol. Duas das maiores usinas de álcool do país estão sendo construídas no estado e devem entrar em operação até dezembro. Ao todo, os Estados Unidos estão investindo 16 bilhões de dólares na construção de 80 novas usinas para a fabricação de combustível nos próximos anos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Apesar da facilidade que a maior potência econômica tem para injetar dinheiro no negócio, está cada vez mais claro que o modelo em que ele se sustenta hoje é equivocado. Além de provocar transformações negativas no agronegócio americano, a fabricação de etanol com base no milho está longe de ser um exemplo em termos de eficiência. O combustível obtido no Brasil com a cana-de-açúcar leva vantagem no preço final (25% mais barato) e na produtividade de litros por hectare (o dobro da média americana). Se não bastasse, a cana-de-açúcar gasta quatro vezes menos energia do que o milho para que se fabrique o etanol (ou seja, não adianta nada ter um combustível verde que precisa de uma quantidade enorme de diesel para ser fabricado). Os Estados Unidos vêm comendo poeira nessa área mesmo com o governo George W. Bush injetando subsídios no setor (foram 9 bilhões de dólares só no ano passado). Para proteger o mercado interno, Bush ainda dificulta a importação do produto impondo barreiras -- cada galão de etanol brasileiro paga 0,54 dólar de "pedágio" para entrar nos Estados Unidos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas a evolução tecnológica também pode mudar as coisas por lá -- pelo menos é o que apostam algumas das figuras mais destacadas da sociedade americana. "A atual geração de etanol envolve uma certa polêmica, mas, se trabalharmos corretamente, em cinco anos teremos uma nova geração de combustíveis verdes", afirmou numa palestra recente o ex-vice-presidente americano Al Gore. Um dos produtos mais promissores dessa nova geração é o chamado etanol celulósico, que pode ser feito de qualquer tipo de planta, incluindo a palha de milho e o bagaço da cana-de-açúcar. Na visita recente de George W. Bush ao Brasil, os dois países firmaram um acordo que prevê parcerias em pesquisa para o desenvolvimento comercial do produto. As previsões de quando isso pode acontecer variam de cinco a dez anos. "Com essa tecnologia, vai ocorrer uma expansão vertical da produção", afirma Marcos Jank, presidente do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone). "O combustível obtido da celulose vai permitir dobrar a produtividade do etanol, atualmente de 7 000 litros por hectare."&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em razão dos benefícios que os avanços tecnológicos devem trazer a esse campo, é mais fácil Fidel Castro se naturalizar cidadão americano do que o etanol gerar uma "internacionalização do genocídio". Em termos de futuro, o que é líquido e certo é que o mapa agrícola mundial nunca mais terá a mesma cara depois do advento dos biocombustíveis. No Brasil, além da expansão da cana-de-açúcar, a tendência é ocorrer um investimento maior na cultura do milho, a fim de suprir a demanda dos Estados Unidos de grãos para alimentação (veja quadro). Num futuro próximo, largas porções da Ásia e da Europa devem privilegiar culturas destinadas a irrigar a produção de biodiesel.&lt;/p&gt; A velocidade das transformações no mapa agrícola mundial vai depender do aumento da demanda pelos combustíveis verdes. Nos Estados Unidos, a intenção do presidente Bush é que, dentro de uma década, eles representem 15% do total consumido por carros e caminhões no país. Na Europa, a idéia é que eles substituam 6% do diesel atualmente consumido até 2010. Planos semelhantes vêm sendo adotados em outros países, como o Japão, com o objetivo de reduzir a emissão de poluentes na atmosfera. Alguns analistas entendem que, mesmo se o movimento conduzir a um pequeno aumento de preço dos alimentos -- por ora algo ainda no terreno das hipóteses --, não será necessariamente uma coisa ruim. Faz sentido. Não há mesmo como chamar de catástrofe um processo que pode, ao mesmo tempo, melhorar a renda no campo e a qualidade de vida no planeta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-3868825491296454270?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/3868825491296454270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=3868825491296454270&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3868825491296454270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3868825491296454270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/05/comida-x-combustvel-03.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-3384801818260297712</id><published>2007-05-03T13:56:00.000-03:00</published><updated>2007-05-03T14:01:14.571-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://cafe-da-manha.blogspot.com/2007/05/choradeira-s-se-for-pelo-meio-ambiente.html"&gt;Choradeira’, só se for pelo meio ambiente&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Por Gustavo Barreto do &lt;a href="http://www.consciencia.net/"&gt;Consciência.net&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Usar a mídia deles contra eles próprios. Esta foi a forma que o Greenpeace achou para protestar contra a multinacional Kimberly-Clark, que produz o papel Kleenex e outros produtos de papéis descartáveis com árvores de antigas florestas ('ancient forests'), incluindo a Floresta Boreal do Canadá. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em uma das campanhas de mídia da Kimberly-Clark, as pessoas eram convidadas a sentar em um sofá colocado no meio de uma movimentada rua de Nova Iorque. A idéia era fazer com que as pessoas falassem sobre assuntos pessoais de triste lembrança e, ao chorarem, utilizassem os lenços Kleenex.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os ativistas fizeram, então, uma ação durante as gravações. Uma das integrantes do grupo se ofereceu para falar, sem anunciar que era ativista do Greenpeace, ao mesmo tempo em que seus colegas preparavam cartazes da campanha, que pedia mudanças na política ambiental da Kimberly-Clark. O resultado está no vídeo abaixo.Os ativistas também ocuparam a fábrica da multi em Ontário, no Canadá, e intervieram em reuniões de acionistas e conselheiros da empresa, no Texas, Estados Unidos. As ações foram em fevereiro deste ano, mas a campanha continua. O Greenpeace prometeu que irá continuar a interromper as operações da Kimberly-Clark e mobilizar os seus clientes até que o seu CEO Thomas Falk e a sua empresa parem de destruir a Floresta Boreal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O vídeo está disponível em &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=sZCym0DB7hA" target="new"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=sZCym0DB7hA&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Conheça a campanha pelo site &lt;a href="http://www.kleercut.net" target="new"&gt;http://www.kleercut.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-3384801818260297712?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/3384801818260297712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=3384801818260297712&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3384801818260297712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3384801818260297712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/05/choradeira-s-se-for-pelo-meio-ambiente.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-1357273836970972615</id><published>2007-04-26T13:31:00.000-03:00</published><updated>2007-04-26T13:32:34.651-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Eu Prometo!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já viram essa? Abaixo a explicação do autor:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Diga ao Mundo: "Eu farei, mas só se vocês me ajudarem nisso"&lt;br /&gt;Em vez disso, V. pode &lt;a href="http://www.pt-br.pledgebank.com/tom-on-pledgebank-vbr-pt_br.mp3"&gt;ouvir um MP3&lt;/a&gt; (versão em português&lt;a href="http://www.pt-br.pledgebank.com/explain#note"&gt;*&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.pt-br.pledgebank.com/tom-on-pledgebank-vbr.mp3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Olá! Sou Tom Steinberg, o diretor da mySociety, grupo filantrópico que está construindo o EuPrometo. Tomei a iniciativa pouco usual de gravar esta introdução porque o EuPrometo também é uma idéia diferente. Descobri que explicar de viva voz geralmente funciona melhor do que por meio de um texto.&lt;br /&gt;Todos sabemos como é se sentir impotente, que nossas ações não conseguem mudar as coisas como queremos. O EuPrometo veio vencer esse sentimento. Ele conecta V. com outros que também buscam a transformação, mas sem correr o risco de serem as únicas a doar dez reais para uma causa que de fato precisa é de cem reais.&lt;br /&gt;O funcionamento é simples. Você cria uma promessa dizendo basicamente 'Farei tal coisa, mas só se outras pessoas também fizerem o mesmo'. Por exemplo: se sempre quis cobrar promessas dos políticos, V. cria uma promessa dizendo 'Eu escreverei cem cartas, mas só se outras três pessoas fizerem o mesmo.'&lt;br /&gt;São ilimitadas as aplicações do EuPrometo. Pode-se prometer 'Farei uma festinha numa creche, mas só se outras 5 pessoas fizerem o mesmo'. Ou então 'Ensinarei origami para crianças hospitalizadas, mas só se outras duas pessoas forem comigo'.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O EuPrometo já passou sua fase de teste e agora tem muitas promessas cumpridas, algumas delas indo bem além do que pensávamos ser a a utilidade deste site. Na Inglaterra, alguém reuniu 20 outros fãs de um programa para conseguir que a BBC lançasse um CD. Outro atraiu 8 pessoas até então desconhecidas para a tarefa de enterrar baldes nos seus jardins a fim de proporcionar abrigo para besouros ameaçados de extinção. E um membro duma comunidade online disse que organizaria uma comemoração de 5º aniversário e conseguiu apoio de 30 outros membros para realizá-la.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O EuPrometo não se limita a pessoas que usam muito a Internet. Você pode apoiar uma promessa teclando apenas duas palavras em mensagem tipo torpedo no seu celular (só no o Reino Unido). É ideal para engajar seus amigos das baladas, pessoas da sua rua, e assim por diante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O EuPrometo é grátis, fácil de usar, e precisa da sua participação. Assim, se há algo que V. gostaria de fazer acontecer em sua comunidade, seu local de trabalho, sua escola, entre seus amigos ou vizinhos, dê uma olhada neste EuPrometo.org e crie logo uma promessa. Obrigado!&lt;br /&gt;&lt;a name="note"&gt;*&lt;/a&gt; Na voz brasileira de Alexandre Salvador, voluntário da Enfoque Cívico. Clique &lt;a href="http://www.pledgebank.com/tom-on-pledgebank-vbr.mp3"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ouvir a voz original, de Tom Steinberg, em inglês.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.pt-br.pledgebank.com/"&gt;Ir à página inicial do EuPrometo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-1357273836970972615?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/1357273836970972615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=1357273836970972615&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1357273836970972615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1357273836970972615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/04/eu-prometo-j-viram-essa-abaixo-explicao.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-1378100834989962886</id><published>2007-04-21T21:27:00.000-03:00</published><updated>2007-04-21T21:29:49.848-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;We, the Undersigned, endorse the following petition:&lt;br /&gt;Pledge to Live a One Planet Life!&lt;br /&gt;Target: You!Sponsor: &lt;a onclick="feedback_popup(666393111); return false" href="http://www.thepetitionsite.com/feedback/666393111" target="_blank"&gt;Care2&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;If everyone consumed as much as North Americans, we would need five planets to sustain our high-waste, high-pollution habits. Each of us can make a difference. By learning more about our individual impact, we can significantly reduce the amount of pollution and waste we produce as a whole. It can start with something as simple as buying fewer pieces of clothing or driving one less day per week. Please watch the video, and show your commitment to decreasing your impact on our One Planet by signing this pledge and learning more from the resources provided by Care2. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UzXRxP7jBSU"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/UzXRxP7jBSU" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-1378100834989962886?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/1378100834989962886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=1378100834989962886&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1378100834989962886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1378100834989962886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/04/we-undersigned-endorse-following.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-7040641572664100911</id><published>2007-04-20T12:45:00.001-03:00</published><updated>2007-04-20T12:45:53.331-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>FOR IMMEDIATE RELEASE&lt;br /&gt;APRIL 19, 2007&lt;br /&gt;10:04 AM&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTACT:  Seventhe Generation&lt;br /&gt;Jessica Root, Contest Coordinator&lt;br /&gt;TreeHugger.com&lt;br /&gt;347-374-8215&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Convenient Answers to an Inconvenient Truth&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Video Contest Endorsed By Al Gore Celebrates Earth Day with Solutions to Global Warming&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BROOKLYN, N.Y.--TreeHugger.com, the leading pure environmental website, in its ongoing effort to celebrate everyday as Earth Day, along with Seventh Generation (www.inspiredprotagonist.com), the leading eco-friendly home products company, are thrilled to announce that celebrity guest judge, Ed Begley, Jr. has chosen the winners of Convenient Truths video contest (www.truths.treehugger.com). As a follow-up to Al Gore's Oscar winning documentary, An Inconvenient Truth, the mission of the contest was to empower "ordinary" people to create videos that demonstrate simple and effective solutions to reducing carbon emissions.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The former Vice President, Al Gore, "applauds TreeHugger's efforts" calling the contest "a great way to spread the word and bring the issue into our daily lives."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Now that the Convenient Truths contest is over, the videos submissions will keep citizens motivated to take action. This Earth Day (and everyday) viewers have access to over one-hundred and thirty, 1-2 minute video submissions addressing everyday solutions to climate change. Topics range from solar energy to public transportation to composting and more. The videos are smart, slick, upbeat, and energetic.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The winning videos have been chosen by a combination of web viewers and expert judges including Ed Begley Jr., Actor and Environmentalist; Laurie David, Founder of stopglobalwarming.org; and Dr. Heidi Cullen, Climate Expert, The Weather Channel. (To see the full list go here.) The winners will receive close to $30,000 in sustainable prizes. Videos are served by blip.tv (www.blip.tv) and will be broadcast on various outlets including One Degree, a broadband site dedicated to climate change developed by The Weather Channel Interactive (TWCI) and distributed on DVD by Ironweed Films.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Top 10 winners include:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      GRAND PRIZE - Little Guy (Make A Start) Video by Jon Forsyth,&lt;br /&gt;      Westford, MA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      2ND PRIZE - Bear Necessities by Mark Dixon, Pittsburgh, PA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      3RD PRIZE - Change A Lightbulb by Pete Land, Burlington, VT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Chickens Enlighten, Humans Change, World Improves by Scott Price,&lt;br /&gt;      Seattle, WA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      I Am A Climate Activist by Phil Mitchell, Seattle, WA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Reality In The Self Checkout Lane by Tanya Roche, Beltsville, MD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Cool Notebooks For a Hot Planet by Eli Zigas, Walla Walla, WA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Better Late Than Never by Jennifer Cipperly, Jacksonville, NY&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Footprints by Kimberly O'Connor, Redwood City, CA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Families Fight Back by Austin Haeberle, Maplewood, NJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONVENIENT TRUTHS is a carbon-neutral contest. All emissions generated will be offset by the non-profit organization DriveNeutral. All of the contest submissions are property of contest sponsors TreeHugger.com and Seventh Generation and are available to view on www.truths.treehugger.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;About TreeHugger.com:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TreeHugger is the leading online media company dedicated to everything modern yet environmentally responsible. Their leadership has been recognized by the Bloggies, the Webbies, the Vloggies as well as Vanity Fair, The New York Times, Time, Domino, The Oprah Winfrey Show and many others. Offering environmental news, information, and tools to help people green their lives, TreeHugger brings sustainability into the mainstream.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;About Seventh Generation:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seventh Generation is committed to becoming the world's most trusted brand of authentic, safe, and environmentally responsible products for a healthy home. For 18 years, the closely held Burlington, Vermont company has been at the forefront of a cultural change in consumer behavior and business ethics. One of the country's first self-declared "socially responsible" companies, Seventh Generation is a business that operates according to a new and different set of principles and values that in many ways are a marked departure from those long considered "traditional." Its business practice is focused on offering people avenues to express their idealism, passion, and commitment to causes larger than themselves at every point along its supply chain -- from suppliers and partners to shareholders, customers and its own staff.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The company derives its name from the Great Law of the Iroquois that states, In our every deliberation, we must consider the impact of our decisions on the next seven generations. For more information, visit www.seventhgeneration.com or the company's blog www.inspiredprotagonist.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contact Jessica Root, Contest Coordinator at 347.374.8215.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MULTIMEDIA AVAILABLE:&lt;br /&gt;http://www.businesswire.com/cgi-bin/mmg.cgi?eid=5380370&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-7040641572664100911?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/7040641572664100911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=7040641572664100911&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/7040641572664100911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/7040641572664100911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/04/for-immediate-release-april-19-2007.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-546890618946921355</id><published>2007-04-19T20:03:00.000-03:00</published><updated>2007-04-19T20:14:15.544-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt; Construção ecológica em alta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por Diego Cevallos*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os edifícios da América do Norte liberam em abundância gases causadores do efeito estufa, esgoto e lixo, enquanto desponta a construção ecológica no México, com cinco mil casas populares erguidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MÉXICO, 2 de abril (IPS/IFEJ) – O tipo de edifício onde vivemos ou trabalhamos e o uso que lhe é dado geram boa parte das mudanças climáticas que preocupam os cientistas. A energia consumida nesses locais se traduz em gases poluentes, desperdício de água e materiais de construção no lixo. Na América do Norte, entre 11% e 30% da emissão de gases que causam o efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global, é gerada pelas edificações, que gastam grande parte da eletricidade disponível, água e matérias-primas, entre elas madeiras preciosas extraídas muitas vezes de maneira ilegal, e compostos plásticos como o policloreto de vinila (PVC), prejudiciais à saúde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente nos Estados Unidos, gerador de quase um terço dos gases que provocam o efeito estufa no mundo, as edificações consomem cerca de 65% de toda a eletricidade, 40% das matérias-primas e 12% do abastecimento de água. No México, que emite 2% desses gases, os edifícios gastam 20% da eletricidade, da qual 80% produzidos por queima de combustíveis. Esses dois países, que junto com o Canadá integram a Comissão de Cooperação Ambiental da América do Norte (CCA), procuram reduzir o impacto deste setor na mudança climática, que, segundo a maioria dos cientistas, acontece pelo acúmulo na atmosfera de gases procedentes sobretudo da queima de combustíveis fósseis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialistas dos três países analisam o assunto desde o começo do ano, e prometem para setembro um amplo informe que incluirá recomendações aos governos. O objetivo é diminuir as construções poluentes e dar prosseguimento às sustentáveis, que se integram ao meio ambiente de forma amigável, consomem pouca eletricidade e, idealmente, processam a água e o lixo, além de propiciar particular conforto aos seus habitantes. Porém, a meta está mais próxima, ladeira acima. “O desenvolvimento da construção verde é incipiente e não existe uma política-eixo dos governos na matéria”, disse David Morillón, especialista da Universidade Nacional Autônoma do México e um dos que redigiram o informe final da CCA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, já existem alguns planos em andamento, e dezenas de arquitetos, engenheiros e pesquisadores das Américas do Norte e do Sul trocam informações por meio da Internet, às vezes organizando seminários sobre construção “verde”. Nos últimos seis anos, Canadá e Estados Unidos desenvolveram novas normas ambientais para as construções, firmas privadas criaram certificados para as construtoras de edifícios sustentáveis e surgiu um serviço marginal de hipotecas “verdes”, que empresta dinheiro sob condições ambientais. Mesmo assim, a porcentagem de prédios ecológicos nesses países não passa dos 10% do total. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No México, o governo patrocina um plano de construção sustentável para setores de baixa renda, gerido pelo setor privado. Assim, foram construídas cerca de cinco mil casas, na maioria entre 40 e 70 metros quadrados, e já quase prontas. Para um país onde a demanda habitacional supera o milhão de unidades por ano –embora somente nos últimos seis tenham sido construídas 500 mil ao ano– o projeto é apenas um pequeno passo. As construções mexicanas devem especialmente reduzir o consumo de eletricidade e água, mas não incluem equipamentos de energia solar nem de tratamento de esgoto, que são os ideais para esse tipo de construção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Este é um passo experimental” e visa gerar informação e fatos comprováveis para que seja o mercado “a, finalmente, impor a necessidade de caminhar para as construções sustentáveis”, afirmou Evangelina Hirata, diretora da estatal Comissão Nacional de Fomento à Habitação. Contudo, não é possível garantir que em mais seis anos o México construa todas as casas com características sustentáveis, “o que agora não acontece em nenhuma parte do mundo”, acrescentou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 29 de março, entrou em vigor na Espanha o Código Técnico de Edificação, que obriga todos os edifícios, que começarem a ser construídos ou reformados a partir dessa data, a incluírem fontes renováveis de energia para o fornecimento de água quente e eletricidade. Pela nova norma, haverá limites para o consumo energético dos prédios em função de suas características, haverá melhor rendimento dos sistemas térmicos e de iluminação e será imposta uma porcentagem obrigatória de fontes limpas: energia solar direta e painéis solares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, no México está se plantando uma semente. “Espero que em um ano o sistema financeiro mexicano comece a oferecer hipotecas verdes”, após comprovar que, “de longe”, qualquer construção sustentável é mais barata e benéfica para usuário e comunidade, argumentou Hirata. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Morillón, construir um prédio sustentável pode chegar a custar de 3% a 20% mais caro do que um edifício tradicional. Mas acredita que o mercado faça baixar os preços quando generalizarem. Isso pode demorar muitos anos, e o tempo é urgente, lamentou. No México, as construções tradicionais têm vida útil de 30 a 40 anos, mas em dez ou 12 anos mais o país pode ficar sem petróleo, o que dificultaria a oferta de energia elétrica para essas edificações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo também pressiona pelo lado da mudança climática. Se o consumo de combustíveis fósseis e o processo de deterioração ambiental continuarem como estão agora, no final do século a temperatura média do planeta poderá aumentar entre 1,8 e 6,4 graus e o nível do mar subir entre 18 e 59 centímetros, segundo diversas previsões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Este artigo é parte de uma série sobre desenvolvimento sustentável produzida em conjunto pela IPS (Inter Press Service) e a IFEJ (Federação Internacional de Jornalistas Ambientais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;......&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota do editor: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplos nacionais como a &lt;a href="www.SustentaX.com.br"&gt;SustentaX&lt;/a&gt; começam a chamar a arenção: &lt;a href="http://www.zap.com.br/imoveis/dicas-materias-imoveis/reforma-e-construcao/Default.aspx?mat=2523"&gt;"Os projetos verdes podem ter o mesmo preço de uma construção convencional”, afirma Paola Figueiredo, diretora da Sustentax Engenharia de Sustentabilidade. Ela explica que o gasto com materiais mais caros pode ser reduzido com sistemas de iluminação natural e reaproveitamento de água, que têm custos de manutenção de 30% a 50% menores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Hoje, as grandes são líderes na procura, já que a construção verde materializa o discurso de responsabilidade social corporativa”, conta a diretora da Sustentax, que coordena hoje oito empreendimentos verdes, de empresas dos segmentos hoteleiro, médico, varejista e imobiliário.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-546890618946921355?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/546890618946921355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=546890618946921355&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/546890618946921355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/546890618946921355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/04/construo-ecolgica-em-alta-por-diego.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-3973818140382953813</id><published>2007-04-11T10:47:00.001-03:00</published><updated>2007-04-11T10:47:54.108-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>CONSUMO SUSTENTÁVEL   &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;24 de Janeiro de 2007   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preocupação social nas compras   &lt;/strong&gt;      &lt;br /&gt;Pesquisa mostra que questões socioambientais pesam na decisão de 51% dos consumidores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas de comércio e serviços preocupadas em ter uma boa imagem junto ao consumidor precisam investir mais em responsabilidade social. Um estudo feito pelo instituto de pesquisas TNS/ InterScience revela que para 51% dos entrevistados , as ações de responsabilidade socioambiental são consideradas itens muito importantes na hora de decidir uma compra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esse percentual aumenta junto ao público de maior poder aquisitivo: a responsabilidade social é mencionada por 72% do público de classe A como um item muito importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na pesquisa anterior, de 2005, a responsabilidade social havia sido mencionada por 44% dos entrevistados. "A qualidade dos produtos e o preço continuam sendo diferenciais no momento de decisão de compra, mas outros atributos pesam cada vez mais na imagem da empresa", diz a diretora de Planejamento da TNS/ InterScience, Stella Kochen. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A percepção do consumidor, diz Stella, vem mudando. Atributos que valorizavam a imagem de uma empresa, como atendimento, responsabilidade social e o monitoramento da satisfação do cliente hoje são considerados básicos e imprescindíveis no momento de compra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa com o tema "Empresas que respeitam o consumidor" teve uma amostra de mil entrevistados em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre e foi feita para a revista Consumidor Moderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O atributo responsabilidade social cresceu em citações como muito importante em relação ao levantamento anterior em todas as cidades pesquisadas, com exceção do Rio, onde registrou queda. No painel geral da pesquisa, a qualidade foi o primeiro atributo mencionado por 61% dos entrevistados, seguido pelo atendimento, com 58% das citações. Entre os entrevistados, 46% consideram o preço muito importante e 45% a propaganda ética, séria e comprometida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Cláudio Felisoni, professor da USP e especialista em varejo, é notório que os consumidores já têm uma percepção mais apurada sobre a responsabilidade social das empresas. "À medida que temos uma sociedade mais bem informada e uma economia relativamente estável, essas preocupações tendem a crescer", avalia. No entanto, Felisoni acredita que esse é um movimento ainda incipiente e que nem sempre se manifesta em mudanças de atitude. "As preocupações mais utilitárias, como preço, acabam pesando mais na hora da compra", diz. "Mas o aumento da percepção deixa para as empresas a mensagem que a responsabilidade social será estratégica."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marketing&lt;br /&gt;No levantamento também foram mencionadas as empresas em vários setores que se destacam por respeitar o consumidor. "As mais lembradas foram as que investem em publicidade e marketing , já que a avaliação foi com base na imagem que o consumidor tem da empresa e não na sua experiência de compra", diz Stella Kochen. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Casas Bahia, por exemplo, um grande anunciante, foi lembrada por 66% dos entrevistados na lista de empresas que mais respeitam o consumidor na área de varejo eletrodoméstico. Na área financeira, o Bradesco saiu na frente, apontado por 38% dos entrevistados. "O Bradesco esteve muito presente na mídia com uma campanha forte como patrocinador do Cirque du Soleil, mas também se destacou com uma publicidade voltada para a responsabilidade socioambiental", diz Stella. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas empresas com ações de responsabilidade social e que divulgam intensamente sua participação nessa área ganham destaque na pesquisa, como é o caso da Natura, mencionada por 30% dos entrevistados no segmento de higiene pessoal. Quem freqüentemente faz campanhas ressaltando a importância do consumidor para a companhia também foi lembrado na pesquisa. É o caso da Nestlé, com 24% das citações na lista de empresas que mais respeitam o consumidor.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  (Fonte: O Estado de S. Paulo, por Vera Dantas e Andrea Vialli)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-3973818140382953813?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/3973818140382953813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=3973818140382953813&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3973818140382953813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3973818140382953813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/04/consumo-sustentvel-24-de-janeiro-de.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-1121173408838476469</id><published>2007-04-11T10:40:00.000-03:00</published><updated>2007-04-11T10:46:44.211-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Para não dizer que não avisei...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresas que ainda não perceberam a revolução do Google, Wikipedia, Web 2.0 e do htmlx que se cuidem. Agora é muito mais fácil, acessível e rápido destruir a imagem de produto e até de uma marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sZCym0DB7hA"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/sZCym0DB7hA" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-1121173408838476469?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/1121173408838476469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=1121173408838476469&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1121173408838476469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1121173408838476469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/04/para-no-dizer-que-no-avisei.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-2000025853425032651</id><published>2007-04-02T16:15:00.000-03:00</published><updated>2007-04-02T16:16:51.320-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Organic Food: The Farmer's Conundrum&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On a recent trip to Austin, I visited the flagship Whole Foods -- a vast space where people gather en masse to render financial sacrifice to that new god, organic food. From the depths of the parking lot, as you make your way up to the store, you're urged again and again by a sign that simply says, "Love where you shop." From the doe-eyed look of the supplicants making their way up, and the glazed-eyed look of those carrying their treasure down, most clearly do.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;While few Whole Foods stores have the buzz of the Austin flagship, that veritable cathedral of gustatory virtue is emblematic of organic food's rising social status. According to the Organic Trade Association's &lt;a href="http://www.ota.com/pics/documents/short%20overview%20MMS.pdf"&gt;most current figures&lt;/a&gt; [PDF], consumer demand for it leapt 16 percent in 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;That's a little lower than the 20 percent figure commonly bandied about to describe the market's growth, but it's by no means shabby, considering that the overall U.S. food market grows by just 2 percent to 4 percent per year. It turns out that the &lt;a href="http://www.nowtoronto.com/issues/2004-05-06/news_story6.php"&gt;$34 billion&lt;/a&gt; the food industry drops on marketing every year doesn't inspire people to eat more -- it just gets them to shift around their food dollars from one product to another.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No wonder corporate giants from &lt;a href="http://www.grist.org/comments/food/2006/08/23/buyers/"&gt;Wal-Mart&lt;/a&gt; to &lt;a href="http://www.organicconsumers.org/organic/mcdonalds102805.cfm"&gt;McDonald's&lt;/a&gt; are groping for a slice of the organic pie. Generating 16 percent annual growth for a given product normally requires a massive marketing budget; organic foods fly off the shelf just by being labeled as such.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But if consumers are snapping up organics and corporations are scrambling to give them what they want -- if not always &lt;a href="http://cornucopia.org/index.php/mislabeling-organic-food-at-wal-mart/"&gt;exactly&lt;/a&gt; what they want -- a funny thing is happening down on the farm: growth in organic acreage isn't coming even close to keeping up with retail-sales growth. That is, existing farms aren't transitioning acres to organic -- and new farms aren't being rolled out -- at nearly the growth rate of organic-food demand.&lt;br /&gt;This is an important point. One of the great motivations of "buying organic" is protecting the land, water, and air from the cascades of &lt;a href="http://www.grist.org/comments/food/2006/10/18/pesticides/"&gt;poison sprays&lt;/a&gt; and &lt;a href="http://www.grist.org/comments/food/2007/03/01/soil/"&gt;artificial fertilizers&lt;/a&gt; dumped on farmland each year. Shouldn't booming demand for organic food translate to a proportionate boom in organic land under cultivation?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;California Dreams ... and Realities&lt;br /&gt;In the U.S., organic food &lt;a href="http://www.ota.com/pics/documents/short%20overview%20MMS.pdf"&gt;accounts for&lt;/a&gt; [PDF] about 2.5 percent of all food sales. But out in the field, just &lt;a href="http://www.ers.usda.gov/AmberWaves/February06/Features/feature1.htm#sectors"&gt;0.2 percent&lt;/a&gt; of farmland is under organic production. In Europe, by contrast, organic food accounts for a just-higher percentage of all food sales than in the U.S., but organic agriculture is more pervasive -- E.U.-wide, it occupies nearly 4 percent of farmland.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indeed, New Farm &lt;a href="http://newfarm.org/international/features/2005/1105/italy1/sayre.shtml"&gt;reports&lt;/a&gt; that Italy alone, not quite as large in size as New Mexico, has more land in organic agriculture than the entire United States!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Why is organic a more popular concept on our supermarket shelves than in our farm fields? The California Institute for Rural Studies released a &lt;a href="http://www.cirsinc.org/docs/organic_transitions.pdf"&gt;study&lt;/a&gt; [PDF] recently addressing that very question. It raises some bracing facts. If any state would be expected to boast a bounty of land under organic cultivation, it's California, the nation's fruit and vegetable basket and source of 40 percent of all farm-level U.S. organic produce sales.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But even in California, organic ag represents just 0.63 percent of farmland. Organic acreage did double between 1998 and 2003, but growth has leveled off and acreage now just holds steady. Total acres transitioning into organic are now nearly balanced by the acres transitioning out. Evidently, many farmers aren't making enough money growing organically to remain certified, despite the booming retail market.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;One reason could be an import boom. The USDA &lt;a href="http://www.fas.usda.gov/agx/organics/USMarketProfileOrganicFoodFeb2005.pdf"&gt;reports&lt;/a&gt; [PDF] that although the U.S. was until recently a net exporter of organic food, "the value of U.S. imports now exceeds exports by a ratio of approximately 8 to 1." The USDA reckoned in 2002 that the country imports between $1 billion and $1.5 billion worth of organics each year. Taking the higher number -- since the willingness to import organic has presumably increased after Wal-Mart jumped into the market -- imports represent a little over 10 percent of total U.S. sales. That's about a dime of every dollar you spend on organic food.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It's not inconceivable that all of that organic streaming in from Mexico and China is lowering organic prices at the farm level, making the transition into organic -- and the prospect of maintaining certification -- less attractive.&lt;br /&gt;Another possible explanation for the dearth of organic acreage arises from looking more closely at how the retail market is growing. Yes, it's growing at a robust 16 percent annual clip overall. But some segments of the market are growing more briskly than others. The Organic Trade Association, &lt;a href="http://www.ota.com/pics/documents/short%20overview%20MMS.pdf"&gt;breaking down&lt;/a&gt; [PDF] the growth rates for each segment of the organic market in 2005, found that growth rates for highly processed foods like "sauces/condiments" (24.2 percent growth) and packaged/prepared foods (19.4 percent) far outstripped the rate for homely old fresh fruits and vegetables (10.9 percent).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;What does that tell us? Well, the big processors like Kraft -- which are barreling into organics both by snapping up small independent health-food companies and by rolling out organic versions of established products like ketchup -- wield a lot of clout when it comes to negotiating prices with suppliers. Farmers make a lot more money per pound by selling organic tomatoes at a farmers' market than they can by selling them to Heinz for &lt;a href="http://www.heinz.com/News_organic_ketchup.aspx"&gt;organic ketchup&lt;/a&gt;. But the prospect of big payoffs from grabbing high-volume corporate accounts has inspired many organic farmers to scale up and industrialize as much as possible -- sacrificing some of organic ag's &lt;a href="http://www.grist.org/comments/food/2007/03/01/soil/"&gt;core principles&lt;/a&gt; in the process.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The California Institute for Rural Studies documents that trend: California's organic farmers are steadily getting bigger. But that's a losing game. As growth in the fresh-produce market cools and the processed market heats up, the big players will gain more pricing leverage, squeezing organic farming's already razor-thin profit margins. Seen from that view, it's no wonder imports are booming and domestic acreage has leveled off.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Answer is Growing in the Wind&lt;br /&gt;What, then, is the answer? How can consumers leverage their rising willingness to buy organic to significantly decrease the amount of poisons used in growing food?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;One way, of course, is to buy whole food from nearby farmers whose practices you know and trust. A fraction of the cash you drop on organic mac 'n' cheese goes into supporting a conscientious farmer, as opposed to nearly all of the money you spend at the farmers' market or in a community-supported agriculture program.&lt;br /&gt;As for the policy level, consider this: According to &lt;a href="http://www.ers.usda.gov/AmberWaves/February06/Features/feature1.htm#sectors"&gt;the USDA&lt;/a&gt;, the U.S. spends about $7 million annually supporting organic agriculture -- and that encompasses research, support for transition, everything. Compare that to the research budget alone for chemical-intensive farming, which &lt;a href="http://www.usda.gov/agency/obpa/Budget-Summary/2006/12.REE.htm"&gt;stands at&lt;/a&gt; over $1 billion per year, to say nothing of the $20 billion or so per year going into commodity supports.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In Europe, the USDA reports, the public sector supports organic farming to the tune of 70 million to 80 million euros per year. If the U.S. wants to make organic agriculture a real environmental asset, not just a marketing tool for corporations, it might have to be more like the Europeans.&lt;br /&gt;&lt;a title="Digg it!" href="http://digg.com/submit?phase=2&amp;url=http://www.alternet.org/envirohealth/49783&amp;amp;title=Organic" target="_blank" rel="external" topic="'politics"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Grist staff writer Tom Philpott farms and cooks at &lt;a href="http://maverickfarms.org/"&gt;Maverick Farms&lt;/a&gt;, a sustainable-agriculture nonprofit and small farm in the Blue Ridge Mountains of North Carolina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-2000025853425032651?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/2000025853425032651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=2000025853425032651&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2000025853425032651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2000025853425032651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/04/organic-food-farmers-conundrum-on.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-9090470277764235729</id><published>2007-04-02T12:51:00.000-03:00</published><updated>2007-04-02T12:55:49.109-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Carbon Trading Won’t Work&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Published on Sunday, April 1, 2007 by &lt;a href="http://www.latimes.com/news/opinion/commentary/la-op-dorsey1apr01,0,1230661.story?coll=la-news-comment-opinions" target="_new"&gt;the Los Angeles Times&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experiments with the Market Scheme Favored By Schwarzenegger Shows Trading Favors Big Polluters Without Curbing Global Warming Gases.&lt;br /&gt;by Michael K. Dorsey&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Economists, some environmentalists and a growing gaggle of politicians are pushing a grand strategy that a market mechanism — known as “carbon cap and trade” — can rescue us fastest from a climate catastrophe. But early evidence suggests that such a&lt;br /&gt;scheme may be a Faustian bargain.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gov. Arnold Schwarzenegger is one of the chief proponents of the market view. He has joined the governors of Washington, Oregon, New Mexico and Arizona to create the Western Regional Climate Action Initiative, which “sets the stage for a regional cap-and-trade program” that he hopes will serve as a model for a national program. The Kyoto Protocol, which went into effect in early 2005 (but which the United States has not signed), also endorses this approach.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carbon cap and trade works this way: A group of nations (signatories to the Kyoto Protocol) or a group of states (the five Western states in Schwarzenegger’s plan) cap their carbon emissions at a certain level. Then a government agency, such as the European Union or the California Environmental Protection Agency, issues permits to polluting industries that tell them how much carbon dioxide they are allowed to emit over a certain time.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Companies unable to stay under their cap can either buy permits, or “emission credits,” on a trading exchange, which allows them to pollute more, or they will face heavy fines for exceeding their carbon dioxide targets. Firms that are able to come in under their caps can sell their excess credits on the exchange. Thus the right to pollute is a commodity bought and sold in a market.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The idea of trading pollution rights was part of the reauthorized 1990 Clean Air Act. The program successfully reduced the amount of sulfur dioxide emissions, which cause acid rain, largely because the sources were few enough (about 2,000 smokestacks in the Midwest) that they could be monitored effectively and because there was a national system, administered by the federal Environmental Protection Agency, to enforce the legally required limits, or caps.&lt;br /&gt;Carbon trading on a global scale, however, amounts to an untested economic experiment. The most ambitious carbon-trading experiment to date began in the European Union in 2003. About 9,400 large factories and power stations in 21 member states were targeted, and the EU Greenhouse Gas Emissions Trading Scheme was established to trade pollution rights.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In January 2005, the EU governments distributed carbon credits — permits to pollute — to the companies and power plants. The credits were based in large part on what the firms estimated their annual carbon dioxide emissions would be. Because these credits were given out, not auctioned off, the firms did not pay for their pollution. Yet they stood to make money by selling them.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The EU’s official accounting of the companies’ emissions, released in April 2006, revealed that the companies’ and power plants’ actual emissions came in below estimates. Some said the firms had inflated their earlier emissions estimates, and thus all had credits to sell. This situation produced a surplus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Once it was known that the number of available permits exceeded demand, prices slumped. Indeed, fear that there are too many permits for sale (combined with concerns about the EU’s regulatory shortcomings) have effectively collapsed the market. A March 2007 report from Deutsche Bank Research noted that “many EU nations are still a long way from delivering on their Kyoto Protocol commitments to reduce carbon dioxide emissions.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Researchers at Open Europe, an economics think tank in Britain, recently issued a report on the experiment. They concluded that the EU Greenhouse Gas Emissions Trading Scheme represents “botched central planning rather than a real market.” As a result, the report said, carbon trading has not resulted in an overall decline of the EU’s carbon dioxide emissions.&lt;br /&gt;Worse, the early evidence suggested that the trading scheme financially rewarded companies — mainly petroleum, natural gas and electricity generators — that disproportionately emit carbon dioxide. The pollution credits given to the companies by their respective governments were booked as assets to be valued at market prices. After the EU carbon market collapsed, accusations of profiteering were widespread. In fall 2006, a Citigroup report concluded that the continent’s biggest polluters had been the winners, with consumers the losers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Larry Lohmann, who works with the Corner House, a research organization in Britain, argues that carbon trading is little more than a license for big polluters to carry on business as usual. For instance, the Greenhouse Gas Emissions Trading Scheme was further weakened by provisions that allowed big polluters to buy cheap “offset” credits from abroad. A British cement firm or oil company that lacked enough EU permits to keep on polluting could make up the shortfall by buying credits from, say, a wind farm in India or a project to burn landfill gas to generate electricity in Brazil. “Such projects,” Lohmann said, “are merely supplementing fossil fuel … not replacing it.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;These problems may soon infect the cap-and-trade system of the five Western U.S. states. In July 2006, Schwarzenegger and British Prime Minister Tony Blair announced their intention to join together to address global warming, possibly by linking emerging markets for pollution credits in the U.S. with established ones in Europe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;U.S. industry and environmental leaders recently joined together under the catchy name USCAP, for U.S. Climate Action Partnership. Among the participants are Alcoa, Caterpillar, Duke Energy, DuPont, General Electric, Pacific Gas &amp;amp; Electric, the Natural Resources Defense Council and the Pew Center on Global Climate Change. The group called for some form of carbon cap and trade, but its reduction targets, in effect, would keep atmospheric carbon dioxide at roughly current levels over the next five years.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The EU experience doesn’t augur well for the effectiveness of a global carbon-cap-and-trade scheme in a world characterized by growing economic inequality and enormous differences in governmental capacity to provide oversight, let alone regulation. The risk is that by the time it’s apparent such a scheme is not working, extreme climate change will already be wreaking havoc.&lt;br /&gt;Michael K. Dorsey is assistant professor on Dartmouth College’s faculty of science, teaches in the environmental studies program.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-9090470277764235729?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/9090470277764235729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=9090470277764235729&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/9090470277764235729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/9090470277764235729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/04/carbon-trading-wont-work-published-on.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-3787214189159988000</id><published>2007-04-02T12:47:00.000-03:00</published><updated>2007-04-02T12:49:29.747-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Climate Report Maps Out ‘Highway to Extinction’&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;April 1, 2007 at &lt;a href="http://www.ap.org/" target="_new"&gt;the Associated Press&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;by Seth Borenstein&lt;br /&gt;WASHINGTON-A key element of the second major report on climate change being released Friday in Belgium is a chart that maps out the effects of global warming, most of them bad, with every degree of temperature rise.There’s one bright spot: A minimal heat rise means more food production in northern regions of the world.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;However, the number of species going extinct rises with the heat, as does the number of people who may starve, or face water shortages, or floods, according to the projections in the draft report obtained by The Associated Press&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Some scientists are calling this degree-by-degree projection a “highway to extinction.”&lt;br /&gt;It’s likely to be the source of sharp closed-door debate, some scientists say, along with a multitude of other issues in the 20-chapter draft report from the Intergovernmental Panel on Climate Change. While the wording in the draft is almost guaranteed to change at this week’s meeting in Brussels, several scientists say the focus won’t.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The final document will be the product of a United Nations network of 2,000 scientists as authors and reviewers, along with representatives of more than 120 governments as last-minute editors. It will be the second volume of a four-volume authoritative assessment of the Earth’s climate being released this year. The last such effort was in 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrew Weaver, a climate scientist with the University of Victoria in British Columbia, said the chart of results from various temperature levels is “a highway to extinction, but on this highway there are many turnoffs. This is showing you where the road is heading. The road is heading toward extinction.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Weaver is one of the lead authors of the first report, issued in February.&lt;br /&gt;While humanity will survive, hundreds of millions, maybe billions of people may not, according to the chart - if the worst scenarios happen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The report says global warming has already degraded conditions for many species, coastal areas and poor people. With a more than 90 per cent level of confidence, the scientists in the draft report say man-made global warming “over the last three decades has had a discernible influence on many physical and biological systems.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But as the world’s average temperature warms from 1990 levels, the projections get more dire. Add 1C and between 400 million and 1.7 billion extra people can’t get enough water, some infectious diseases and allergenic pollens rise, and some amphibians go extinct. But the world’s food supply, especially in northern areas, could increase. That’s the likely outcome around 2020, according to the draft.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Add another 1.8 degrees and as many as 2 billion people could be without water and about 20 per cent to 30 per cent of the world’s species near extinction. Also, more people start dying because of malnutrition, disease, heat waves, floods and droughts - all caused by global warming. That would happen around 2050, depending on the level of greenhouse gases from the burning of fossil fuels.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At the extreme end of the projections, a 7- to 9-degree average temperature increase, the chart predicts: “Up to one-fifth of the world population affected by increased flood events” … “1.1 to 3.2 billion people with increased water scarcity” … “major extinctions around the globe.”&lt;br /&gt;Despite that dire outlook, several scientists involved in the process say they are optimistic that such a drastic temperature rise won’t happen because people will reduce carbon dioxide emissions that cause global warming.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“The worst stuff is not going to happen because we can’t be that stupid,” said Harvard University oceanographer James McCarthy, who was a top author of the 2001 version of this report.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-3787214189159988000?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/3787214189159988000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=3787214189159988000&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3787214189159988000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3787214189159988000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/04/climate-report-maps-out-highway-to.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-1073888449281832479</id><published>2007-03-30T18:00:00.000-03:00</published><updated>2007-03-30T18:03:21.893-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2007/03/28/burger_king_muda_sua_politica_sobre_animais_731457.html"&gt;Burger King muda sua política sobre animais&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28/03 - 12:34 - The New York Times&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em uma jogada a qual defensores do bem-estar dos animais vêm chamando de "avanço histórico", o Burger King, segunda maior rede de hambúrgueres do mundo, declarou na terça-feira que começará a comprar ovos e carne de porco de fornecedores que não confinem seus animais em gaiolas e caixas. &lt;br /&gt;A empressa disse que também favorecerá fornecedores de frangos que usem gás, ou "atmosferas controladas", ao invés de choques elétricos, para desacordar os animais antes do abate. É considerado um método mais humano, apesar de apenas alguns abatedouros fazerem uso da prática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo para os próximos meses, segundo o Burger King, é que 2% de seus ovos sejam "livres de gaiolas" e 10% de sua carne de porco venha de fazendas que permitam que os animais circulem livremente nos chiqueiros, ao invés do confinamento. A empresa disse que as porcentagens aumentarão ao passo que mais fornecedores optem por estes métodos e ofertas com preços mais competitivos sejam disponibilizadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que os objetivos iniciais do Burger King sejam modestos, especialistas da indústria alimentícia e defensores do bem-estar animal disseram na terça-feira que a mudança colocaria pressão em outras redes de fast-food para adotar práticas similares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wayne Pacelle, presidente e CEO da Sociedade Humana dos Estados Unidos, disse que as iniciativas colocaram a empresa à frente de sua concorrência em termos de bem-estar animal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anúncio do Burger King é o mais novo sucesso dos defensores dos animais, uma vez ignorados como grupos menores, mas hoje em dia cada vez mais vitoriosos em causas grandes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada, o chef-celebridade Wolfgang Puck anunciou que usaria somente carne e ovos de animais criados sob severos códigos de bem-estar animal. E em janeiro, a maior processadora de carne de porco do mundo, Smithfield Foods, declarou que diminuiria gradativamente o confinamento de porcos em baias de metal ao longo da próxima década. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns governos municipais e estaduais baniram restaurantes de servir foie gras e proibiram fazendeiros de confinar bezerros (vitela) e porcos em baias. Temple Grandin, professor de ciência animal da Universidade Estadual do Colorado, disse que a decisão da Smithfield de abandonar as baias para fêmeas prenhas irritou a indústria. A decisão foi impulsionada em parte por questionamentos de grandes clientes como o McDonald's, a maior rede de fast-food do planeta, sobre suas práticas de confinamento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-1073888449281832479?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/1073888449281832479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=1073888449281832479&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1073888449281832479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1073888449281832479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/03/burger-king-muda-sua-poltica-sobre.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-2149326525260060206</id><published>2007-03-30T16:56:00.000-03:00</published><updated>2007-03-30T17:08:02.670-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Jeffrey Sachs não sente fome : Dois mitos que mantém a Pobreza&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Por Vandana Shiva&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Do cantor de rock Bob Geldof ao político inglês Gordon Brown, o mundo parece de repente estar cheio de pessoas de alta patente com intenções de erradicar a pobreza. Todavia, Jeffrey Sachs não é um mero "fazedor de bem" e sim um dos economistas líderes do mundo. Chefe do Earth Institute e responsável na União Européia pelo comitê que promove o desenvolvimento rápido de países. &lt;a href="http://www.terra.com.br/istoedinheiro/392/economia/pobreza_01.htm" target="_blank"&gt;Logo, quando Sachs lançou o livro "O Fim da Pobreza"&lt;/a&gt;, pessoas de todo o mundo noticiaram, sendo inclusive matéria de capa da Revista Times.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Existe um problema com o manual do fim da pobreza de Sachs. Ele simplesmente não entende de onde vem a pobreza, a encara como um pecado original. "Há algumas gerações atrás, quase todo o mundo era pobre" diz ele e então adiciona: "A Revolução Industrial promoveu novos ricos, mas muitos no mundo foram deixados para trás."&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Essa é uma história totalmente falsa da pobreza. Os pobres não são aqueles "deixados para trás", são aqueles que foram roubados. A riqueza acumulada pela Europa e América do Norte é amplamente baseada nas riquezas retiradas da Ásia, África e América Latina. Sem a destruição da rica indústria têxtil indiana, sem a posse do mercado de especiarias, sem o genocídio das tribos Americanas, sem a escravidão da África, a Revolução Industrial não resultaria em novos ricos para a Europa ou América do Norte. Foi essa possessão violenta sobre os recursos e mercados do Terceiro Mundo que geraram a riqueza do Norte e pobreza do Sul.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Dois dos grandes mitos econômicos do nosso tempo permitem que as pessoas neguem esse elo intimidador e espalhem concepções errôneas sobre o que é a pobreza.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Primeiro, a responsabilidade sobre a destruição da Natureza e a habilidade das pessoas em cuidar de si mesmas são colocadas não no crescimento industrial e na economia colonialista, mas nessas mesmas pessoas. A pobreza foi instituída como uma das causas da destruição do meio ambiente. A doença então é oferecida como cura: o crescimento econômico futuro resolveria os problemas da pobreza e do declínio ambiental que falado anteriormente. Essa é a mensagem no coração da análise de Sachs.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;O segundo mito é que existe um consenso que se você consome o que você produz, você não produz de verdade, pelo menos economicamente falando.Se eu produzo meu próprio alimento, e não o comercializo, quer dizer que não contribuo para o PIB e portanto não contribuo para o "crescimento".&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;As pessoas são consideradas pobres por comerem o seu próprio alimento e não aquele comercialmente distribuídos como "junk food" vendido por empresas de agronegócio mundiais. São vistas como pobres se viverem em casas feitas por elas mesmas com materiais ecologicamente bem ambientados como o bambu e o barro ao invés de casas de tijolo e cimento. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;São vistas como pobres se usarem acessórios manufaturados feitos de fibras artesanais no lugar das sintéticas.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Ainda, a vida de subsistência, na qual o rico oeste percebe como pobre, não significa necessariamente menos qualidade de vida. Ao contrário, sua economia natural baseada em subsistência garante uma alta qualidade de vida – se mensurarmos o acesso à comida e água de boa qualidade, à oportunidade de vida de subsistência, uma robusta identidade cultural e social e um sentido à vida das pessoas. Por esses pobres não dividirem nenhum dos benefícios percebidos pelo crescimento econômico, são considerados como aqueles "deixados para trás".&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Essa falsa distinção entre os fatores que criam possibilidades e aqueles que criam pobreza está no centro da análise de Sachs. E por isso, suas prescrições agravarão e aumentarão a pobreza ao invés de dar fim a ela. Conceitos modernos de desenvolvimento econômico, cujo Sachs enxerga como a "cura" para a pobreza, já foram utilizados apenas em pequenas partes da história da humanidade. Por séculos os princípios de subsistência permitiram sociedades em todo o planeta sobreviverem e até mesmo prosperarem. Nessas sociedades os limites da natureza foram respeitados guiando os limites do consumo humano.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Quando o relacionamento da sociedade com a natureza é baseado na subsistência, a natureza existe como forma de riqueza comum. Ela é redefinida como "recurso" apenas quando o lucro torna-se o princípio organizador da sociedade estabelecendo um imperativo de desenvolvimento e destruição de tais recursos pelo mercado.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Contudo, muitos de nós escolhem esquecer e negar isso. Todas as pessoas em todas as sociedades dependem da Natureza. Sem água limpa, solo fértil e diversidade genética, não é possível a sobrevivência da humanidade. Hoje o desenvolvimento econômico está destruindo estes bens comuns, resultando na criação de uma nova contradição: o desenvolvimento priva aqueles que mais dizemos ajudar de suas tradições com a terra e do valor da subsistência, forçando-os a sobreviver num mundo de crescente erosão.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Um sistema baseado no crescimento econômico, sabemos hoje, cria trilhões de dólares de super lucro para corporações enquanto condena bilhões de pessoas à pobreza. E a pobreza não é, como sugere Sachs, o estado inicial do progresso humano do qual todos saímos. É o estagio final da queda de uma pessoa quando um lado desenvolvido destrói o sistema ecológico e social que manteve a vida, a saúde e a subsistência de pessoas e do próprio planeta por eras. A realidade é que as pessoas não morrem por falta de entradas monetárias, elas morrem pela falta de acesso às riquezas de bem comum. Aqui também, Sachs erra ao dizer: "Em um mundo de abundancia, 1 bilhão de pessoas estão tão pobres que suas vidas correm perigo." Os povos indígenas na Amazônia, as comunidades na montanha do Himalaia, camponeses de toda a parte cujas terras não foram apropriadas, cuja água e biodiversidade não foram destruídas pela agroindústria geradora de débito, são ecologicamente ricos, mesmo ganhando menos que $1,00 dólar por dia.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Por outro lado, as pessoas são pobres se tiverem que comprar suas necessidades básicas a altos preços não importando quanto ganhem. Veja o caso da Índia: Por causa do dumping sobre os alimentos e fibras mais baratos feito pelas nações desenvolvidas e pela diminuição das proteções de mercado decretadas pelo Governo, os preços na agricultura da Índia estão caindo, significando que os camponeses do país estão perdendo $26 bilhões de dólares Norte Americanos ao ano. Impossibilitados de sobreviver sob essas novas condições econômicas, muitos camponeses agora foram golpeados pela pobreza e milhares cometem suicídio todo o ano. Em demais locais do mundo, o ato de beber água foi privatizado de uma forma que agora corporações podem lucrar somas de $1 trilhão de dólares Norte Americanos por ano vendendo um recurso essencial aos pobres que antes eram gratuitos. Então os $50 bilhões de ajuda humanitária do Norte para o Sul é apenas um décimo dos $500 bilhões que são sugados de outra direção através de parcelas de pagamentos e outros mecanismos injustos da economia global imposta pelo Banco Central e pelo FMI.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Se realmente estamos dispostos a acabar com a pobreza , temos que estar dispostos a dar fim ao sistema que cria a pobreza tomando as riquezas de bem comum, a subsistência e os ganhos. Antes de fazermos a pobreza uma parte da história, precisamos entender a história da pobreza direito. Não é o quanto as nações ricas podem dar, nem tão pouco o quanto menos podem levar.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Taken and adapted with kind permission from The Ecologist (July/August 2005), a British monthly devoted to discussion of environmental issues, international politics and globalization. More information: The Ecologist, Unit 18 Chelsea Wharf, 15 Lots Road, London, SW10 0XJ, England, &lt;a href="http://br.f518.mail.yahoo.com/ym/Compose?To=theecologist@galleon.co.uk" target="_blank"&gt;http://br.f518.mail.yahoo.com/ym/Compose?To=theecologist@galleon.co.uk&lt;/a&gt; , &lt;a href="http://www.theecologist.org" target="_blank"&gt;www.theecologist.org&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;*Dra. Vandana Shiva é fisica e uma proeminete ativista ambiental na India. Fundadora da Navdanya, um movimento pela conservação da biodiversidade e pelo direito de camponeses e agricultores.Diretora do Research Foundation for Science, Technology and Natural Resource Policy. &lt;a href="http://www.comciencia.br/resenhas/transgenicos/bio.htm" target="_blank"&gt;Autora do livro Biopirataria - a pilhagem da natureza e do conhecimento. Ed. Vozes, 2001.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução: Clarissa Taguchi, idealizadora da &lt;a href="http://www.ciaecobras.com.br/" target="_blank"&gt;Cia Ecológica &lt;/a&gt; publicado &lt;a href="http://pfilosofia.fateback.com/04_miscelanea/04_19_novae/novae057.htm"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-2149326525260060206?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/2149326525260060206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=2149326525260060206&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2149326525260060206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2149326525260060206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/03/jeffrey-sachs-no-sente-fome-dois-mitos.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-5024348850205626032</id><published>2007-03-30T13:12:00.000-03:00</published><updated>2007-03-30T13:16:59.017-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Uma revolução saindo dos gramados...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;‘Food Not Lawns’: Organic Gardens vs. Chem-Fed Lawns&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Published on Wednesday, March 28, 2007 by &lt;a href="http://www.ipsnews.net/news.asp?idnews=37108" target="_new"&gt;Inter Press Service&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SAN DIEGO - Sandalistas are on the march here to create a homegrown organic food movement, encouraging gardeners to tear up their lawns for healthier, more natural alternatives.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In doing so, they’re advocating the re-greening of the urban landscape for the sake of food security and social justice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;About 400 people attended a recent conference titled “Cultivating Justice” under the aegis of “&lt;a href="http://www.sdfoodnotlawns.com/" target="_blank"&gt;Food Not Lawns&lt;/a&gt;“, a grassroots organization that combines gardening with political action. On a sunny Saturday, the guerrilla gardening wing of the social justice movement broke bread with foodies to network and share information with other like-minded people who are concerned not just with what people eat, but how they go about procuring food.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The participants belong a growing demographic of Californians dubbed “cultural creatives” who are focused on putting progressive ideals into action not only through social change but by dedicating themselves to healing the planet. Many believe the road to ecological restoration begins with changing their own personal habits.&lt;br /&gt;“People are hungry for information,” said Kate Hughes, one of the event organizers. With workshops on a wide range of topics, the well-attended conference attracted a broad cross-section of San Diego county residents from back-to-the-land hippie types to young campus activists who see a connection between U.S. oil dependence and factory farming.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The San Diego chapter of Food Not Lawns is an offshoot of similar groups based in Northern California and the Pacific Northwest, a region that is home to much of the organic foods movement gaining popularity around the U.S.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paul Maschka is a local gardening guru, having spent much of his adult life working as a horticulturalist caring for and cultivating thousands of varieties of plants for the San Diego Zoo. The self-styled “dirt cheap gardener” is an enthusiastic proponent of locally raised produce, and grows a wide variety of edible plants in his own backyard, ranging from artichokes to sunflowers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maschka’s lecture on organic gardening included a heavy dose of social commentary. “Organic gardening techniques and methods are not taught in Southern California,” he said. To obtain first-hand knowledge, he has sought guidance at demonstration gardens in Santa Cruz and San Louis Obispo, where organic farming practices are far more prevalent.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;According to Maschka, the average lawn is a flat, featureless, artificially maintained environment heavily dependent on synthetic chemicals. The chemicals used in lawn care also have a seedy history. Pesticides, for example, are little more than nerve agents derived from stockpiled toxins developed during World War Two, he says.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lawns are holdovers dating from the Middle Ages when the French aristocracy began converting otherwise productive fields into pleasure grounds, he says. In gardening-mad England, later generations of the bourgeoisie displayed their newfound wealth in similar fashion, planting rose beds and establishing luxuriant green lawns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This historical trend would have far-reaching repercussions for middle-class home owners in the 21St century who are willing to spend hundreds of dollars every year on the upkeep and maintenance of their lawns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;According to a 2002 economic impact study published by the University of Florida, the lawn care and turf industry generated a staggering 57 billion dollars annually and employed 800,000-plus people.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Using satellite and aerial imagery, research scientists from the National Aeronautics and Space Administration have calculated that approximately 162,000 square kilometers of the United States is covered in turf — an area roughly three times larger than any irrigated crop currently under cultivation. And lawns are thirsty, consuming approximately 270 billion gallons of water a week in the U.S. — enough to irrigate 327,000 square kilometers of organic vegetables.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For Maschka, lawns represent a paradox, having the outward appearance of vitality when in fact most of the microorganisms that support plant growth have been killed off. Lawns are fed something on the order of 10 times more pesticides and herbicides than commercial crops, he adds.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Things have got to change,” agreed Issa Esperanza. The daughter of missionary parents, she grew up running wild in Latin America, climbing trees and harvesting her own fruits and vegetables. Upon returning to the United States, she was shocked to discover the lack of fresh produce. She now has come to rely upon her green-thumbed friends and local farmers’ markets to obtain her greens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;That it doesn’t have to be this way was a sentiment echoed throughout the day. Chef Ron Oliver is a bona fide foodie. As chef de cuisine at the Marine Room, one of San Diego’s preeminent dining establishments, his business is based on pleasing people. The restaurant relies heavily on locally grown produce and the organic output of the 40-acre Blue Sky Ranch, where food and New Age mysticism go hand-in-hand.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“We’re lucky,” Oliver said. At Blue Sky, full-time residents and volunteers consider themselves to be caretakers of the land. Fruits and vegetables are grown according to the season and without the use of synthetic chemicals for the benefit of the Blue Sky community and paying clients.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oliver says he had own “whole foods” epiphany when his own children reached school age. School lunch programs follow strict federal guidelines based on caloric intake rather than nutritional value, he says. He decided to participate in the conference to enlist the support of other like-minded people in the hope of building a kitchen garden for the Chula Vista elementary school, where his kids aged 8 and 10 attend.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“If anything, gardening will teach them patience,” he says.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oliver sees a close connection between the ideals of Jeffersonian democracy and nutrition. He believes people vote with their forks, and if given the opportunity, they would prefer organic. “We’re empowering the companies damaging the planet,” he lamented.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This story is part of a series of features on sustainable development by IPS and IFEJ - International Federation of Environmental Journalists.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copyright © 2007 IPS-Inter Press Service.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-5024348850205626032?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/5024348850205626032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=5024348850205626032&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/5024348850205626032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/5024348850205626032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/03/uma-revoluo-saindo-dos-gramados.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-6756465496301988332</id><published>2007-03-24T16:11:00.000-03:00</published><updated>2007-03-24T16:12:23.413-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Market Analysis divulga ranking das melhores e piores empresas em responsabilidade social&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Envolverde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa revela opinião dos consumidores sobre a atuação das companhias em terceiro setor. Mitsubishi lidera como pior e Petrobrás, como melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Market Analysis, instituto de pesquisa de mercado e opinião pública, apresenta resultados do Monitor de Responsabilidade Social 2007, estudo realizado anualmente no Brasil pela empresa. O levantamento aponta as dez melhores e piores corporações em Responsabilidade Social atuantes no Brasil. Entre as bem avaliadas estão Petrobrás (10,8%), Nestlé (4,6%) e Coca-Cola (3%). As companhias Rede Globo, Unilever, Natura, Vale do Rio Doce, AmBev, Bom Preço e Azaléia também fazem parte deste grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já entre as corporações classificadas negativamente, a Mitsubishi lidera com 4,6%, seguida pela Telemar (3,7%) e Souza Cruz (2,2%). Light, Cedae, Fiat e Telefônica ocupam as outras posições no ranking. A Vale do Rio Doce, AmBev e Bom Preço foram igualmente citadas na lista das piores. Para alcançar os resultados o instituto ouviu 800 pessoas nas principais capitais brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Paloma Zimmer, analista de pesquisa de mercado da Market Analysis, o estudo reforça a preocupação dos brasileiros com o tema. "As pessoas começam a considerar, no momento da compra, quais empresas estão com mais ou menos engajamento social. Há alguns anos este assunto não interferia na decisão do consumidor, agora o cenário mudou e o próprio mercado corporativo está atento a esse movimento".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ver o ranking completo, acesse: http://www.s2.com.br/s2arquivos/477/Imagens/3438Image.jpg&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficha técnica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo faz parte do Monitor 2007 - Responsabilidade Social Corporativa, pesquisa sobre reputação das empresas realizada anualmente pela Market Analysis Brasil. Foram entrevistados 800 adultos (18-69 anos), nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba e Brasília. As entrevistas foram realizadas em novembro e dezembro de 2006, no domicílio do participante. A margem de erro é de aproximadamente 3,4%. &lt;br /&gt;(Envolverde/Assessoria)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-6756465496301988332?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/6756465496301988332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=6756465496301988332&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6756465496301988332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6756465496301988332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/03/market-analysis-divulga-ranking-das.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-935730940655905508</id><published>2007-03-24T16:10:00.001-03:00</published><updated>2007-03-24T16:10:46.899-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Carbono, um olho na marca outro no futuro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Adalberto Wodianer Marcondes na Envolverde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A febre de neutralização de carbono está atingindo as empresas e organizações como uma verdadeira epidemia. Os críticos a acusam de ser apenas um paliativo para as necessidades planetárias de redução das emissões de CO2, uma vez que dá às organizações a falsa impressão de que estão fazendo sua parte. Esta sensação poderia inibir a busca por soluções mais efetivas, que passem por uma profunda revisão de processos produtivos e redução de demandas energéticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, muitas organizações precisam de tempo e investimentos para a efetividade de suas ações de redução de emissões de gases de efeito estufa (principalmente CO2 e metano). Enquanto isso poderiam compensar suas emissões através de projetos de neutralização baseados em plantio de árvores ou financiando projetos de eficiência energética de alto impacto social. Como operações casadas e coordenadas no tempo, a neutralização e o investimento em redução de emissões têm, em tese, a capacidade de formar um novo cenário de emissões atmosféricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, também, as pequenas e médias empresas, que sozinhas não têm a capacidade de realizar reduções significativas de suas emissões de gases estufa. Por isto, para estas, as ações de neutralização são um caminho eficiente. Para estas empresas ser neutras em CO2 é uma maneira de cumprir sua parte e agregar valor a seus produtos, uma vez que os consumidores estão mais sensíveis ao tema “aquecimento global” e existe uma predisposição por produtos e serviços amigáveis com a natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, vale ressaltar que o simples ato de pagar pelo plantio de árvores está muito longe de ser um real comprometimento com as metas globais de redução de emissão de gases estufa. O engenheiro florestal marco Antonio Fujihara, do Instituto Totum, e um dos mais importantes especialistas brasileiros em gestão empresarial de emissões e crédito de carbono, alerta que a redução das emissões de gases estufa, tanto para a simples neutralização, como para a qualificação para créditos de carbono deve fazer parte de um processo amplo de sustentabilidade empresarial. “As empresas têm de estabelecer metas de perenidade, não importa o seu porte”, diz Fujihara. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto significa que não importa o tamanho da organização, o que realmente é relevante é se ela tem em seus princípios a sustentabilidade econômica, ambiental e social como valor absoluto. Caso contrário qualquer ação isolada cai no campo da filantropia ou do marketing. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marketing Verde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A utilização da neutralização das emissões de carbono em ações de marketing tem sido vista como uma oportunidade de ganho de imagem junto ao mercado e aos consumidores. De fato, existe uma certa simpatia do público em relação a empresas que têm uma ação ambientalmente responsável. Mas o grande ganho para estas empresas é se realmente elas atuam dentro de padrões de sustentabilidade e assumem, mesmo sem esta intenção, a posição de benchmarking em seus setores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresas líderes são admiradas e vistas entre seus pares como modelos as serem seguidos. O jornalista Rogério Ruschel, que trabalha há anos com comunicação socioambiental empresarial, acredita que as organizações que demonstram em suas ações fortes princípios de governança e sustentabilidade acabam por contaminar o mercado e espalhar estes conceitos. “A incorporação dos processos de comunicação aos princípios de sustentabilidade pode ampliar de forma exponencial o alcance das ações”, explica Ruschel. Para ele as organizações devem ter uma comunicação vertical e horizontal, uma vez que a integração de cada um de seus colaboradores nas ações de sustentabilidade e responsabilidade social empresarial é fundamental para que a empresa torne-se organicamente sustentável. Do ponto de vista da horizontalidade, a visibilidade para clientes, fornecedores e sociedade oferece muito mais segurança e confiança na relação com os diversos públicos. Mas alerta: “Toda comunicação relacionada a sustentabilidade, incluindo iniciativas de neutralização, deve ter como foco a educação para novos valores, a mudança de comportamento e atitudes; sem isso, será apenas “marketing verde”, que é indesejável”, acrescenta Ruschel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito importante que as organizações compreendam a motivação de sua busca por processos de sustentabilidade e, dentro desta linha, por ações de neutralização de suas emissões de gases de efeito estufa. Desta compreensão deriva todas as ações que a organização realizará e o sucesso ou não das metas estabelecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda este mês profissionais como Marco Antonio Fujihara,do Instituto Totum, Rogério Ruschel, da Ruschel e Associados, Adauto Basílio, da SOS Mata Atlântica, Jean Philippe Leroy, Superintendente Executivo do Bradesco e Paulo de Souza, Consultor para Inventários Corporativos de Emissões do Instituto Totum estarão apresentando um seminário em São Paulo com o tema “Como tornar-se uma empresa Carbono Zero”. O objetivo é justamente mostrar como e porque ser uma empresa com suas emissões neutralizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais Informações podem ser obtidas pelo site:&lt;br /&gt;http://www.geocities.com/envolverde/Banners/468x60/CarbonoZero.pdf &lt;br /&gt;(Agência Envolverde)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-935730940655905508?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/935730940655905508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=935730940655905508&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/935730940655905508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/935730940655905508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/03/carbono-um-olho-na-marca-outro-no.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-2672518843526861533</id><published>2007-03-19T14:18:00.000-03:00</published><updated>2007-03-19T16:22:21.434-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://davidcrow.dpmais.com.br/"&gt;Um Exemplo BiOnE&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um estudante norte-americano, David Crow tinha ambições incomuns.  Queria seguir as pegadas dos médicos descalços da China, que davam assistência médica aos pobres nas zonas rurais, usando principalmente agulhas de acupuntura, moxabustão e a flora local.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Queria poder sustentar-me educando e levando bem estar pelos métodos simples e comprovadamente eficazes transmitidos ao longo dos tempos." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1980, quando o Ocidente abria-se para as artes terapêuticas asiáticas, ele se matriculou na Universidade Americana de Medicina Tradicional Chinesa em São Francisco, na Califórnia.  Ali, conheceu o grande místico da tradição do budismo tibetano, Kalu Rinpoche e foi imediatamente “invadido por uma onde de esperança por mim e pela humanidade.”Anos depois, quando comunicou a Kalu Rinpoche sua vontade de estudar medicina tibetana, Crow ouviu a resposta de que, mesmo sendo muito proveitoso ir à Ásia aprender medicina, era mais importante compreender o Dharma”, a verdade compassiva capaz de transformar qualquer linha da medicina em prática espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi assim que David passou quase 9 anos em viagens ao Himalaya, escreveu o livro Em Busca do Buda da Medicina, desenvolveu pequenos jardins escolas num movimento que se espalhou por todo os Estados Unidos e ajudou a desenvolver comunidades auto-sustentáveis em todo o planeta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Como?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David estará de volta ao Brasil em sua II Jornada Brasileira que se inicia em de 19 de abril e termina em 22 de maio. Passará por diversas cidades promovendo um amplo debate que envolve a saúde humana, do planeta e ainda apresentando possibilidades de um desenvolvimento econômico saudável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho promovido pelo herbologista, acupunturista, mestre de meditação, professor e escritor americano David Crow encanta não só pela possibilidade de conivivermos num planeta saudável e sustentável, mas pela real percepção de que vivemos num planeta que vai além daquilo que vemos e tocamos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após uma aula com David, percebemos em nós mesmos que vivemos num planeta que sente, se encanta e vive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clarissa Taguchi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Agenda&lt;/span&gt; - Crow inicia sua jornada no Brasil dia 20 de abril, no Rio de Janeiro, onde em 21 e 22 conduz um Seminário de Aromaterapia. Segue de lá para o Recife, Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e, de novo, Rio de Janeiro, encerrando a viagem. No Recife, fica até 29 de abril. Dia 23, realiza palestra e lançamento de livro na Livraria Saraiva do Shopping Center Recife; ministra dias a 24 e 25 workshops sobre "O poder das ervas na alimentação e na saúde I e II" no Centro Nordestino de Medicina Popular. Dia 24, também realizará palestras para profissionais de saúde no Hospital da Restauração e dia 25, na UFPE, para biólogos e estudantes sobre "O poder das ervas, das fragrâncias e da meditação nas Grandes Tradições de Cura”.No dia 26, ministra workshop sobre Yoga, Prana e Ayurveda, no Espaço Dharma de Yoga Integral e palestra sobre Ecoespiritualidade na Faculdade Frassinetti do Recife. Um retiro fechado, no meio da mata atlântica, encerra sua programação no Recife dias 26, 27 e 28, abordando - através de vivências - o poder das ervas, das fragrâncias e das meditações constantes das Grandes Tradições de Cura como meditações clássicas do budismo e a filosofia médica ayurvédica. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em Viamão, RS, no feriado de 1º de maio, em programação ainda a ser confirmada, David Crow profere palestra no CEBB e a 02 de maio, palestra no Centro de Referência de Saúde do Trabalhador, da Prefeitura de Porto Alegre sobre os riscos de exposição a agrotóxicos. Em contexto da programação da Fundação Gaia, ministra à noite do dia 02 outra palestra sobre "Cultivando o Jardim do Buda da Medicina", *com apresentação de um vídeo de sua autoria.  A 03 de maio, conduz um seminário de aromaterapia na Fundação Zôo-Botânica e à noite, parte para Curitiba. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 04 de maio, participa do IV Congresso Brasileiro de Meditação, "Bio-Ética uma reflexão interior", partindo a seguir para São Paulo, onde a 05 de maio realiza seminário de aromaterapia no MuBe, Museu Brasileiro de Escultura sobre "No Jardim do Buda da Medicina". Em 08 e 09, visita e palestras na AAO – Associação de Agricultura Orgânica.  No dia 12, ainda em São Paulo, ministra palestra sobre Aromaterapia, partindo a seguir para o Rio. Em Petrópolis, dia 10,realiza palestra na Fraternidade Cósmica Universal sobre "A Cura Ampla do Jardim do Buda da Medicina". Dia 11 realiza palestra com vídeo no Restaurante da Cia. Ecológica no Rio e à tarde palestra para iniciados em medicinas orientais na Academia Brasileira de Arte e Ciência Orientais/Colégio Brasileiro de Acumputura. Em Niterói, dia 12, realiza mais um seminário de aromaterapia e, de volta ao Rio, realiza dia 13 meditação, caminhada, palestra e almoço no Horto Florestal do Jardim Botânico com adultos e crianças, sendo o foco dessa ação para as mães – já que o dia será delas. Intitulada "O Cheirinho da Mãe Natureza - Celebrando a Mãe Natureza e seus Rebentos”, a programação inicia às 9:30 e seguirá até 16h, com teatro, poesia, rodas de dança, capoeira e recreação para as crianças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 14, em Niterói, acontece o Seminário "Intersetorialidade-Saúde-Meio Ambiente- Educação e Cultura", das 9h às 17h. Será um encontro com tradições religiosas,l ideranças comunitárias e ong´s sobre práticas populares em saúde. Dias 15 e 16, no Refúgio Ecológico Cachoeira da Fumaça, em Casimiro de Abreu, participa de encontro sobre "As Maravilhas da Floresta" em prol da Ação Mata Atlântica, na Estrada Serra Mar, km 20. Dias 17 e 18, no Instituto Annes Dias, no Rio, outro seminário de aromaterapia, intitulado “No Jardim do Buda da Medicina” durante o dia. À noite, palestra no Centro Lótus sobre tema do seu livro. Dia 20, a Prefeitura do Rio de Janeiro promove, na Restinga da Marambaia, palestra e vivências fechadas para 133 Agentes de Educação do Meio Ambiente, da qual Crow participa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para informações mais detalhadas:     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regina Perrusi ( DRT PE 1732 ) Tels.: (81) 3326.6970 e 3326.6937 – 9972.7030&lt;br /&gt;Assessoria de Imprensa (Oficina de Notícias e Eventos)&lt;br /&gt;www.oficinadenoticias.com.br &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenzin Namdrol  Tel.: (24) 2235.7128 e 9254-4015&lt;br /&gt;Coordenadora do Projeto &lt;br /&gt;tnamdrol@gmail.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-2672518843526861533?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2672518843526861533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2672518843526861533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/03/um-exemplo-bione-para-um-estudante.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-1399185379206820082</id><published>2007-03-16T16:53:00.000-03:00</published><updated>2007-03-16T16:54:10.900-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Brasil contará com "megaportal" virtual voltado para a sustentabilidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil passou a contar com mais um instrumento voltado para a sustentabilidade. O Mercado Ético, versão brasileira do Ethical Markets, plataforma multimídia que atinge 150 milhões de pessoas nos EUA, foi lançado na semana passada e têm como objetivo oferecer informações multimídia a empresas, governos e entidades civis por meio do seu site na internet (http://www.mercadoetico.com.br). O projeto brasileiro é pioneiro fora dos EUA e recebeu investimentos do banco ABN Amro Real, parceiro pioneiro do Instituto Akatu, da Faber-Castell, associada benemérita do Instituto, e da Serasa. Também apóiam a idéia o próprio Akatu, além de Instituto Ethos, Amana-Key, Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social, Instituto de Zero a Seis e Bovespa, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mercado Ético será um “megaportal” virtual voltado para a sustentabilidade, investimentos socialmente responsáveis, governança e cidadania corporativas, comércio justo, consumo consciente, qualidade de vida e bem-estar no ambiente de trabalho, entre outros. Lideranças empresariais poderão compartilhar suas próprias experiências e ações de incorporação dos valores da sustentabilidade em seus negócios. O objetivo do projeto é auxiliar executivos e formadores de opinião, além de jovens líderes a seguirem os caminhos da sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, apesar de ser um projeto voltado, a princípio, para o público empresarial, toda a sociedade brasileira será beneficiada. A troca de informações é muito importante para a disseminação da cultura da Responsabilidade Social Empresarial, bem como para o ganho de visibilidade das boas práticas. De posse dessas informações, o consumidor consciente pode avaliar melhor suas escolhas de consumo. E, quando ele escolhe comprar um produto baseado na postura ética da empresa, está incentivando-a a manter esse comportamento e estimulando outras empresas a fazerem o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exemplo do original americano, presidido por Hazel Henderson, uma das mais respeitadas consultoras em desenvolvimento sustentável no mundo, o site brasileiro se propõe a ser a mais completa plataforma multimídia dedicada a esses temas no País. O site Mercado Ético exibirá programas diários via WebTV, notícias, pesquisas e serviços de busca, além de serviços de consultoria. Christina Carvalho Pinto, publicitária responsável por trazer o Mercado Ético ao Brasil, será responsável também pela apresentação dos programas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://envolverde.ig.com.br/?materia=29214#"&gt;(Envolverde/Instituto Akatu)&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-1399185379206820082?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/1399185379206820082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=1399185379206820082&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1399185379206820082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1399185379206820082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/03/brasil-contar-com-megaportal-virtual.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-2861162091320048669</id><published>2007-03-16T16:43:00.000-03:00</published><updated>2007-03-16T16:46:47.319-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Transnacionais se apossam da biomassa, por Adriano Benayon&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;16/3/2007 &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Da Tribuna da Imprensa - O que está em andamento é a tomada pelo capital estrangeiro da produção de álcool (etanol) e de outros derivados das plantas. Em suma, da energia da biomassa. Esta já é uma das principais fontes do presente, e não apenas a predominante em futuro próximo. Os que a controlarem terão assegurado posição estratégica privilegiada no poder mundial, reforçada pelos fabulosos ganhos econômicos que dela fluirão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriano Benayon é doutor em Economia pela Universidade de Hamburgo, Alemanha, e autor de "Globalização versus Desenvolvimento" benayon@terra.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para leitura completa, clique &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/Principal_vis.asp?cod=4744&amp;cat="&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-2861162091320048669?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/2861162091320048669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=2861162091320048669&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2861162091320048669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2861162091320048669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/03/transnacionais-se-apossam-da-biomassa.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-6799696078720350777</id><published>2007-03-15T15:39:00.000-03:00</published><updated>2007-03-15T15:44:00.739-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Será? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Brasil pode ser a primeira biocivilização da história, diz Sachs&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma nova coletânea de escritos do ecossocioeconomista, Ignacy Sachs, sobre desenvolvimento, ambiente e sociedade será lançado no Brasil neste mês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Christina Amorim, ontem no Estadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÃO PAULO - Em quase 80 anos de vida, Ignacy Sachs - polonês naturalizado francês, que cresceu no Brasil, formou-se adulto na Índia e integra os principais círculos do pensamento social do mundo - transitou inúmeras vezes do discurso à práxis. Uma nova coletânea de escritos seus sobre desenvolvimento, ambiente e sociedade será lançado no Brasil neste mês: Rumo à Ecossocioeconomia (Cortez Editora, 472 págs.), organizado pelo colaborador professor Paulo Freire Vieira. Em São Paulo, um de seus lares pelo mundo, Sachs fala sobre desenvolvimento sustentável, oportunidades e a maior ironia da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler na íntegra clique &lt;a href="http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2007/mar/14/5.htm"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-6799696078720350777?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/6799696078720350777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=6799696078720350777&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6799696078720350777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6799696078720350777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/03/ser-brasil-pode-ser-primeira.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-957268488154282038</id><published>2007-03-11T14:22:00.000-03:00</published><updated>2007-03-11T14:23:05.709-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Gente boa na área é o pessoal da &lt;a href="http://www.youtube.com/profile?user=FreeRangeStudios"&gt;Free Range Studios&lt;/a&gt; , depois da boa sacada da paródia MeatRix eles não pararam mais. A última é esse filme em flash aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BXXczLhzlHA"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/BXXczLhzlHA" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-957268488154282038?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/957268488154282038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=957268488154282038&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/957268488154282038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/957268488154282038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/03/gente-boa-na-rea-o-pessoal-da-free.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-4513083840423597870</id><published>2007-03-02T14:52:00.000-03:00</published><updated>2007-03-02T14:55:54.224-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RehkuieEyII/AAAAAAAAAB0/_eZmfO2cjFE/s1600-h/fair_span.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5037386933903607938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RehkuieEyII/AAAAAAAAAB0/_eZmfO2cjFE/s400/fair_span.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;No The Ecologist desse mês:&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This week marks the start of Fairtrade Fortnight - two weeks when shoppers are encouraged to make ethical choices in the aisles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But how 'fair' is fairtrade? Has it made a real difference? Can it ever work in the face of Western agricultural subsidies? Will fairtrade farmers become organic farmers as well? What about the food miles clocked up as our tea is transported from Africa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Find the answers to all these questions and more in our exclusive series of podcast interviews with the Director of the Fairtrade Foundation, Harriet Lamb, and fairtrade tea grower and cooperative owner, Silver Kasoro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fairtrade Fortnight - just less-unfair trade?&lt;br /&gt;Fairtrade is sometimes described as merely 'less-unfair trade'. Are there global trading mechanisms that need to be tackled first before fairtrade can work? What about the role of subsidies? &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.theecologist.co.uk/podcasts/global_trade.mp3" target="_blank"&gt;Click here&lt;/a&gt; to find out.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fairtrade Fortnight - can fairtrade be organic?&lt;br /&gt;What is the role of organic farming in fairtrade cooperatives? Will higher prices encourage more intensive farming? &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.theecologist.co.uk/podcasts/organic.mp3" target="_blank"&gt;Click here&lt;/a&gt; to find out.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fairtrade Fortnight - can fairtrade be local and low-carbon?&lt;br /&gt;Fairtrade products brought to the UK from farms in the economically poor world incur food miles, which environmentalists are trying to reduce. Can 'fairtrade' and 'buy local' campaigns sit together? &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.theecologist.co.uk/podcasts/localisation.mp3" target="_blank"&gt;Click here&lt;/a&gt; to listen to the interview.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fairtrade Fortnight - could European products be fairly traded too?&lt;br /&gt;Fairtrade has brought rewards to farmers in Africa and Asia. Is there a role is could play in poorer European countries as well? &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.theecologist.co.uk/podcasts/geographical.mp3" target="_blank"&gt;Click here&lt;/a&gt; to download.&lt;br /&gt;Fairtrade Fortnight - what does the label cover?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Fairtrade logo is renowned and trusted. But exactly what aspects of production does it cover? Will it ever be extended to the whole supply chain? &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.theecologist.co.uk/podcasts/label_mean.mp3" target="_blank"&gt;Harriet Lamb responds&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Fairtrade Fortnight - what difference has it made?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silver Kasoro, a fairtrade tea grower, explains the difference that fairtrade has made to the lives of farmers in Africa. &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.theecologist.co.uk/podcasts/what_diff.mp3" target="_blank"&gt;Click here&lt;/a&gt; to listen.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-4513083840423597870?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/4513083840423597870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=4513083840423597870&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/4513083840423597870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/4513083840423597870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/03/no-ecologist-desse-ms-this-week-marks.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RehkuieEyII/AAAAAAAAAB0/_eZmfO2cjFE/s72-c/fair_span.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-6102673718767263258</id><published>2007-03-02T12:18:00.000-03:00</published><updated>2007-03-02T12:20:52.372-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.nytimes.com/2007/01/11/fashion/11VEGAN.html?_r=1&amp;oref=slogin"&gt;&lt;strong&gt;Uncruel Beauty&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;By &lt;a title="More Articles by Ruth La Ferla" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/people/l/ruth_la_ferla/index.html?inline=nyt-per" target="_blank"&gt;RUTH LA FERLA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Published: January 11, 2007, NYTMagazine&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HADASS KANTOROWICZ is on the fence. "I eat less meat than I used to," said Ms. Kantorowicz, a self-described tantric healer who stopped in last week at Organic Avenue, a vegan general store in downtown Manhattan. "I'm definitely a lot more conscious than I used to be." While she appreciates the virtues of a meat-free diet, she stops short of embracing a vegan way of life, one that would ask her to forsake a croc-embossed bag or patent leather pumps. "And I'm not ready to wear hemp," she confided.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CLOTHES WITH A CONSCIENCE A cotton sweater coat by Stella McCartney, with Ecoganik organic cotton pants that are available at Organic Avenue. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIRTUOUS Top, cotton Stella McCartney sweater, Ecoganik pants, tank made of corn fiber by Moral Fervor, Stella McCartney cotton purse, natural stone pendant by Cole Lopez. Above, a denim dress made of hemp and recycled polyester by NaturevsFuture and a woven cotton and wood bag by Stella McCartney. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But a proliferation of vegan-friendly fashions and stores that ban animal products outright from their shelves may tempt her to change her tune. If she has yet to adopt the zero-tolerance approach advocated by the most militant vegetarians, she typifies the customer that many vegan marketers are now courting. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;National chains like Whole Foods; boutiques like MooShoes, a New York outlet for imitation-leather wallets, belts and bags; online stores like Pangea; and eco-minded labels like Moral Fiber, Real Fake, Novacas (no cows) and Matt &amp; Nat are encouraging shoppers, even those merely flirting with a "cruelty free" diet, to embrace its precepts not just in the kitchen but in their wardrobes. To their minds, vegan chic, once an oxymoron, is a glossy new marketing handle. Clothes and accessories once shunned for their aura of hair-shirt deprivation have acquired a hint of luxury. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vegans, who may be thought of as extreme vegetarians, strive for a diet and way of life that is noninjurious to both animals and the environment, directly or through the processing of materials like leather, wool or silk. From motives of conscience or health, most reject shoes and clothing made from hides, even those made with animal-based glues and dyes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"People are more conscious today of what they're wearing, why they're wearing it and how it affects the environment," said Robert Burke, a fashion retail consultant in New York. To ignore such issues "is not sexy today," he said. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Six months ago Denise Mari opened Organic Avenue on the Lower East Side. "At one time being vegan meant focusing on what you had to give up," she said. "Today we're stepping beyond the mundane what-you-need-to-survive approach" and concentrating instead on "how to make this a fun lifestyle that other people can relate to." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"We'd like people to say, 'Wow, look how fashionable this is! I want it for its style.' " &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At her shop Ms. Mari sells hemp and bamboo tanks and shirtdresses, and even men's suits made from ahimsa silk, a fiber processed without injuring silkworms ($700). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certainly Ms. Mari and other merchants are beneficiaries of a spike in the vegetarian population. As of last year, there were an estimated 4.8 million vegetarians in the United States, one-third to one-half of them vegan, according to the Vegetarian Resource Group, a nonprofit educational organization. That number has nearly doubled since 1997. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But today retailers and designers are aiming at potential customers identified in a survey last year by Mintel International, a consumer research company, as "occasional vegetarians." They shop vegan selectively, as the Mintel study pointed out, but their "purchasing power is paramount." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This health- and eco-conscious population has contributed most visibly to the growth of a $1.2 billion market for vegetarian goods (primarily dairy, egg, cheese, meat and poultry substitutes and tofu), according to Mintel, one that jumped 63.5 percent between 2000 and 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Just a half-dozen years ago, shoppers searching for cow-friendly wares had to resort to shoes from Payless, "vegan" by virtue of their synthetic materials, or to utility plastic or canvas boots, wallets and backpacks sold through Vegan Essentials, one of a handful of online stores. Now even a few mass marketers are incorporating stylish vegan products into their lines. Vans promotes its Geoff Rowley vegan skateboarding shoes, made from synthetic nubuck and rubber. Rampage, a mall brand, is advertising "cruelty free" imitation leather styles.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-6102673718767263258?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/6102673718767263258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=6102673718767263258&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6102673718767263258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6102673718767263258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/03/uncruel-beauty-by-ruth-la-ferla.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-201955321081152180</id><published>2007-02-24T11:41:00.000-03:00</published><updated>2007-02-24T11:44:04.046-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.ida.org.br/artigos/Lutzenberg.pdf"&gt;Para quem não conhece José Lutzemberg&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-201955321081152180?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/201955321081152180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=201955321081152180&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/201955321081152180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/201955321081152180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/02/para-quem-no-conhece-jos-lutzemberg.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-5320705689862818745</id><published>2007-02-21T23:07:00.000-03:00</published><updated>2007-02-21T23:14:14.149-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.ethos.org.br/DesktopDefault.aspx?TabID=3345&amp;Lang=pt-B&amp;Alias=Ethos&amp;itemNotID=8177"&gt;&lt;strong&gt;O economista Hugo Penteado critica as políticas econômicas que desprezam o meio ambiente&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Economista-chefe e estrategista de investimentos do ABN AMRO Asset Management, área que administração fundos de investimentos do Banco, Hugo Penteado é um economista com extenso conhecimento em ecologia e meio ambiente. Em seu livro Ecoeconomia, uma nova abordagem, publicado em 2003, ele comenta as teorias econômicas que excluem as variáveis sociais e ambientais e mostra que o sistema econômico está diretamente ligado à natureza. Crítico da economia do descarte, Hugo combate o conceito de que crescimento econômico traz desenvolvimento sustentável e bem-estar social. Nesta entrevista, ele revela como o dano ambiental virou um problema financeiro e as conseqüências de os economistas ignorarem os conhecimentos da ciência, da paleontologia, da história, da sociologia e da ecologia. "Um dia o ser humano acreditou que a Terra era plana. Agora ele acredita que o crescimento é eterno", compara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituto Ethos: É difícil acreditar que seu livro "Ecoeconomia" foi escrito por um economista. O que fez você ir atrás desse conhecimento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Penteado: Eu não sou ecologista, eu continuo sendo economista. Mas o primeiro aspecto é que não dá para separar as duas coisas. Eu acho que isso é um grande mito. O ser humano acha que ele é capaz de produzir alguma coisa. Infelizmente, a má notícia que eu tenho para dar é que o ser humano não produz nada. O ser humano não produz nem matéria, não produz energia. Ele é um mero transformador dos recursos. E isso significa que tudo que está em nossa volta, sem exceção, veio da natureza, inclusive o sistema econômico. Então não dá para escapar disso. As duas coisas estão extremamente interligadas e interdependentes. E a outra má notícia é que o sistema econômico não é a ponta forte. É a ponta fraca porque o meio ambiente oferece serviços que nós não somos capazes de produzir e que estão sendo abalados por causa da nossa atuação precária e descuidada em relação ao ecossistema. Basta lembrar dois fenômenos globais: o maior processo de extinção da vida nos últimos 65 milhões de anos, causada pela destruição do ecossistema, e o aquecimento global. Lembrando que esses não são os nossos únicos problemas. Tudo isso está ocorrendo porque a gente criou a economia do descarte, nós vivemos o mito do jogar fora. A gente acha que consegue jogar fora alguma coisa, mas o planeta é um sistema fechado. Nada pode ser jogado fora. Nós transformamos o planeta numa enorme lixeira conosco dentro. O economista tem um poder de definição da realidade e das políticas econômicas e desconhece tudo que se sabe sobre paleontologia, história, sociologia, ecologia, física etc. É um conhecimento que se tornou dominante e que abre mão do conhecimento das outras ciências, o que está totalmente em descompasso com o conhecimento adquirido pela humanidade nas últimas décadas. Um exemplo simples: esse planeta passou milhares de anos acumulando materiais embaixo da terra. A nossa vida aqui só foi possível por causa do acúmulo desse material. Hoje, estamos fazendo um processo reverso, atirando na superfície da terra uma série de materiais (mercúrio, dióxido de carbono, ouro) com os quais o seu processo geológico de bilhões de anos não sabe como lidar. O sistema planetário é finito, regenerativo e circular. O sistema econômico é infinito, degenerativo e linear: extrai, produz, descarta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituto Ethos: Essa é a sua critica às teorias econômicas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Penteado: Os modelos econômicos, por uma série de mitos e uma teoria equivocada da realidade, excluíram dos modelos as variáveis sociais e ambientais. Essa é uma crítica antiga que foi feita por economistas como Nicholas Georgescu-Roegen, Clube de Roma etc. Mas a crítica que foi feita é pela forma como até hoje os economistas utilizam as leis da mecânica para explicar os processos econômicos. A mecânica é a ciência da locomoção. Basta saber massa, posição e velocidade e está tudo resolvido. Qual é a conclusão? É que todos os processos econômicos não geram mudanças qualitativas no sistema natural, são reversíveis e previsíveis. Ou seja, eu posso passar um trator na Amazônia, dou marcha ré que nada aconteceu. Embora isso não seja verdade, é assim que as teorias econômicas tratam essa questão. Para a teoria econômica, em todas as suas vertentes, o sistema econômico é considerado neutro para o meio ambiente. Isso faz com que o sistema de preço seja totalmente incapaz de resolver a questão. Porque o sistema de preços é decorrente de uma teoria, de um conjunto de valores. E se o conjunto de valores da população ignora a questão ambiental e se a teoria é falsa, não tem como regular os preços a partir disso. O sistema de preço não vai resolver. Provavelmente a solução está na questão tributária. Além desse mito da mecânica, tem o mito tecnológico que explica grande parte da teoria do crescimento econômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a tecnologia é como se o ser humano fosse capaz de produzir alguma coisa, quando na verdade, até as tecnologias muito desenvolvidas dependem da natureza. O problema da variável tecnológica é que ela tornou o meio ambiente inesgotável. Então eu tenho dois mitos dentro das teorias econômicas: um que o sistema econômico é neutro para o meio ambiente e outro que o meio ambiente é inesgotável. Qual é a conseqüência pratica disso? Só se fala em crescimento econômico. E para completar, nós herdamos uma visão dos países ricos que confunde crescimento e desenvolvimento. Não conseguimos fazer essa distinção clara entre desenvolvimento e crescimento, o que já virou uma discussão gravíssima dentro da Organização das Nações Unidas. Todo mundo já está convencido de que não existe conexão direta entre desenvolvimento e crescimento, entre crescimento e bem-estar. Mas o crescimento passou a ser a panacéia de todos os problemas sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituto Ethos: Nesse sentido, como você vê os programas econômicos anunciados pelo governo, como o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), por exemplo? Você acha que temas como sustentabilidade e meio ambiente têm recebido a devida atenção?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Penteado: Não. As variáveis ambientais e sociais ainda são bastante excluídas. A visão do mundo é a seguinte: os economistas acham que a economia é um problema econômico e o problema do ambiente se resolve com uma boa política ambiental. Então existe claramente, na visão econômica atual, uma separação entre meio ambiente e o sistema econômico. E o que estou dizendo é exatamente o contrário. Eles são entrelaçados pelo fato de que o ser humano não produz nada, nem matéria nem energia. Então o sistema econômico é totalmente dependente da natureza. A gente tem que voltar para o ponto de partida que são os mitos. O sistema econômico é neutro para o meio ambiente, o meio ambiente inesgotável e todos os problemas sociais serão resolvidos com o crescimento. Esses três mitos estão colocando tudo numa única discussão, que é a discussão do crescimento. Porque se o sistema econômico é neutro para o meio ambiente e o meio ambiente é inesgotável, eu posso crescer sempre. E se todos os problemas sociais resolvem-se com o crescimento, então não é que eu posso, mas eu devo crescer. E isso tem uma série de conseqüências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituto Ethos: Na sua opinião, os ambientalistas ganharam voz depois desse alarme sobre o aquecimento global?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Penteado: Não. O movimento ambientalista é muito antigo e tem um mérito fantástico. Mas nem tudo são louros. Eu acho que há uma falha no sentido de não ter feito uma relação causal direta entre as nossas ações humanas com resultado ambiental. Eu acho que esse é o grande mérito do filme (Uma Verdade Inconveniente) do Al Gore, fazer uma relação direta entre as nossas ações diárias e o aquecimento global. Um outro problema é que na década de (19)70 uma das grandes iniciativas dos ambientalistas era transformar a Amazônia num protetorado internacional. Eles tinham essa visão de que o ser humano iria destruir tudo. Mas de repente eles descobriram que isso não era verdade. Eu posso criar o parque nacional, mas se o que eu estou fazendo em torno deste parque, nos países, no globo terrestre for ruim, ele não vai sobreviver. A Amazônia não vai sobreviver ao aquecimento global por estar isolada. Eu posso protegê-la inteirinha hoje, mas se a temperatura da Terra subir, ela pode morrer. Então não adianta nada eu criar parques nacionais e separar o ser humano da natureza. O que o movimento ambientalista precisa fazer é mudar o modus operandi, influenciar o sistema econômico, influenciar as políticas econômicas. Nós já começamos esse processo, hoje temos o Ministério do Meio Ambiente. Mas a gente precisa abandonar a famosa "fábula do rinoceronte", de Monteiro Lobato. Numa cidade fugiu o rinoceronte e imediatamente foi criado um órgão para recaptura do animal. A única função desse órgão era jamais acha-lo para ele não perder a necessidade de existir. Os órgãos ambientais um dia têm que deixar de existir, porque as variáveis ambientais vão estar incluídas no modelo e eu não vou precisar mais dele. Eu preciso vincular as coisas e não deixá-las desvinculadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituto Ethos: O tema do Fórum Mundial Econômico foi aquecimento global. Qual sua opinião sobre o que aconteceu em Davos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Penteado: A questão ambiental ganhou um contorno muito grande recentemente e dois fenômenos contribuíram muito para isso. Sem querer desprezar o movimento ambientalista, que também teve seu papel, mas dois fatos tiveram uma importância gigantesca para que a questão ambiental viesse à tona. A primeira delas é o ganho de escala. As economias cresceram tanto que hoje somos capazes de produzir num único ano o que a gente produzia em cem anos. Qualquer acidente é imediatamente percebido. Antigamente, os danos ambientais quem cuidava era o tempo. Hoje, enquanto eu estava escrevendo esse livro, foi feito um derramamento de lixo tóxico no Rio de Janeiro que afetou seis municípios do Estado, e foi a maior gritaria. A população cresceu muito e as estruturas econômicas, igualmente. O movimento ambientalista apareceu porque o ganho de escala não é mais invisível. Não consigo mais ir ao Centro-Oeste jogar um monte de lixo e passar mais 40 anos sem que ninguém veja. O segundo grande contribuinte é a falência do governo no mundo todo. Nos governos mais disciplinados, a falência decorreu da transição demográfica e do problema de doenças crônicas, que é fruto da modernidade, dos maus hábitos de alimentação e da falta da medicina preventiva. Nós temos hoje os custos de saúde e previdência subindo duas vezes mais rápido do que o PIB dos países da OCDE. A Alemanha já está abandonando a medicina curativa em prol da medicina preventiva. Estamos tendo uma discussão enorme sobre hábitos alimentares no mundo. Por quê? Porque não dá para financiar. Então são esses dois fatores os dois grandes responsáveis: a falta de invisibilidade temporal devido ao ganho de escala e a falência dos governos. Os países que eram bem disciplinados estão enfrentando esses custos elevadíssimos. E quem era indisciplinado, como o Brasil, enfrenta a necessidade de apagar o passado de má administração fiscal. Os governos não querem mais custear os danos ambientais que antes eram socializados. Por exemplo, os terrenos na marginal Pinheiros. Há 50 anos, as empresas jogavam lixo tóxico ali. Quando chegaram os edifícios, quem foi que limpou esses terrenos? A prefeitura, com o dinheiro do contribuinte. Mas isso acabou. Estamos vivendo a maior história de privatização do planeta: a privatização do dano ambiental. E essa privatização transformou o problema do meio ambiente num problema financeiro e não mais no problema do mico-leão-dourado, de uma árvore ou de um bicho. Virou problema financeiro. E um dos riscos financeiros é o risco ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituto Ethos: É dessa forma que você atua como economista?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Penteado: Nós estamos num período de transição. Nós não temos uma resposta para tudo. O que sabemos é que não adianta propor uma mudança que não seja dentro do núcleo de negócios. Então, por exemplo, o banco abandona qualquer tipo de madeireira que não tem manejo sustentável. Mas a minha abordagem é inclusiva. Olha você tem um tempo para adaptar o seu negócio, mas infelizmente se você não se adaptar você não vai mais trabalhar comigo porque não faz parte do meu núcleo de negócios contribuir com a devastação das florestas. E todo banco vai começar a fazer isso, porque além de ser extremamente antiético e danoso do ponto de vista dos stakeholders, tem também a questão financeira. Mesmo que não ocorra a fiscalização, seu negócio acaba quando acaba a floresta. Se há manejo sustentável, seu negocio é renovável, ele nunca vai acabar. E eu tenho interesse em negócios que não tenham data limite. Acabou a floresta, acabou aquela madeireira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituto Ethos: E como você aplica todo esse conhecimento em meio ambiente no seu dia-a-dia de trabalho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Penteado: Estamos participando de processos que ainda são incipientes. Eu faço palestras com clientes do banco para reforçar nossas políticas e para eles perceberem que isso não se trata de um discurso e sim de prática. Eu escrevo artigos, notas e faço todo esse papel de aumentar a crítica. Mas também faz parte do meu dia-a-dia lidar com uma realidade que é aquela: saber quantas economias vão crescer e lidar com o mercado financeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituto Ethos: Você tem uma visão positiva sobre esse tema?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Penteado: Sim, porque o ser humano é o único ser vivo capaz de perceber a realidade e o que está em volta dele. Então vamos perceber que a rota atual vai nos levar para o abismo. E quem está falando isso são dois mil cientistas. Não há duvida, é um consenso. O primeiro passo já surgiu, que é essa discussão sobre o aquecimento global. Mas o problema é que as estatísticas sobre meio ambiente hoje em dia dizem o seguinte: os países que mais destroem o meio ambiente e a biodiversidade são àqueles em desenvolvimento e os atrasados. Ai qual o corolário? Desenvolva os paises pobres. Faça-os crescer que estará tudo resolvido. Mas os países ricos não destroem nada porque não têm mais nada para destruir. A Europa destruiu 100% das florestas, os Estados Unidos, 98%, a Itália destruiu 99% dos manguezais. O que eles têm mais para destruir? A própria divulgação dos danos ambientais está errada. Não é a destruição da margem que importa. Eu quero saber qual foi a destruição acumulada. O planeta é um estoque. Não temos fluxo de planeta. E isso é muito sério, porque evita que se faça uma crítica ao modelo de desenvolvimento. E o que é pior, torna o modelo de desenvolvimento que vigora no mundo todo e que está sendo seguido pela Índia, pela China e pelo Brasil como uma solução. Não trazemos à tona a necessidade de pegar todas as tecnologias que já foram inventadas para minimizar os impactos ambientais. E os economistas estão extremamente confortáveis com a visão deles que é dominante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-5320705689862818745?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/5320705689862818745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=5320705689862818745&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/5320705689862818745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/5320705689862818745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/02/o-economista-hugo-penteado-critica-as.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-2321895461226604151</id><published>2007-02-20T15:45:00.000-03:00</published><updated>2007-02-20T15:47:42.534-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Ciência é UMA solução sustentável*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Do Editor.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Science is the sustainable solution&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16 February 2007Source:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Scientists must work with decision-makers to develop policies that ensure people's sustainable welfare, says the chairman of the Intergovernmental Panel on Climate Change.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.K. Pachauri argues that sustainable human welfare is threatened by widespread poverty and disruptions to the earth's natural environment. But science and technology (S&amp;T) can help develop solutions.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poverty has typically been alleviated through aid programmes, says Pachauri. Yet S&amp;amp;T could provide a more sustainable solution by developing local skills and capacity.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Energy and Resources Institute in New Delhi, India is making steps in this direction, working with local entrepreneurs in Africa and Asia to develop sustainable S&amp;T solutions in natural resource management and information technology.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But more is needed. Scientists and policymakers must urgently help poor communities apply S&amp;amp;T to their problems, says Pachauri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;S&amp;T also has a role to play in addressing environmental problems such as climate change. Technological innovations will be essential in reducing greenhouse gas emissions and scientific solutions will be needed to adapt to climate change.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Governments, informed by scientists, will need to design regulatory and financial measures to help develop and apply appropriate advances.&lt;a class="" href="http://www.scidev.net/sci.cfm?redir=http://www.sciencemag.org/cgi/content/summary/315/5814/913" target="_blank"&gt;Link to full article in Science&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Related SciDev.Net articles:&lt;a href="http://www.scidev.net/Opinions/index.cfm?fuseaction=readOpinions&amp;amp;itemid=570&amp;language=1"&gt;Fuelling a sustainable future&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.scidev.net/Editorials/index.cfm?fuseaction=readEditorials&amp;amp;itemid=209&amp;language=1"&gt;Africa's scientific revolution must start at the roots&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Related links: &lt;a href="http://www.teriin.org/" target="_blank"&gt;The Energy and Resources Institute&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dossiers:&lt;a href="http://www.scidev.net/dossiers/index.cfm?fuseaction=dossierItem&amp;Dossier=13"&gt;Research and Development&lt;/a&gt;Dossiers:&lt;a href="http://www.scidev.net/dossiers/index.cfm?fuseaction=dossierItem&amp;amp;Dossier=13"&gt;Research and Development&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-2321895461226604151?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/2321895461226604151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=2321895461226604151&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2321895461226604151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2321895461226604151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/02/cincia-uma-soluo-sustentvel-do-editor.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-3670934746422623813</id><published>2007-02-18T10:11:00.000-03:00</published><updated>2007-02-18T10:28:23.880-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RdhRQJUD3wI/AAAAAAAAABk/CllsuK1jpF0/s1600-h/header53_mtf.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5032861921406344962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RdhRQJUD3wI/AAAAAAAAABk/CllsuK1jpF0/s400/header53_mtf.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://bp1.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RdhQ_JUD3vI/AAAAAAAAABc/2Klbd8-431E/s1600-h/novartis_attack.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5032861629348568818" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RdhQ_JUD3vI/AAAAAAAAABc/2Klbd8-431E/s400/novartis_attack.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dear Clarissa,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;India's important role as the pharmacy of the developing world is under attack from multinational drug company Novartis challenging India's patent law in court.&lt;br /&gt;15 February could be the final court hearing. If Novartis wins, millions of people living in poverty world wide could be deprived of affordable medicines. Your help is urgently needed.&lt;br /&gt;If you haven't already e-mailed Novartis, &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://updates.oxfam.org.uk/apps/redir.aspx?type=1&amp;l=UefbbBB&amp;amp;t=f64-125-125-1278-1fcacf&amp;U=http%3a%2f%2fwww.maketradefair.com%2fen%2findex.php%3ffile%3demailnovartis.htm" target="_blank"&gt;please take action today&lt;/a&gt;. If you have, please help us increase the pressure on Novartis by &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://updates.oxfam.org.uk/apps/redir.aspx?type=1&amp;amp;amp;amp;amp;l=UefaiBH&amp;t=f64-125-125-1278-1fcacf&amp;amp;U=http%3a%2f%2fwww.maketradefair.com%2fen%2findex.php%3ffile%3da2m_main.html" target="_blank"&gt;telling your friends&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Best wishes,&lt;br /&gt;Richard English, Trade Campaign Manager &lt;/p&gt;&lt;p&gt;...................&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;India's important role as the pharmacy of the developing world is under attack. Multinational drug company Novartis is challenging India's patent law in court.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;15 February 2007 could be the final court hearing. If Novartis wins, millions of people living in poverty world wide could be deprived of affordable medicines. Your help is urgently needed. Email Novartis using the form below and tell them to drop this court case!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.maketradefair.com/en/index.php?file=emailnovartismore.htm"&gt;More information &gt;&lt;/a&gt;   &lt;a href="http://www.maketradefair.com/en/index.php?file=a2m_03.html"&gt;FAQ &gt; &lt;/a&gt;  &lt;a href="http://www.maketradefair.com/en/index.php?file=a2m_novartis_12022007.htm"&gt;Oxfam's response to Novartis &gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;From:   &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="mailto:clarissatag@gmail.com"&gt;clarissatag@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;To:     &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="mailto:policy.global@novartis.com"&gt;policy.global@novartis.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Subject:  &lt;strong&gt;Put people before profits&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dear Dr. Daniel Vasella, Novartis CEO,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;I am concerned that Novartis’s actions in India contradict its stated commitment to “conscientious global citizenship”. In the interest of public health and in order for medicines to be available and affordable for people in India and worldwide, I urge Novartis to:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1  Withdraw the appeal against the  Indian Patent Office on the cancer  medicine Glivec®/Gleevec®;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2  Withdraw the legal case it is  pursuing seeking changes to the  Indian Patent Law;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;3  Publicly commit to the right of  developing countries to provide  cheaper medicines in the interests  of public health.I look forward to hearing from you.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Yours sincerely, Clarissa Taguchi.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-3670934746422623813?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/3670934746422623813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=3670934746422623813&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3670934746422623813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/3670934746422623813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/02/dear-clarissa-indias-important-role-as.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RdhRQJUD3wI/AAAAAAAAABk/CllsuK1jpF0/s72-c/header53_mtf.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-7213204833119737701</id><published>2007-02-18T09:50:00.000-03:00</published><updated>2007-02-18T09:52:05.431-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Special Counsel Drops Chokehold on Outside Investigation&lt;/strong&gt;Waxman Introduces Major Whistleblower Reform Legislation&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;WASHINGTON - February 13 - The Office of Special Counsel (OSC) abruptly reversed course and abandoned attempts to monitor an investigation into reports of reprisal against its own staff, according to an all-employee email released today by Public Employees for Environmental Responsibility (PEER). The action yesterday came just hours after PEER issued a news release documenting how that investigation had ground to a halt due to obstruction by Scott Bloch, the probe’s target.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The email by James Byrne, the new Deputy Special Counsel, to all employees rescinded previous directives that when outside investigators from the Office of Personnel Management Inspector General (OIG) contact OSC staff members to set up interviews, the investigators must make the appointments through Bloch’s office. Byrne’s email states:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“This message cancels and replaces the September 29, 2006 and January 30, 2007 e-mails sent to all OSC employees by then Acting Deputy Special Counsel Rebecca McGinley. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The OIG will schedule interviews by directly contacting the employee with whom they wish to speak. The date, time, and place of the interviews will be arranged between the OIG and the employee. There is no longer a requirement to use OSC facilities for the interview...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OIG may also request you to identify, or provide copies of, documents that are associated with the questions that they address to you. You should furnish them copies of requested material that are in your possession unless disclosure of the information is prohibited by law, regulation or policy.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The original whistleblower complaint against Bloch focuses on illegal gag orders, cronyism and retaliation in forcing the resignations of one-fifth of OSC headquarters legal and investigative staff. First filed in March 2005, the complaint was assigned by Clay Johnson, Deputy Director of the Office of Management and the Budget, to the OPM OIG in October 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“It is a small relief that this glacial investigation can now proceed to a much overdue conclusion,” stated PEER Executive Director Jeff Ruch, whose organization joined with several current and former OSC employees and public interest groups in filing the original complaint. “If nothing else, this episode illustrates just how broken the Whistleblower Protection Act really is.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Today, Representative Henry Waxman, Chair of the House Committee on Oversight and Government reform introduced the Whistleblower Protection Enhancement Act of 2007 that would 1) significantly expand the scope of disclosures that federal civil servants can make; and 2) provide new procedural remedies to federal whistleblowers, including access to federal court. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“The tide may be finally turning for whistleblowers after a very long siege,” Ruch added, noting that the Office of Special Counsel is also scheduled for re-authorization during this session of Congress. “One remaining task for Congress is either fixing or abolishing the utterly dysfunctional Office of Special Counsel.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTACT: Public Employees for Environmental Responsibility (PEER)&lt;br /&gt;Carol Goldberg (202) 265-7337&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-7213204833119737701?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/7213204833119737701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=7213204833119737701&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/7213204833119737701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/7213204833119737701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/02/special-counsel-drops-chokehold-on.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-1411717416900436546</id><published>2007-02-17T17:28:00.000-03:00</published><updated>2007-02-17T17:42:55.833-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Um exemplo Bione!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://davidcrow.dpmais.com.br/"&gt;David Crow&lt;/a&gt;, autor do livro "Em Busca do Buda da Medicina" volta ao Brasil em abril para um novo ciclo de palestras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David estudou por cerca de nove anos as medicinas aiurvédicas e tibetanas, no Nepal. Herbologista, acupunturista, mestre em meditação, professor e escritor, ele dedica-se a viajar pelo mundo com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a relação interior do corpo com o meio ambiente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Crow, "As plantas têm importância vital tanto nos ambientes que nos rodeiam, quanto no interior de nossos corpos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba mais &lt;a href="http://www.consciencia.net/2006/0917-vida.html"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Breve o cronograma será postado neste blogue :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-1411717416900436546?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/1411717416900436546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=1411717416900436546&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1411717416900436546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/1411717416900436546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/02/um-exemplo-bione-david-crow-autor-do.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-6220421035652389085</id><published>2007-02-15T23:52:00.000-03:00</published><updated>2007-02-15T23:53:31.697-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.theecologist.co.uk/news_detail.asp?content_id=744"&gt;&lt;strong&gt;Branson offers $25 million to suck up CO2   &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Date: 09/02/2007  Author:News &lt;br /&gt;Sir Richard Branson is offering a $25 million prize to the first scientist who can demonstrate a way to remove carbon dioxide directly from the atmosphere. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At a press conference this morning, the Virgin magnate said that he had been driven to offer the ‘Virgin Earth Challenge’ because he wanted a future for his children and grandchildren.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Branson’s prize was endorsed by the American vice president Al Gore, the eminent climate scientist James Lovelock, international policy maker Sir Crispin Tickell, author Tim Flannery, NASA scientist Jim Hansen, and Dr Steve Howard, chief executive of The Climate Group.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;The announcement of the prize was given a lukewarm reception by journalists, who wanted to know how Branson could offer the prize whilst simultaneously operating a transatlantic air fleet and, in the near future, a low-orbit space flight programme. Branson said that although he could afford to close the Virgin Atlantic airline today, its place would simply be taken by British Airways. He also claimed that his engineers had made his space-flight Virgin Galatic programme “environmentally benign”, although he was unable to provide specific details.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Branson’s assembled panel seemed to have widely differing views on how the prize would be administered: the Virgin boss was keen to stress that technology would hold the key to solving climate change; Al Gore argued simultaneously that mankind already possessed the technology needed to tackle global warming, and that a lack of political will was the only impediment; and Sir Crispin Tickell put forward the idea that the prize be used to change public and consumer attitudes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;The most encouraging announcement of the conference came from Australian writer Tim Flannery, who joined the assembly via satellite link from Sydney. Asked by an ABN journalist whether he was embarrassed by Australia’s track record on tackling climate change, he said that he had only become “more determined”, and promised that 2007 would be the year “that all Australians must become very serious about climate change.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-6220421035652389085?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/6220421035652389085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=6220421035652389085&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6220421035652389085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6220421035652389085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/02/branson-offers-25-million-to-suck-up.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-2560300297710959301</id><published>2007-02-15T23:49:00.000-03:00</published><updated>2007-02-15T23:51:48.770-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.theecologist.org/archive_detail.asp?content_id=750"&gt;&lt;strong&gt;The 2007 Observer Ethical Awards&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da revista inglesa The Ecologist.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Its been an amazing year those who believe in the green lifestyle. The world is waking up to our cause. Never has the threat been clearer, never the will to change stronger. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The second annual Observer Ethical Awards aims to celebrate those people and organisations that are making green mainstream. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The categories, that include campaigner of the year, politician of the year, DIY award, invention of the year and best local/on-line retailer of the year - sponsored by the Ecologist, aim to reflect the growing diversity and power of the green movement.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entry details can be found at observer.co.uk/ethicalawards. The awards sponsor Ecover has provided awards for each category including £2,000 per year for three years for the winner of the young campaigner award to put towards their campaign.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The closing date for nominations is march 2nd. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Good Luck, &lt;br /&gt;The Ecologist&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-2560300297710959301?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/2560300297710959301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=2560300297710959301&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2560300297710959301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2560300297710959301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/02/2007-observer-ethical-awards-da-revista.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-2095381999522543302</id><published>2007-02-15T20:12:00.000-03:00</published><updated>2007-02-15T20:14:56.049-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://nymag.com/restaurants/features/15920/"&gt;&lt;strong&gt;Papaya King&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;February 20, 2006 issue of New York Magazine&lt;br /&gt;By Robin Raisfeld &amp; Rob Patronite &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RdTpEJUD3uI/AAAAAAAAABQ/eGZlpUhlFSE/s1600-h/talent060213_560.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RdTpEJUD3uI/AAAAAAAAABQ/eGZlpUhlFSE/s400/talent060213_560.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5031902941108494050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(Photo: Jeremy Liebman) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unless you’re Christy Turlington, Woody Harrelson, or Matthew Kenney, you might not know who Melvin Major (pictured) is. But this juicer to the stars, and to hordes of wheatgrass-chugging fans, is a minor celebrity in his own right. For nine years, he’s reduced kale and carrots (and even onions) to their potable form as LifeThyme Natural Market’s reigning juicer and most recognizable presence—a lanky 39-year-old South Carolinian who looks a little like a dreadlocked Chris Rock. Born- again raw foodist Matthew Kenney was such a fan he hired Major to oversee juicing operations at his Blue/Green Organic Juice Cafés, and to teach classes at his new commissary kitchen in Dumbo. We sat down with juiceman Melvin for a crash course in life behind the Vitamat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;You had quite a following at LifeThyme. Who are some of your famous customers? &lt;br /&gt;I’d get big-time actors and actresses and models. Russell Crowe came in with his bodyguards. Woody Harrelson, every time he’s in New York he looks me up. Willem Dafoe. Rosie Perez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;What makes you so popular?&lt;br /&gt;I’m not one to say I’m all that, but I have great energy, I don’t discriminate, and I love people.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;What’s your juicing technique?&lt;br /&gt;I just go with the flow, the vibe of it. Too little or too much of one thing can create a terrible-tasting drink. It just came right to me. I just knew.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;How did you come to name a drink after Christy Turlington? &lt;br /&gt;She liked me because I didn’t know who she was. She was like, “Make me something that’s not on the menu, make me something special,” and she loved it. She would hang around for an hour, an hour and a half.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Did you eat your vegetables as a kid?&lt;br /&gt;I grew up down in Hilton Head Island on a big old farm. We had peanuts in the shell, corn, watermelon, zucchini, peppers, squash . . . and we grew kale for the rabbits.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Were you a vegetarian? &lt;br /&gt;No, I was a meat eater. I ate raccoon and deer. But I haven’t eaten meat for over fifteen years. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;What’s your regime like these days?&lt;br /&gt;First I like to drink water with lemon. By about noon, I’ll do all greens with apple, lemon, and ginger. Later on, about three or four, I’ll have a protein shake. I eat fish once or twice a week. Me and my girl, if we’re home, we’ll go into a gallon or more of water a day.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do you ever eat anything bad for you?&lt;br /&gt;Reese’s Peanut Butter Cup. I can’t kick it. I’ll sneak out, go downstairs, hang out in the grocery store with one of the Arab guys, and he knows exactly what I’m doing. I’ll sit there and eat the Reese’s cup and get rid of the evidence.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-2095381999522543302?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/2095381999522543302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=2095381999522543302&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2095381999522543302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/2095381999522543302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/02/papaya-king-february-20-2006-issue-of.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_JXvXNsy6Fxo/RdTpEJUD3uI/AAAAAAAAABQ/eGZlpUhlFSE/s72-c/talent060213_560.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-4857289955865467988</id><published>2007-02-14T15:32:00.000-03:00</published><updated>2007-02-15T23:48:21.926-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.valoronline.com.br/valoreconomico/285/eueinvestimento/167/Preocupacao++com+o+ambiente+gera+++disputa+por+especialistas+,07142,,167,4155385.html"&gt;&lt;strong&gt;Preocupação com o ambiente gera disputa por especialistas &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;Por Andrea Giardino e Bettina Barros&lt;br /&gt;14/02/2007&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Christianne Maroun, da ICF, perdeu um funcionário para a concorrência: poucos entendem de créditos de carbono no país &lt;br /&gt;O aquecimento global trouxe às empresas uma realidade assustadora: se não começarem a se preocupar em controlar a emissão de poluentes, correm sérios riscos de terem seus negócios comprometidos. Pressionadas por todos os lados, as companhias estão à procura de especialistas ambientais com a missão de ajudar no relacionamento com a sociedade e que saibam conduzir de forma responsável os processos industriais.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A procura por esses profissionais - de engenheiros ambientais a especialistas em créditos de carbono - tem crescido tanto nos últimos anos que já gera disputa por talentos entre concorrentes. "São carreiras extremamente promissoras e devem continuar em alta pelos próximos dez anos", diz Rodrigo Soares, consultor da Case Consulting, empresa de recrutamento com foco em média gerência.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se ter uma idéia desse aquecimento no mercado, em pouco mais de um ano, a consultoria recrutou profissionais para 30 vagas ligadas a sustentabilidade, com salários que chegaram a R$ 17 mil. A remuneração é um dos maiores atrativos. "Especialistas ganham em torno de R$ 8 mil, enquanto gerentes sêniores podem receber o dobro", ressalta. Segundo Soares, os valores inflacionados devem-se à falta de gente preparada para atender às necessidades do mercado, que exige do profissional uma visão não só de meio ambiente, mas de aspectos sociais e econômicos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"São poucos profissionais que realmente entendem do assunto", diz Christianne Maroun, especialista em créditos de carbono da consultoria americana ICF International, que em 2002 abriu escritório no Rio. "Vemos pessoas com experiência em meio ambiente, mas não no mercado de créditos de carbono. É difícil encontrar profissionais com experiência em inventários de emissões de gases, por exemplo".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A explicação para isso é simples: embora a discussão em torno do aquecimento do planeta não seja tão nova assim, o Tratado de Kyoto foi ratificado apenas em fevereiro de 2005. É ele que determina a meta de redução gradativa das emissões de gases que estão torrando o planeta. "É muito pouco tempo para aprender e atrair a atenção dos profissionais", diz Christianne. Formada em química industrial e com 15 anos de experiência na área de meio ambiente, ela recebeu treinamento de uma semana na matriz nos EUA para assumir a gerência do escritório carioca.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na falta desses profissionais , a ICF optou pelo caminho seguido por grande parte das consultorias: contratar recém-formados e treiná-los. Com salários iniciais na casa dos R$ 3,5 mil, esses jovens profissionais são cobiçados no mercado. "É um rouba-rouba", diz Christianne, ao lembrar de um funcionário levado pela concorrente. "Treinamos um ano essa pessoa, que entrou sem saber nada. Aí veio o concorrente e ofereceu o dobro do salário, com chance de morar em Londres. Não tinha como cobrir a proposta".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não existirem números consolidados no Brasil, consultores e outros profissionais da área ambiental são unânimes em dizer que há forte demanda no setor. No mercado brasileiro existe hoje pelo menos uma dezena de consultorias especializadas em cálculos de reduções de poluentes, prospecção de mercado, preparação de projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL, que permitem a comercialização dos créditos de carbono) e até na "neutralização de carbono", a compensação dos gases poluentes emitidos por indivíduos ou empresas através do plantio de árvores.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O grande boom é do pessoal técnico para projetos de MDL e neutralização", diz Werner Grau, sócio do Pinheiro Neto Advogados em São Paulo. O escritório, um dos maiores do Brasil, aponta o crescimento do setor na própria expansão de seu departamento ambiental. "Começamos nos anos 90 com um associado e dois estagiários. Hoje somos 20 pessoas e três sócios", diz Grau, um dos sócios.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O departamento também se expandiu para os escritórios do Rio e de Brasília. "Trabalho hoje quase metade do meu tempo com contratos ambientais", diz Grau. Segundo ele, o número de jovens advogados interessados no assunto tem crescido a olhos vistos. "Há muita gente procurando estágio nessa área, e muitas empresas públicas e privadas estão pedindo nossa consultoria sobre questões ambientais".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Gisleine Camargo, gerente de assessoria em gestão de RH da KPMG, a demanda por profissionais ligados a meio ambiente e sustentabilidade é grande. "Por ser uma área nova no Brasil, quem tem curso de graduação ou pós ainda não pode colocar em prática seus conhecimentos de sala de aula".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos três meses, a KPMG trabalhou duas posições ligadas à sustentabilidade. Um dos cargos era para gerente-sênior, que tivesse experiência tanto em ONG quanto em empresa privada. A outra era destinada a um especialista com perfil ambiental. "Quem tem experiência está ditando a prática salarial no mercado. Já tive empresa querendo pagar R$ 30 mil para um executivo que ganhava quase R$ 15 mil", lembra Gisleine.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na área de petróleo, quem possui formação ou atua em meio ambiente, saúde e segurança do trabalho é ainda mais valorizado. "Encontrar esse profissional é raro, principalmente que entenda sobre petróleo", diz Eduardo Freitas, gerente de saúde, segurança e meio ambiente do BG Group no Brasil, um dos maiores grupos internacionais do setor de petróleo e gás. "Os poucos são bastante disputados". Ele mesmo é um exemplo. Após trabalhar por 19 anos na Petrobras, foi pinçado pelo grupo estrangeiro El Paso. Seis anos depois recebeu proposta irrecusável da BG, não pensou duas vezes e fez as malas novamente.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, Freitas sente na pela a dificuldade de encontrar gente para sua equipe. "Quando há necessidade e não achamos no mercado, optamos por treinar recém-formados. Quem sai da faculdade tem uma visão unilateral e precisamos de engenheiros de meio ambiente conhecedores da área de operação e exploração de petróleo. Isso só é possível formando aqui dentro". Para ele, quem está pronto possui um diferencial competitivo, com salários entre 40% e 50% maiores que os praticados em outros mercados.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é à toa que indústrias, como a de petróleo, se preocupem com isso, já que estão na lista das que mais liberam CO2, um dos gases responsáveis pelo efeito estufa. Na Aracruz, a maior produtora de celulose do país, o assunto meio ambiente fica nas mãos de Carlos Alberto Roxo, diretor de sustentabilidade e relações corporativas, que tem sob seu comando quatro gerências: de comunicação corporativa, meio ambiente, relações corporativas e relações com a comunidade. No total, ele conta com uma equipe de 14 pessoas que trabalham em conjunto com as demais áreas da empresa. "Até o presidente dedica 40% do seu tempo aos assuntos ambientais", revela.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas encontrar profissionais que entendam de meio ambiente e aspectos sociais é uma tarefa árdua. "A carência é maior porque há uma disputa não só pelas empresas, mas pelas ONGs, consultorias e órgãos públicos", diz Roxo. No caso da Aracruz - que integra o índice Dow Jones de sustentabilidade -, apesar de hoje as contratações não estarem no ápice, o executivo lembra que já passou por momentos críticos. "Tivemos vários processos longos de seleção, o mais demorado levou nove meses", conta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-4857289955865467988?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/4857289955865467988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=4857289955865467988&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/4857289955865467988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/4857289955865467988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/02/preocupao-com-o-ambiente-gera-disputa.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-4256696838299387764</id><published>2007-02-12T20:22:00.000-03:00</published><updated>2007-02-12T19:17:24.605-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inglês'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.ipsnews.net/news.asp?idnews=36500"&gt;&lt;strong&gt;NEPAL: 'Privatisation' Violates Right to Health - Activists by Marty Logan&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KATHMANDU, Feb 9 (IPS) - Hiring a private firm to manage the drinking water system in Nepal's capital violates the right to health guarantee in the country's interim constitution, activists are set to argue before the Supreme Court. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Four groups are opposing a plan to break up the Nepal Water Supply Corporation (NWSC) in the Kathmandu Valley and disperse its work and assets among three new agencies, one of which will hire the British firm Severn Trent to manage water delivery in the Valley's five municipalities for six years. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The scheme, which has been approved by Nepal's new legislature, is a condition tied to building the huge Melamchi project that will divert river water to the capital. It is led by the Asian Development Bank (AsDB).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-4256696838299387764?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/4256696838299387764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=4256696838299387764&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/4256696838299387764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/4256696838299387764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/02/nepal-privatisation-violates-right-to.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-6991867306436340557</id><published>2007-02-12T18:32:00.001-03:00</published><updated>2007-02-12T19:11:23.831-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inglês'/><title type='text'></title><content type='html'>The Machine is Us/ing Us Transcription&lt;br /&gt;Feb 10th, 2007 by Prof Wesch&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6gmP4nk0EOE"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/6gmP4nk0EOE" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De &lt;a href="http://mediatedcultures.net/ksudigg/"&gt;Digital Ethnography, Kansas State University&lt;/a&gt;. A working group of Kansas State University students and faculty dedicated to exploring and extending the possibilities of digital ethnography&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-6991867306436340557?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/6991867306436340557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=6991867306436340557&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6991867306436340557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/6991867306436340557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/02/blog-post_12.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-5188333908706728287</id><published>2007-02-11T17:49:00.000-03:00</published><updated>2007-02-10T11:11:46.516-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inglês'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.ens-newswire.com/ens/feb2007/2007-02-09-09.asp#anchor1"&gt;&lt;strong&gt;Virgin Offers $25 Million Prize to Defeat Global Warming &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LONDON, UK, February 9, 2007 (ENS) - Former Vice President Al Gore and Virgin Group Chairman Sir Richard Branson today announced the Virgin Earth Challenge, a $25 million global science and technology prize to encourage a technology that will remove at least one billion tons of carbon dioxide equivalent from the atmosphere per year. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Virgin Earth Challenge will award $25 million to the individual or group who demonstrate a commercially viable design which will result in the net removal of anthropogenic, atmospheric greenhouse gases each year for at least 10 years without countervailing harmful effects. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This removal must have long term effects and contribute materially to the stability of the Earth's climate. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sir Richard will adjudicate the prize with a panel of five judges - all world authorities in their respective fields - Gore; British diplomat and environmentalist Sir Crispin Tickell; Tim Flannery, author of "The Weather Makers;" Dr. James Hansen, director of NASA's Goddard Institute for Space Studies, and Dr. James Lovelock, an independent scientist, most famous for his Gaia theory that the planet functions as a superorganism. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The panel of judges will be assisted in their deliberations by The Climate Group and Special Advisor to The Virgin Earth Prize Judges, Steve Howard. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The timing of the announcement of the Virgin Earth Challenge follows the announcement last week by the Intergovernmental Panel on Climate Change that temperatures on Earth could increase by as much as 6.4 degrees C by the end of this century. If this were to occur, said Sir Richard, it would result in "most of life on our planet being exterminated." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gore said, "Carbon dioxide levels already are far above anything measured in the prior 650,000 year record, and just last week in Paris scientists gave us their strongest warning yet of the consequences of inaction. So the dangers are clear. But the opportunities, if we take action now, are innumerable, and Sir Richard's initiative to stimulate exploration of this new approach to the climate crisis is important and welcome." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Hansen said, "I think we have a very brief window of opportunity to deal with climate change ... no longer than a decade, at the most. This is why I am supporting the Virgin Earth Challenge as a judge - we must explore all means, both known and unknown, to help alleviate this crisis." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sir Richard said, "We would also like to call on governments and members of the international community to join us in The Virgin Earth Challenge by matching or adding to the prize pot available to encourage the greatest number of entrants of those who could come up with a solution which could save our planet." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"If the greatest minds in the world today compete, as I'm sure they will, for The Virgin Earth Challenge," Sir Richard said, "I believe that a solution to the C02 problem could hopefully be found - a solution that could save our planet - not only for our children but for all the children yet to come." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The creation of the Virgin Earth Prize is one of a number of initiatives including investment in renewable energy research, development and production as part of Virgin Group's Gaia Capitalism project, and $3 billion Clinton Initiative pledge of September 2006.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-5188333908706728287?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/5188333908706728287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=5188333908706728287&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/5188333908706728287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/5188333908706728287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/02/virgin-offers-25-million-prize-to.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-5303402786406490295</id><published>2007-02-10T11:11:00.001-03:00</published><updated>2007-02-10T10:02:21.807-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>IV ENCONTRO NACIONAL E II ENCONTRO LATINO-AMERICANO SOBRE EDIFICAÇÕES E &lt;br /&gt;COMUNIDADES SUSTENTÁVEIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.elecs2007.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a chamada de resumos para o ELECS 2007, evento que discute os&lt;br /&gt;impactos provocados pela construção civil, sob o ponto de vista da&lt;br /&gt;sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ser o IV Encontro Nacional, esse será o II Encontro&lt;br /&gt;Latino-americano, motivado pela proximidade com os outros países&lt;br /&gt;sul-americanos, como Bolívia, Chile e Paraguai. A realização numa região&lt;br /&gt;mais central do Brasil também tem o propósito de aumentar a participação&lt;br /&gt;de pesquisadores das Regiões Norte e Centro-Oeste do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema do ELECS 2007 já está aberto para a recepção de resumos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Para datas e temas, verificar a página)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.elecs2007.com/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/653014570482994672-5303402786406490295?l=bioneconomy.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bioneconomy.blogspot.com/feeds/5303402786406490295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=653014570482994672&amp;postID=5303402786406490295&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/5303402786406490295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/653014570482994672/posts/default/5303402786406490295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bioneconomy.blogspot.com/2007/02/iv-encontro-nacional-e-ii-encontro.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-653014570482994672.post-8401931533671427158</id><published>2007-02-10T10:00:00.000-03:00</published><updated>2007-02-09T21:48:11.514-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.bizrevolution.com.br/form/indica_amigo.asp"&gt;&lt;strong&gt;Todos tem vontade de vencer, mas somente aqueles que têm vontade de se preparar para vencer, vencem&lt;/strong&gt;.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Ricardo Jordão Magalhães&lt;br /&gt;da BizRevolution &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O QUEBRA TUDO dessa semana é dedicado ao João Hélio Fernandes, um garoto de 6 anos de idade que a minha filha de 2 anos não terá a oportunidade de conhecer. Um menino, como a minha filha, parte de uma geração que traz uma FORÇA INÉDITA dentro deles, a força da PREPARAÇÃO, uma nova geração que cresce mais esperta, mais humana, mais rápida, mais conhecedora das forças do universo para mudar tudo que está errado, reformar tudo que é imoral e preguiçoso, ser o EXEMPLO para aqueles que precisam saber que a Vida precisa ser vivida. Vamos deixar eles serem MELHORES do que nós, POR FAVOR!!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querida(o) Amiga(o), &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carnaval se aproxima. É hora do retiro espiritual, carnal, semanal, banal. A televisão já está fazendo a sua parte. Dias atrás, durante uma reportagem sobre o carnaval da Bahia, a réporter da globo perguntou ao Carlinhos Brown, "De onde veio essa idéia maluca de fazer música a partir da bateção de lata, metais distorcidos, tambores rústicos e toda espécie de objeto que proporciona alguma sonoridade?" Carlito Marrón - como já é reconhecido fora do Brazil - olhou para a repórter-almofadinha com maquiagem MAC e cabelos Revlon e respondeu, "Lata é o único instrumental musical que a periferia tem acesso. Enquanto o garoto da classe média cresce fazendo aulas de piano, o moleque da periferia cresce batendo lata. Não tem nada de criativo em bater lata, não havia outra opção a não ser bater lata. O nosso grupo, o Timbalada, é muito mais do que bater bala, nós temos uma proposta social, um elo forte que une o que fazemos com a nossa comunidade. A nossa criatividade está no trabalho que nasceu depois das latas." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho uma meta: ajudar você a ser um Ser Humano Criativo. Alguém que vai além do estilo MacGyver de ser - aquele maluco do Profissão Perigo - que transforma chiclete usado, pedaço de pau e bolinha de gude em computador de mão com celular e MP3. Eu quero que você seja um Criativo que resolve a causa dos problemas, e não um criativoso maluco beleza que resolve o problema quando aparece. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As dificuldades da vida no Brasil injetou no DNA do brasileiro a habilidade natural de resolver as coisas quando precisa. Inexplicavelmente, metas de vendas agressivas são superadas no último minuto do segundo tempo da prorrogação no último dia do mês. Inexplicavelmente, se você gritar mais alto no departamento de tecnologia, o sistema volta para o ar. Inexplicavelmente, se uma alma completamente distorcida, assaltar uma família e arrastar até a morte pelas ruas do Rio de Janeiro um menino de 6 anos de idade, a Polícia pega o vagabundo em 8 horas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minuto de Silêncio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minuto de Revolta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minuto de Culpa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minuto de Alívio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minuto de Esquecimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minuto de Outra Criança de 6 anos de idade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como VOCÊ vai tirar o Brasil desse buraco cheio de lama chamado preguiça? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, PREGUIÇA. Violência é o problema, não a causa; pobreza é o problema, não a causa; miséria é o problema, não a causa; fome é o problema, não a causa, falta de trabalho é o problema, não a causa, político corrupto é o problema, não a causa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A causa chama-se PREGUIÇA! Essa preguiçosa maneira de encarar a vida e tomar decisões que mata mais do que cocaína. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu IMPLORO, SAI DESSA! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você tende a juntar fatos para suportar as suas conclusões sem nem mesmo considerar outros fatos que suportam outras decisões. Você tende a aceitar a primeira alternativa que surge que faz sentido sem considerar uma segunda, terceira ou quarta alternativa. Você tende a resolver problemas completamente diferentes do mesmo jeito e com as mesmas pessoas que você resolveu problemas completamente diferentes no passado. Você tende a não compartilhar suas idéias com pessoas que pensam diferente de você. Você tende a enxergar somente o que você conhece. Você tende a rejeitar o que você não conhece. Você tende a fantasiar uma realidade que não existe. Você tende a dar atenção ao que você aprendeu hoje e descartar o que você aprendeu na semana passada. Você tende a tomar decisões baseado em um único fato, o primeiro e único fato que chega até você. Você tende a pensar que não precisa saber mais nada. Você tende a pensar como a equipe pensa, ou como a pessoa mais forte da equipe pensa. Você tende a rejeitar qualquer novidade sobre pessoas, lugares, empresas que você já tem uma opinião formada. Você tende a resolver um problema de uma maneira completamente inconsistente com a maneira que você resolveu um outro problema alguns minutos atrás. Você tende a não ter uma maneira de pensar e tomar decisões. Você tende a dizer que o seu sucesso é resultado do seu talento, e o seu fracasso é resultado da sua má sorte. Você tende a jogar os dados, o tarô e ler cartas para resolver problemas. Você tende a se conformar com a expectativa medíocre que as pessoas tem sobre você. Você tende a acreditar que tem mais controle sobre as coisas do que você realmente tem. Você tende a colocar os problemas dentro de uma única caixa, assim resolve todos os problemas de uma única vez. Você tende a acreditar que a taxa do dólar é responsável pela sua queda de vendas, e que a falta de políticas comerciais do seu fornecedor afasta os seus Clientes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu imploro, SAI DESSA! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja um menino de 6 anos de didade, de coração e mente eternamente abertas, confiança e otimismo, juventude e disposição para trabalhar (sem pular nenhuma etapa da Vida), baseado em um código de Ética e Moral que a tua mãe que tanto te ama ensinou firmemente quando criança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja um Ser Humano que TODOS OS DIAS baixa a cabeça, baixa a bola, ajoelha para si mesmo, se concentra com muita disciplina em fazer algum EXERCÍCIO CRIATIVO que irá PREPARÁ-LO MELHOR para esses novos, complexos e revolucionários tempos em que vivemos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolha uma palavra qualquer, qualquer palavra, escreva cinco linhas de texto sobre essa palavra; escolha uma emoção, amor, ódio, carinho, descreva essa emoção em cinco linhas sem mencionar a palavra; escolha uma foto, da sua família, escreva cinco linhas de texto que explicam o que você sente sobre essa foto; complete a frase - "Se eu recebesse uma folha de cheque em branco para gastar sem limites, eu. " - com tantas respostas você conseguir imaginar, cada resposta com no mínimo três linhas; escolha uma ferramenta de gestão de empresas, qualquer uma, o SWOT, o Balanced Scorecard, Pareto, Análise de Custos ABC, Análise de Cenários, Planejamento Estratégico, e escreva 5 páginas sobre COMO você vai chegar em algum lugar; escolha uma pergunta, qualquer pergunta difícil, e escreva a sua resposta em 5 linhas. Comece esse exercício com a seguinte pergunta: Como VOCÊ vai tirar o Brasil desse buraco cheio de lama chamado preguiça? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você ficou frustrado porque eu não apresentei uma solução mais rápida, mais fácil e mais barata para os probl
